Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Cristiano M
10 seguidores
45 críticas
Seguir usuário
1,0
Enviada em 4 de julho de 2016
já dormi em cinemas por serem ruins. Nesse, não dormi com medo de sonhar com esse filme. O longa aborda o tempo todo sobre aliens. Olhava para os lados no cinema e 90$ entediado. Não percam tempo. Muito menos dinheiro.
Com um elenco tão talentoso de roteiristas e atores, confesso que esperava muito mais. As melhores piadas foram entregues no trailer. Se ri cinco minutos além disso, foi muito. A sessão estava vazia e mesmo assim, metade das pessoas foram embora antes do final.
Da mesma forma que aconteceu com o pessoal do Casseta e Planeta, o Porta dos fundos sofreu da mesma maldição de não saber transformar esquetes num longa metragem. Deveriam ter feito histórias curtas. Uma pena!
Se tivessem feito um screening antes, talvez nem tivessem deixado chegar o filme ao público. Do meio para o fim, quase me levantei para ir embora. Não por causa do humor grosseiro, mas porque fiquei com sono de tanto tempo sem rir.
Acredito que ainda farão um filme bom um dia. Mas prefiro ficar com os esquetes do site.
o filme contrato vitalicio - só se for para o pt . Nem assisti o filme ainda. Vou ver quando passar na sessao da tarde ou na temperatura maxima. Até lá vou dar uma estrela e, dependendo de eu assistir, mudo de opinião. Isso pode levar alguns meses ou anos. assis sp brasil
"Contrato Vitalício" surpreende por apresentar uma estória completa, em vez das esquetes que consagraram o Porta dos Fundos, a do jovem ator Rodrigo (Fábio Porchat) o qual recebe um dos principais prêmios do cinema logo no início de sua carreira e da parceria com seu colega de profissão Miguel (Gregório Duvivier). A estória gira em torno do entusiasmo com a vitória inicial, a qual durante a celebração enseja a assinatura de um contrato vitalício, na certeza juvenil que o sucesso é para sempre. Assim é que o grupo de humoristas, utilizando a notória linguagem politicamente incorreta, recorre à metalinguagem para ensinar como um filme de conteúdo esquizofrênico pode ser realizado até mesmo contra a vontade do principal participante. Como pano de fundo, a trama mostra que a violência mais sanguinária do mundo real, personificada no detetive Otacílio (Antonio Tabet), não é páreo para o nonsense. Faz refletir se os "contratos vitalícios", tão comuns na sociedade brasileira, que tanto valoriza a estabilidade no emprego, não estariam sujeitos à mesma esquizofrenia que desvia pessoas e instituições de um propósito lógico. E se a "cultura" que é produzida para as massas, e é claro que o próprio filme não pode ficar de fora desse rol, não passa de um pênis gigante pronto para estuprar o bom senso e a qualidade. Tudo isso, quando nos exilamos nos banheiros metafóricos, de onde saímos prontos para produzir a mais pura escatologia. Os recursos públicos provenientes da renúncia fiscal, proporcionados pelas leis de incentivo, como a Rouanet, deveriam ser melhor empregados, não em projetos que são capazes de gerar recursos por si próprios, uma vez que são realizados por quem já compõe a indústria cinematográfica tupiniquim e que deveriam ser capazes de fazer filmes autossustentáveis. Apesar disso, o filme é tecnicamente bem realizado com um elenco de hilários comediantes. Contudo, cinema não é só forma, mas, principalmente, conteúdo, e nesse sentido o filme do Porta erra ao não explorar a ideia do contrato vitalício, relacionando-o com os cargos vitalícios que existem na sociedade brasileira e que são responsáveis por nossa estagnação moral, social, cultural e econômica. Aliás, essa falta de senso crítico se reflete no próprio protagonista Rodrigo que não parece incomodado com a superficialidade e nonsense do que faz, mas apenas com a patologia que acomete seu antigo parceiro e que só ele parece perceber. Dispensável.
Filme fraco, cansativo, está muito longe da Porta dos Fundos da internet. O filme na primeira parte até se consegue ver, mas depois de 10 anos, com o retorno de uma das personagens, o filme se perde e fica ridículo.
Um filme que já tem logo no cartaz de divulgação uma paródia dos Vingadores passaria uma credibilidade de história original? Essa é a maior indagação no primeiro filme da trupe "Porta dos Fundos". O filme dirigido por Ian SBF (Entre Abelhas) não passa essa confiança, muito menos a comédia rápida e peculiar do Porta, o filme não consegue ir além da zona de conforto dos 2min30s de um vídeo no You Tube (plataforma que a turma domina). O timing das piadas estão contidas nos primeiros 60 min do longa, ao passar esse tempo o mesmo se torna enfadonho e repetitivo, um filme para dormir no cinema. Nem parece que o diretor Ian foi o mesmo de "Entre Abelhas", esse sim foi um filme bem trabalhado nas nuances cinematográficas, apesar de ser de um gênero diferente de "Contrato Vitalício". Com um roteiro semelhante a uma esquete feita para a internet, SBF vai levando sua produção como um vídeo do Porta de forma estendida e paga, já que, você precisa comprar seu ingresso para assistir os caras que você vê de graça no You Tube. O mesmo foi escrito pelo próprio Fábio Porchat que interpreta Rodrigo, um ator de filmes que tem como melhor amigo o diretor Miguel (Gregório Duvivier). Os dois são premiados em um festival internacional de cinema e na comemoração, Rodrigo escreve em um guardanapo de bar um Contrato Vitalício, onde ele e Miguel sempre fariam filmes juntos, só que Rodrigo não contava que no dia anterior Miguel desapareceria e só retornaria depois de 10 anos com uma proposta de produção insana. O longa até que apresenta elementos interessantes em sua narrativa como a famosa e descontrolada da internet (Thati Lopes), o agente de celebridades e viciado em smartphone (Luis Lobianco), o jornalista de fofoca (Marcos Veras), a diretora de elenco descontrolada (Júlia Rabello), o investigador sanguinolento (Antonio Tabet), entre outros. No entanto não é o suficiente para segurar uma produção de 1h40m. Fica aqui a dúvida: Será que Porchat e sua turma funcionam, apenas, na Internet? São as cenas do próximo capítulo.
Contrato Vitalício - olhava as críticas desse filme e resolvi mesmo assim assistir pra saber se era tão ruim como Todos falavam mas realmente o filme é muito sem noção não vale o tempo perdido E olha que pros caras serem um sucesso na internet e fazer um filme desse tipo é decepcionante
Filme horrível, sem contexto, agonizante. Uma pena porque os atores são muito bons. Tá mais pra tragédia grega que comédia, não ri um vez, várias pessoas saíram na sessão antes do fim. Não perca seu tempo.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade