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Lefundez T
18 críticas
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3,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2026
Um filme que eu fui com a expectativa lá no alto, mas que infelizmente não achei tudo isso . Vale a pena pra quem quer assistir um filme rápido e não necessariamente complexo
Eu já vi filmes ruins, e até filmes péssimos, mas pelo menos eles tinham alguma estrutura. Esse aqui não tem nada. Do começo ao fim, tudo é confuso, mal encaixado e sem sentido. O começo já parece o final, e o final é só mais uma bagunça sem propósito. Você não consegue entrar nos personagens, não consegue se apegar a ninguém e não sente absolutamente nada além de raiva. Não existe desenvolvimento, não existe clímax e a história simplesmente não se sustenta. O filme ainda apela para exposição gratuita do corpo feminino, sem função narrativa, o que só aumenta o desconforto. No fim, não é terror, não é profundo e não é arte — é só uma enorme perda de tempo.
Você irá assistir esse filme pois algum amigo disse ser muito bom, entretanto, no meio da obra você pensará: "bom, até o momento nada. Espero que chegue no auge logo, estou ansioso para ver o quão bom é o filme". Após isso 40 minutos passarão e os créditos vão começar a passar na tela e você irá perceber que perdeu 1h e 30 minutos da sua vida assistindo um dos piores e mais sem nexo filmes já criados.
Quando assisti a A Bruxa, senti como se tivesse sido transportada para uma Nova Inglaterra do século XVII sombria e opressiva. O cuidado de Robert Eggers com os detalhes históricos e a atmosfera sufocante me impressionaram profundamente. O filme não é apenas assustador, mas perturbador de uma maneira que mexe com a alma. Anya Taylor-Joy brilha como Thomasin, transmitindo inocência e dúvida de forma impecável.
Como a fé pode cegar ou manipular as pessoas né. Esse filme mostra exatamente isso, que filme grandioso, se uma Bruxa existir de verdade é assim que ela age, com confusão, manipulando, tramando pelas sombras, atraindo, isolando e possuindo. Que grandiosidade de filme, acho que o sequestro do menino do meio aos desatentos ficou confuso, o menino estava conhecendo descobrindo o tesão o desejo sexual, olhava os seios da irmã mais velha querendo toca-los. E quando viu uma linda mulher cedeu ao beijo, sinceramente se a atriz que fez a bruxa bonito para atrai-lo estivesse pelada totalmente nua, seria muito melhor pois até nós espectadores entenderiamos o menino. Por fim a Anya Taylor também deveria ter sido mostrado mais de sua nudez, só mostrou muito mal sua bunda bem bonita, deveria ter mostrado tudo dela assim o filme ficaria nota 10. Mas parabéns filme muito bom, filme digno de uma bruxa.
"A Bruxa", dirigido por Robert Eggers, é uma obra-prima do terror psicológico que redefine o gênero ao entregar uma experiência inquietante, envolvente e profundamente perturbadora. Situado na Nova Inglaterra do século XVII, o filme mergulha o espectador em um ambiente opressivo e isolado, onde a religião, o medo e a paranoia se entrelaçam de forma sufocante.
O maior trunfo de A Bruxa está em sua autenticidade histórica. Desde o uso de um inglês arcaico até a minuciosa recriação de cenários e figurinos, Eggers demonstra um comprometimento raro com a precisão e a atmosfera. A tensão é construída de forma gradual, quase imperceptível, até que explode em momentos de puro terror.
O elenco é impecável, com destaque para Anya Taylor-Joy em sua estreia no cinema. Sua interpretação como Thomasin é ao mesmo tempo vulnerável e poderosa, capturando com maestria o conflito interno de uma jovem à mercê de forças maiores do que ela compreende. O restante do elenco, incluindo Ralph Ineson e Kate Dickie, complementa perfeitamente o tom sombrio e desesperador do filme.
Eggers utiliza a natureza e a escuridão como personagens em si, transformando o ambiente em um elemento essencial para o terror. A trilha sonora dissonante e os longos silêncios tornam cada momento imprevisível, deixando o espectador constantemente à beira do desconforto.
O que torna A Bruxa verdadeiramente notável é a visão singular de Robert Eggers. Sua maneira sombria e distinta de contar histórias vai além do susto fácil, mergulhando em temas complexos como fanatismo, repressão e medo do desconhecido. Eggers se destaca como um diretor que desafia convenções e entrega uma experiência cinematográfica única, provando que o terror pode ser ao mesmo tempo assustador e profundamente artístico.
Nunca assisti um filme tão ruim assim na minha vida, que podre e sem sentido algum. O diretor desse filme desse filme deve que estava drogado quando o produziu
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