Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Um visitante
4,0
Enviada em 27 de maio de 2023
Super premiada na época,Julia Roberts faz um de seus melhores personagens da carreira.É um filme mais sério,mais comprometido.Julia vinha de algumas comédias desinteressantes e acaba realizando Erin Brockovich.Uma grata surpresa.
Este é um daqueles filmes que você começa a ver sem muita expectativa. A medida que o roteiro vai se desenvolvendo você vai se envolvendo e cada vez mais com a trama e se encantando com o talento de Júlia Roberts que está brilhante! Como sempre! Baseado em uma história real, é um drama que tem como personagem principal uma mãe solo, na batalha para sustentar seus filhos e em busca de justiça para uma comunidade. Eu super recomendo porque nem só de romances e belas paisagens se faz o cinema né MIGS e MIGOS!
Erin é um filme muito gostoso de assistir. Dá um quentinho maravilhoso no coração quando ela ganha os processos ou dá um xingão nas pessoas que estão a favor da companhia de água, pois a personagem foi muito bem construída. Ela é destemida, ousada e, ao mesmo tempo, muito batalhadora e carinhosa com os filhos, mesmo que não tenha tempo para cuidá-los estando longe. A atuação de Roberts impecável, com muitos pontos positivos. Não darei mais que 3,5 estrelas pois, em algumas partes, na minha opinião, o filme ficou um pouco maçante, mas nada que atrapalhe o desenvolvimento da história. Do ponto de vista jurídico, é muito interessante o desenvolvimento do processo e as ações do advogado. Eu recomendo que assista, pois vale bastante a pena.
Há duas décadas Julia Roberts coroava sua carreira com a atuação que lhe rendeu seu Oscar de Melhor Atriz. Se você acha isso pouco vale lembrar que ela iniciava o novo século sendo, mais uma vez, uma das campeãs de bilheteria - "Erin Brockovich" fechou um ciclo vitorioso na carreira da diva, após comédias românticas agora clássicas como "O Casamento do Meu Melhor Amigo" (1997) e "Um Lugar Chamado Notting Hill" (1999). Nesse longa a então queridinha da América provou, para quem ainda tinha suas dúvidas, ser muito mais que um mero rosto bonito. O filme tem 130 minutos de duração e em nenhum deles queremos tirar os olhos de Roberts, que presenteia o público com a melhor performance de sua carreira (ao lado de seu trabalho em "Álbum de Família" de 2013). Além de todo o esforço pessoal de Julia para encarnar a incansável personagem-título, o roteiro de Susannah Grant é excelente, criando uma história dinâmica, com dose necessária de sarcasmo e compreensível até para quem nunca ouviu falar da Erin da vida real. A história, ainda assim, segue algumas fórmulas hollywoodianas comuns em cinebiografias, sem acrescentar muito ao gênero: conta uma história linear para não confundir os espectadores mais dispersos e romantiza sua personagem-título criando momentos agradáveis aos olhos, mas que provavelmente não ocorreram na vida real, como, por exemplo (alerta de spoiler): quando Erin dá um copo de água batizada para a advogada da empresa PG&E. Mas são justamente cenas como essa que fazem desse filme uma obra memorável. Não se pode deixar de falar do saudoso Albert Finney (1936 - 2019) que dá vida a Edward L. Marsy, patrão de Erin que frequentemente está à beira de um ataque de nervos. Além da performance comprometida do veterano, seu personagem também foi agraciado pelo roteiro com ótimas tiradas. A história de Brockovich, da forma como é retratada por Soderbergh (o diretor também em seu auge), transpira inspiração. É uma ode aos heróis do dia-a-dia, ao poder das pessoas comuns, à importância da perseverança. Em tempo, se você está num dia ruim e busca por inspiração, procura conhecer a história de uma mulher empoderada ou só quer assistir algo divertido "Erin Brockovich: Uma Mulher de Talento" é o filme certo para você.
Erin Brokovich – Uma Mulher de Talento (como de praxe, aqui no Brasil, a originalidade e qualidade dos subtítulos nem sempre é das melhores), fita lançada em 2000 que hoje é lembrada mais por ser aquela que deu à Julia Roberts o Oscar de melhor atriz. O filme contava com a maior estrela de Hollywood da época (creio que hoje, Julia ainda dá as cartas por lá), coadjuvantes de renome, equipe técnica de primeira, e um diretor que, naqueles anos, era o queridinho dos executivos e de 9 entre 10 astros americanos. Toda esta estrutura conferia à uma história basicamente simples, um grau de importância maior do que o realmente devido. A aura de produção classe “A” que o rodeava, prejudicava o resultado final. Não pelos defeitos eventualmente existentes no filme, mas sim pelo fato de a fita prometer mais do que cumprir. Da mesma forma, o diretor Steven Soderbergh foi considerado o melhor pelos críticos de Los Angeles e Nova Iorque. Só não ganhou o Oscar por este filme porque, naquele ano, ele próprio se superou ao realizar o superior Traffic, pelo qual saiu vencedor (batendo os favoritos Ang Lee e Ridley Scott). Apesar de não trazer nada de muito novo, o filme possui qualidades indiscutíveis. Boas interpretações e um competente desenvolvimento dos personagens principais, especialmente o de Erin. O roteiro original, de Susannah Grant, de trabalhos tão díspares como Para Sempre Cinderela e 28 Dias, escapa com eficiência da armadilha do linguajar jurídico, que poderia afastar os leigos no assunto. A história se desenvolve com um bom ritmo. O carisma dos atores ajuda. Soderbergh também. Enfim, um bom filme pra passar o tempo entretido na frente da TV, mas que não oferece nada de novo.
esse filme e de forma relevante mostra o meio ambiente como vitima da coisa. a atriz Julia Robert e de fato otima com seu trabalho fiquei impressionada
Não sou muito fã, de filmes baseados em fatos reais, mas a história dessa mulher, é tão brilhante como a atriz escolhida para o papel, Julia Roberts é um charme de atriz, não teria outra melhor, simplesmente é formidável a luta dessa mulher, sua determinação e coragem, foi além, da sua vida pacata, além de ser seu uma ótima profissional foi além, ser uma pessoa melhor.
Erin Brokovich – Uma Mulher de Talento (como de praxe, aqui no Brasil, a originalidade e qualidade dos subtítulos nem sempre é das melhores), fita lançada em 2000 que hoje é lembrada mais por ser aquela que deu à Julia Roberts o Oscar de melhor atriz. O filme contava com a maior estrela de Hollywood da época (creio que hoje, Julia ainda dá as cartas por lá), coadjuvantes de renome, equipe técnica de primeira, e um diretor que, naqueles anos, era o queridinho dos executivos e de 9 entre 10 astros americanos. Toda esta estrutura conferia a uma história basicamente simples, um grau de importância maior do que o realmente devido. A aura de produção classe “A” que o rodeava, prejudicava o resultado final. Não pelos defeitos eventualmente existentes no filme, mas sim pelo fato de a fita prometer mais do que cumprir. Da mesma forma, o diretor Steven Soderbergh foi considerado o melhor pelos críticos de Los Angeles e Nova Iorque. Só não ganhou o Oscar por este filme porque, naquele ano, ele próprio se superou ao realizar o superior Traffic, pelo qual saiu vencedor (batendo os favoritos Ang Lee e Ridley Scott). Apesar de não trazer nada de muito novo, o filme possui qualidades indiscutíveis. Boas interpretações e um competente desenvolvimento dos personagens principais, especialmente o de Erin. O roteiro original, de Susannah Grant, de trabalhos tão díspares como Para Sempre Cinderela e 28 Dias, escapa com eficiência da armadilha do linguajar jurídico, que poderia afastar os leigos no assunto. A história se desenvolve com um bom ritmo. O carisma dos atores ajuda. Soderbergh também. Enfim, um bom filme pra passar o tempo entretido na frente da TV, mas que não oferece nada de novo.
Filme excepcional, de uma qualidade nunca visto antes. O que dizem sobre filmes antigos e que realmente são ótimos uma aula de roteiro e diálogo piadas. São poucos os filmes 100% perfeitos e esse é um desses! Impecável a interpretação da protagonista mereceu sem dúvida o Oscar!
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade