Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Edu A.
2 críticas
Seguir usuário
5,0
Enviada em 29 de outubro de 2018
Esse filme é simplesmente spoiler: incrível! Assim como o primeiro filme ,Kingsman serviço secreto, o desfecho é sempre inusitado e supera quaisquer expectativa. Além disso após o cumprimento do objetivo do contexto do filme é mostrado algumas mudanças que geram dicas e especulações de como será o próximo Kingsman, aumentando ainda mais nossas expectativas.
Muito bom, história muito boa. Cenas de ação perfeita. Muita gente reclama que eles parecem o inspetor bugiganga, mas e dos espiões, faz parte deles. Vale apena.
Não é tão bom quanto o primeiro, mas diverte. Ele possui algumas boas ideias que estão a serviço da história e do trash, muitas ao mesmo tempo. Mas ele não possui alma, apenas personagens fazendo graça. Ele tenta ser mais do mesmo em uma versão americana, mas tudo soa fake demais. Tentando agradar o público ele parece descer do pódio das grandes paródias de filmes de espionagem.
Kingsman: O Círculo Dourado já começa fazendo graça no seu subtítulo (e a graça continua em um show onde o conceito de traição do puritanismo norte-americano dá um passo… à frente). Iniciando com uma cena de ação dentro de um táxi de perder o fôlego, é divertido acompanhar o ritmo frenético que o diretor Matthew Vaughn (do Kingsman original e Kick-Ass) utiliza em suas cenas. Abusando dos planos-sequência montados (não reais, com a câmera na mão, mas computador faz tudo hoje), Vaughn foi um dos pioneiros que iniciou essa tendência nos filmes de ação. Hoje até os filmes do Liam Nesson têm (como seu último, O Passageiro). A cena da igreja do original teve, e foi demais.
O filme não conseguiu se igualar ao primeiro, tampouco superá-lo, é uma pena pois eu estava com bastante expectativa para ver esse filme. As cenas de ação continuam muitos boas, muito bem coreografadas. O filme tem uma jogada de câmera legal tornando ainda mais interessante o que se está assistido, contudo o enredo poderia ter sido muito melhor. Achei a a motivação da antagonista um pouco boba, eu sinceramente não "comprei" o trama do filme. Não é pelo fato do filme também ter uma pegada cômica que irá deixar a história um pouco pueril, dar pra manter o viés comigo, continuar com as excelentes cenas de ação e deixar o enredo um pouco mais inteligente. Espero que o terceiro filme da franquia seja bem melhor.
O filme kingsman de 2015 foi muito bem recebido pelo público e pela crítica, merecidamente, pois é um blockbuster com um caráter muito próprio. Mesmo tendo uma premissa simples e não muito original. Mas brinca com essa forma de fazer filme. Pois uma organização secreta feita de alfaiates que tem como antagonista principal o Samuel Jackson de aba reta não é tão recorrente no cinema. Mas o Kingsman dois não conseguiu repeti o feito. Não conseguiu criar um vilão tão icônico e envolvente, não conseguiu fazer outra cena igual a da igreja e nem teve uma história absurdamente legal que envolvesse perigo a nível mundial como a matança descontrolada do primeiro filme. E claramente era isso que o filme estava tentando fazer, repetir o que fez no primeiro filme. Quase um Ctrl C Ctrl V do primeira longa. Desde a construção do vilão até basicamente a história inteira. Como no primeiro filme, a violência explicita é usada como atrativo, apelando a aquela parte das pessoas que quer ver pessoas sendo moídas ou cortadas ao meio. Não estou reclamando, longe de mim, porque isso pode ser errado o quanto for, mas se eu disser que eu não gostei é hipocrisia. As cenas de ação são bem coreografadas e montadas, com planos sequências longos em que a câmera dança ao redor do personagem. Dessa forma a ação funciona, mas o humor atrapalhou em diversos momentos, como por exemplo, a cena intercalada entre o Elton John e a invasão do centro do circulo dourado. Eu estava tentando me empolgar com a luta, mas o humor de 5° série Elton John quebrou o clima da cena. E em outros momentos incomodam bastante como a tentativa em colocar o rastreador na namorada do cara com o braço biônico (não lembro o nome dele e estou com preguiça de pesquisar). O antagonista secundário (o cara cujo não sei o nome e possui um braço biônico) é um resgate de um personagem que ninguém já gostava no primeiro filme, então não é de se surpreender que o personagem dele não tenha sido bem sucedido. Logo outra tentativa de repetir o feito do primeiro filme com a garota que tem as próteses de pernas um tanto quanto afiadas (outro personagem que eu não lembro o nome). Resumindo o filme tentou usar uma receita que tinha dado certo, mas os ingredientes não foram bem usados como no primeiro, logo o resultado é um filme divertido de se ver mas nem um pouco memorável.
ainda tô em dúvida se esse é melhor q o primeiro, ou os dois são ótimos, Kingsman tem uma melhores cenas de luta com corda e graças ao carinha de Narcos que as cenas deles com a corda são fantásticas e toda cena de luta do filme é espetacular pq pega uns pontos em câmera lenta e mostra todo detalhe da luta e no final se chora que nem criança por hambúrguer haha e sabemos pq os ingleses amam o Elton John
O diretor Matthew Vaughn retorna para o comando de um dos seus maiores sucessos: KINGSMAN - O CÍRCULO DOURADO. Aqui a essência do primeiro filme é expandida para uma nova instituição que combate secretamente a criminalidade, gerando a aparição de diversos novos personagens e elementos megalomaníacos que visam sustentar grande parte do roteiro.
A história por si só não rende um bom espetáculo, já que é pretensiosa em demasia e desenvolvida rasamente para manter a atenção devida nas sequências de ação. Este último item funciona bem e faz jus ao filme anterior, sempre violento e não economizando na ousadia gráfica.
Diverte e entretém, mas foi um passo em falso para uma franquia que havia começado de maneira expressiva e bem atraente.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade