Poesia Sem Fim
Média
4,0
publicações
  • Cinemascope
  • Critikat.com
  • O Globo
  • Cinema com Rapadura
  • Cineplayers
  • Almanaque Virtual
  • Cineweb
  • Télérama
  • Zero Hora
  • Preview
  • Veja

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

Cinemascope

por Cícero Pedro Leão

O caso de "Poesia sem fim" é mais interessante devido as aparições do próprio Jodorowsky, pois, ao interagir com suas versões mais jovens, ele reflete sobre a impossibilidade de resgatar o passado e não se decepciona com esta constatação.

A crítica completa está disponível no site Cinemascope

Critikat.com

por Nicola Brarda

A poesia está em todos os lugares, menos no texto. Aqui, ela se traduz em atos concretos e designa um modo de ocupar o mundo. Temos uma sequência de performances nas quais a pretensão conceitual cede espaço a uma exigência mais profunda: expressar plenamente sua própria liberdade.

A crítica completa está disponível no site Critikat.com

O Globo

por Ely Azeredo

O cineasta reverencia Fellini, influência que ilumina “Poesia Sem Fim”, com personagens clownescos, satíricos, no avesso do naturalismo que o chileno abomina.

A crítica completa está disponível no site O Globo

Cinema com Rapadura

por Vinícius Volcof

Impossível dizer quanto de invenção há na criação jodorowskiana, o importante é que a mentira e a verdade se entrecruzam com muita qualidade, senso estético apurado e inúmeras referências simbólicas de sua leitura mística do mundo.

A crítica completa está disponível no site Cinema com Rapadura

Cineplayers

por Felipe Ishac

A narração metalinguística é um meio emocionante de demonstrar os momentos melancólicos de sua partida. Neste término, ele finalmente consegue enfrentar seu pai e, pela primeira vez em dois filmes, a pessoa interfere no personagem.

A crítica completa está disponível no site Cineplayers

Almanaque Virtual

por Filippo Pitanga

[...] acima de tudo o filme tem de ser visto não como massageador de ego, e sim como prova cabal de que a arte pode e deve curar feridas da realidade, sublima, engrandece, corrige, conserta até a morte...

A crítica completa está disponível no site Almanaque Virtual

Cineweb

por Neusa Barbosa

[O filme possui uma] qualidade meio mágica, meio melancólica, dentro de um visual por vezes anárquico e multicolorido, mas que nunca se afasta de uma veia que permite reconhecer a profunda humanidade de tudo o que está sendo narrado.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

Télérama

por Pierre Murat

O cineasta continua, com "Poesia Sem Fim", a narrativa burlesca, colorida, extravagante de sua vida. Ele a inventa e reinventa numa série de descobertas estéticas, com cenas magníficas: o café Iris, por exemplo, este lugar cinzento com clientes adormecidos e garçons lânguidos...

A crítica completa está disponível no site Télérama

Zero Hora

por Daniel Feix

Estranho, exótico, delirante – "Poesia Sem Fim" é como o seu autor. É um filme belíssimo, que além de tudo faz vislumbrar a riqueza dos três títulos que estão por vir...

A crítica completa está disponível no site Zero Hora

Preview

por Suzana Uchôa Itiberê

Não é cinema para o grande público, tem bastante esquisitice, mas é uma viagem lírica pelo passado do diretor. [...] Sua lente é experimental e por ela passam tipos exóticos, circenses e bizarros, em busca de uma felicidade amparada na liberdade plena – o nu é explorado sem cerimônia.

A crítica completa está disponível no site Preview

Veja

por Miguel Barbieri Jr.

De modo esfuziante e alegórico, com cores berrantes e imagens fortes, a adolescência do protagonista envolve o espectador pelo choque visual. Não tarda, porém, para a trama se arrastar em situações repetitivas e blá-blá-blá monótono.

A crítica completa está disponível no site Veja
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