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Birovisky
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1,5
Enviada em 3 de setembro de 2019
Sem espaços: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2019/09/03/rezenha-critica-kardec-a-historia-por-tras-do-nome-2019/
A maioria vai me chamar de louco ao ler essa “rezenha” crítica, mas eu teria inovado.
Ruim! Poderiam mesclar elementos biográficos com uma pegada mais diferenciada! Poderiam ter inovado no sentido de, ao Kardec ser perseguido por espíritos obsessores, trazer elementos de terror psicológico, parece loucura, mas funcionaria, não seria nada desrespeitoso e sim algo ousado para o cinema nacional, ainda mais tratando-se de algo biográfico. Muitos diretores colocaram sua mão em obras do gênero e as transformaram em algo grandioso, fora da caixa!
Fora que renderizaram uma Paris 3D! Tenso demais! Além das péssimas atuações!
De bom, a informação sobre os desafios encontrados por León (Kardec), as vestimentas dos personagens e os lapsos de boa fotografia.
Kardec infelizmente me surpreendeu negativamente, é um filme mal editado, muito mal atuado (principalmente os atores mirins) e mal dirigido, a única coisa de se salva no filme é a fotografia, que é "ok".
Uma história extremamente necessária de ser contada, porém infelizmente o filme é muito mal feito e, assim como a cinebiografia do Chico Xavier, deixa muito a desejar. Algumas atuações chegam a ser cômicas de tão ruins. Diálogos na maioria das vezes artificiais, mecanizados demais. Como outra pessoa comentou, parece a todo tempo que os atores estão com um papel na mão lendo o texto. Acho que se querem contar uma história tão importante como a do Kardec, deveriam caprichar um pouco mais, principalmente na escolha de elenco, pq nem o protagonista se salva.
Que coisa... E eu que achei que Bezerra de Menezes seria o pior filme espirita que teria que assistir, tive o desalento de ser convidado para O nosso Lar, uma fraude, verdadeiro pistache, mistureba de quem não conhece a obra de André Luiz. Agora veio esse filme, do mesmo diretor, também péssimo. No Bezerra de Menezes tínhamos o sr Carlos Vereza no papel principal, ator da mais fina linhagem. Mas nesse desastroso Allan Kardec, não temos nadinha de nada. Um vácuo, esses pseudos espiritas tão criando nova categoria: Cinevácuo. O pior destaque é a fotografia, iluminação (literalmente a luz de velas). Aí que saudade do cinema argentino... Continuamos sem uma cinebiografia de Bezerra de Menezes e agora chega à lista: Allan Kardec. Ao menos a do Chico tá salva...
O filme não condiz com a obra da doutrina espírita. Parece novela da Record. Roteiro, direção e elenco deixaram muito a desejar. Arte e fotografia aceitável. Porque usar uma narrativa tão teatral na linguagem do cinema? Fica. Reflexão para a doutrina espírita, porque a doutrina espíritas precisa de um trabalho que não condiz com a obra?
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