Não é maravilhoso, mas também não é a pior coisa que já assisti. Para o gênero, acho válido. Não está entre nenhum top 10 mensal, mas vale assistir pelas atuações e abstrair determinadas cenas.
O filme é péssimo, nem mesmo a boa atuação da Andra Day e Glenn Close salvam este fíasco. Roteiro raso, desconexo e sem emoçäo. O terror que não aterroriza ninguém faz o espectador perder tempo.
O filme tenta nos empurrar um conflito familiar que ao decorrer do roteiro acaba sendo chato e totalmente previsível. De fato, o início é um tanto quanto interessante,mas, acaba se repetindo e deixando perguntas que não são respondidas. Agora, o lado do terror é fraco e na minha visão é muito genérico… corpos pegando fogo, se quebrando e lá vai. Por abordar um fato real, seria interessante deixar o filme mais “pé no chão”.
Sinceramente, que produção péssima! Eui fui pela obs que cita Oscar ... Olha, sinceramente.. qualidade ruim de imagem, parece que foi filmado com uma câmera amadora, um possessão com uma pastora que não passa credibilidade nenhuma? Um filme que tem mais palavrões que não sei o que? Do meio pro fim eu ja tava rindo com e pensando como que produzem uma porcaria dessas e a Netflix coloca como se fosse O Filme!
Consegue transmitir a sensação angustiante do terror e a leveza do bem que vence o mal no final. Isso é um ponto importante. A história é boa e no meu ponto de vista o filme entregou tudo. Enredo bem desenrolado
Todo filme que a temática for para aproximar da presença de Deus e que através disso aumente nossa fé em tempos de ceticismo, terá minha nota máxima na avaliação independente da construção, cenário ou atuação. Mas de qualquer forma Glenn Close e Andra Day foram excelentes na dinâmica dentro dos seus papéis.
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