Porta dos Fundos - Contrato Vitalício: Críticas - Página 4
Porta dos Fundos - Contrato Vitalício
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André L.
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1,0
Enviada em 5 de julho de 2016
Filme fraco, cansativo, está muito longe da Porta dos Fundos da internet. O filme na primeira parte até se consegue ver, mas depois de 10 anos, com o retorno de uma das personagens, o filme se perde e fica ridículo.
Um filme que já tem logo no cartaz de divulgação uma paródia dos Vingadores passaria uma credibilidade de história original? Essa é a maior indagação no primeiro filme da trupe "Porta dos Fundos". O filme dirigido por Ian SBF (Entre Abelhas) não passa essa confiança, muito menos a comédia rápida e peculiar do Porta, o filme não consegue ir além da zona de conforto dos 2min30s de um vídeo no You Tube (plataforma que a turma domina). O timing das piadas estão contidas nos primeiros 60 min do longa, ao passar esse tempo o mesmo se torna enfadonho e repetitivo, um filme para dormir no cinema. Nem parece que o diretor Ian foi o mesmo de "Entre Abelhas", esse sim foi um filme bem trabalhado nas nuances cinematográficas, apesar de ser de um gênero diferente de "Contrato Vitalício". Com um roteiro semelhante a uma esquete feita para a internet, SBF vai levando sua produção como um vídeo do Porta de forma estendida e paga, já que, você precisa comprar seu ingresso para assistir os caras que você vê de graça no You Tube. O mesmo foi escrito pelo próprio Fábio Porchat que interpreta Rodrigo, um ator de filmes que tem como melhor amigo o diretor Miguel (Gregório Duvivier). Os dois são premiados em um festival internacional de cinema e na comemoração, Rodrigo escreve em um guardanapo de bar um Contrato Vitalício, onde ele e Miguel sempre fariam filmes juntos, só que Rodrigo não contava que no dia anterior Miguel desapareceria e só retornaria depois de 10 anos com uma proposta de produção insana. O longa até que apresenta elementos interessantes em sua narrativa como a famosa e descontrolada da internet (Thati Lopes), o agente de celebridades e viciado em smartphone (Luis Lobianco), o jornalista de fofoca (Marcos Veras), a diretora de elenco descontrolada (Júlia Rabello), o investigador sanguinolento (Antonio Tabet), entre outros. No entanto não é o suficiente para segurar uma produção de 1h40m. Fica aqui a dúvida: Será que Porchat e sua turma funcionam, apenas, na Internet? São as cenas do próximo capítulo.
Tentou, mas se enrola todo no roteiro e na tentativa de separar o grupo de esquetes do YouTube para um grupo de comediantes fazendo um longa metragem, filme esforçado, mas abaixo do esperado, se é que se esperava-se grande coisa do roteiro.
Contrato Vitalício - olhava as críticas desse filme e resolvi mesmo assim assistir pra saber se era tão ruim como Todos falavam mas realmente o filme é muito sem noção não vale o tempo perdido E olha que pros caras serem um sucesso na internet e fazer um filme desse tipo é decepcionante
Filme mais besta que já assisti numa sala de cinema, quem não foi ver, não perca seu dinheiro. Até que dá pra rir pelo esforço do elenco que é ótimo, onde as partes onde vc não se sente tão no prejuízo, envolvem um detetive torturador, mas de resto não tem lógica, não tem enredo, não tem nem de longe o que se vê na Porta dos Fundos do YouTube.
Filme horrível, sem contexto, agonizante. Uma pena porque os atores são muito bons. Tá mais pra tragédia grega que comédia, não ri um vez, várias pessoas saíram na sessão antes do fim. Não perca seu tempo.
Filme horrível. Sem dúvida alguma que é o pior que já assisti. O mais decepcionante é a esperança de que o filme possa vir a ter alguma reviravolta, dando algum nexo, um sentido à essa péssima obra. Me senti um idiota por ter visto isso. Parece que a intenção é essa, que o público saia se sentindo ridicularizado. Pelo acontecido na minha sala de cinema eles conseguiram, porque metade das pessoas saíram no meio do filme. Fico muito triste de fazer essa crítica, pois sou um grande fã do canal e dos humoristas que fazem parte dele.
O filme é um lixo! Um soco na cara de quem foi assistir esperando o humor inteligente do Porta dos Fundos. Nada se aproveita do que foi ali produzido. Deu vontade de sair no meio da projeção e tive a sensação do cinema brasileiro se encontrar em seu pior momento.
Filme fraco, sem graça, cheio de pastelão e caricaturas. Nada se relaciona c as esquetes do canal. Tampouco há qualquer elemento de crítica política ou social (não q isso seja necessário, mas era esperado como boa função só humor).
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