Campo do Medo
Média
2,3
323 notas

112 Críticas do usuário

5
20 críticas
4
7 críticas
3
12 críticas
2
15 críticas
1
18 críticas
0
40 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Sales Jorge S.
Sales Jorge S.

5 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de outubro de 2019
Filme muito bom.
Um suspense que te prende ate o fim.
Que nos faz raciocinar sobre sucessão e coexistência com uma pegada dos povos originários.
Recomendo.
Neto Gomes
Neto Gomes

3 seguidores 33 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de dezembro de 2022
Um filme com uma proposta interessante.

Para quem deseja um clássico filme blockbuster com jump scare e todo o pacote massificado de filmes de terror, é melhor passar longe.

A adaptação possui como viés para o seu horror, questões psicológicas e reflexivas, bebendo fortemente da fonte weird (estranho) que foi fundamentada pelo incrível H.P Lovecraft, não atoa, essa sensação de estranheza pós-filme é bastante comum entre o público.

O sustentáculo para tal afirmação (sobre a questão weird) além do sentimento de estranheza, é a presença da rocha primordial, um elemento ciclópico, bizarro, amorfo, ancião, de mineralogia estranha, capaz de emitir sons e com escrituras antigas que pelo simples toque em sua superfície transmite um conhecimento tão avassalador que é capaz de entorpecer ou enlouquecer os mais desavisados. Algo digno das esculturas de O Chamado de C'thullu, ou as rochas da cidade de R'yleh , ou ainda, o trapezoidal de O que Assombra nas Trevas. Outro elemento que reforça a afirmação, são os humanoides de grama que habitam o campo, possíveis avatares de um ser tão antigo quanto o tempo.

Outro aspecto importante, é a abordagem sobre looping temporal que o filme nos traz. Aqui podemos notar uma referência ao paradoxo de bootstrap, onde passado e futuro se conectam de uma forma muito peculiar e simultaneamente contraditória. Vale a pena pesquisar sobre.

A direção de filmagem é incrível em trazer "vida animada" ao campo, de fato o local pulsa vida, nos faz sentir que todo o lugar trata-se de um ser vivo pensante, móvel, ardiloso, cruel e assassino.

As atuações cumprem o seu papel sem nenhum tipo de menção a mais.

Quanto a mensagem do filme, acredito que seja justamente uma ênfase sobre a morte de um universo de possibilidades que cada escolha que fazemos nos proporciona, onde não devemos lamentar uma perda, apenas aprender a conviver com ela, pois é o que nós resta. A famosa frase: "Cada escolha é uma renúncia, isso é a vida."

Recomendo!
Thales Oliveira
Thales Oliveira

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de janeiro de 2020
O filme é muito bom. Porém não é excelente. A maioria das pessoas preguiçosas irão odiar o filme pois a mente não tem a capacidade de trabalhar para desenvolver um raciocínio sobre o longa. O Stephen é um ótimo escritor, porém é um pouco azarado com as adaptações de roteiro. O filme poderia ter sido mais um pouco mais simples ou mais simplificado, pois ele se atrapalha um pouco. Mas não deixa de ser um bom filme de terror.
Isa S.
Isa S.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2022
Pra quem não está acostumado com a “esquizofrenia” de stephen king o filme pode parecer bizarro demais. Aviso logo, não espere um filme comercial, com jump scare e clichês. Esse filme é terror psicológico do início ao fim, angustiante e te deixa de mandíbula travada. Ele te absorve pra atmosfera e sem querer você acaba fazendo pacto ficcional, acreditando que naquele universo tudo é possível e chega a ficar claustrofóbico. O final recompensa toda angustia e conforta um pouco o coração. A fotografia é incrível e os atores ajudam a te convencer de tudo. Pra quem conhece outras adaptações do mestre, vai sentir uma leve semelhança com o maravilhoso 1408.

Se você procura levar sustos, histórias clichês, ja digo, não perca seu tempo, esse filme não é para você. Va ver atividade paranormal ou invocação do mal.
SailorChewie
SailorChewie

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de janeiro de 2020
Só não gostou quem não gosta de paradoxo, o que é a maioria da população. O filme não é de terror e muito menos de usar técnicas chulas como jumpscare pra dar sustinho em marmanjo. A moral não é assustar, e sim te prender em um fluxo temporal bizarro. E não é o primeiro e nem o último paradoxo que não explica como que a falha temporal ocorre, então se você gosta de tudo mastigado, vai assistir filme pra criança ou terrorzinho clichê. Só não curti o vilão, achei ele mal elaborado. Fora isso a história se desenvolve como qualquer outro filme de looping e ocorre de maneira gratificante com o personagem spoiler: Travis conseguindo quebrar um paradoxo, sendo algo fora do clichê deste tipo de filme aonde o paradoxo continua acontecendo como em Triangulo do Medo
Junior Machado
Junior Machado

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de janeiro de 2021
O filme In the Tall Grass (Campo do Medo), foi muito bem desenvolvido e apresentado em relação à sua história, roteiro e atores (bom, pelo menos alguns). Para entender o contexto em que o filme se trata é necessário ter noção de relação e adaptação entre filmes e livros. A atual obra de Stephen King em parceria com seu filho Joe Hill: "Campo do Medo", adaptada para o cinema pelo diretor Vincenzo Natali, retrata inicialmente, a história de uma grávida e seu irmão que pelo destino acabam entrando em um matagal, que quando se adentra não há "mais" saída, durante esse processo muita coisa acontece ao longo do filme. Muitos telespectadores ficaram perdido dentro do contexto em que se encontrava o seu desenvolvimento cinematográfico, o por isso de entender a relação de filmes e livros, pois um favorece o entendimento ao outro. A história narra a vida de uma mulher que se encontra perdida em seus próprios pensamentos acerca de sua vida, o matagal sem saída, nada mais é que a vida dessa garota, a pedra é objeto usado como culto e o homem (digamos, vilão) podemos chamar de mensageiro de Deus. Associando essas características, torna se possível entender e adaptar a história para seguinte explicação: Muitas das vezes, estamos perdidos em nossos próprios pensamentos, limitados a nossa fraqueza e sem um estado ideal de fuga, representado pelo matagal, com isso, muitas pessoas se apropriam do contexto em que estamos inseridos em relação aos nossos problemas, com o objetivo de induzir a vítima aos seus caprichos, representado pelo homem da pedra, que tinha como objetivo impor o seu culto às pessoas que ali se encontravam, não muito diferente do que vivemos hoje, é possível perceber isso quando o mesmo diz aos irmãos, que se eles tocassem na pedra, suas mentes se abririam para uma nova perspectiva de vida. Foi possível perceber muitas características entre sociedade, culto, família, amizade, violência, por isso não defini o filme como algo ruim e nem como obra-prima, pois, por mais que sua história seja algo interessante (pelo menos pra mim), sua produção e qualidade de imagem e áudio, deixou a desejar muito. O filme levará 4 de 5 estrelas, assistam com carinho e atenção, e deixem suas interpretações fluírem.
Henrique Paniche
Henrique Paniche

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de maio de 2020
Fui assistir esse filme sem nenhuma expectativa por conta das críticas negativas, porém foi uma grata surpresa, adorei o ritmo da história, gostei das personagens e de seus conflitos, especialmente o Travis e o Tobin, esse último é maravilhoso. É aquele tipo de filme que você precisa assistir prestando bastante atenção pra não se perder, no começo parece que não vai levar a nada mas depois fica super ágil e te prende totalmente e te levando para um final genial.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa