Esse flme é muito bom,mas as vezes fica entediante por conta do ritmo das músicas que eu entendo que é um filme e é diferente do clima do teatro,mas na minha opinião,só Sexy e World Burn que realmente entregaram os ritmos e a Avantika e a Reneé Rapp entregaram tudo na Karen e na Regina,as melhores desse personagem,o resto das músicas ou são sem graça ou não entregaram, eu esperava muito desse filme,mas não entregou tudo que a gente imaginava e não me agradou muito,e eu já assisti até o Musical,e o filme dá pra assistir.
Este remake de Samantha Jayne e Arturo Perez Jr. transforma o clássico de 2004 em um musical exuberante, mas nem sempre bem-sucedido. Embora o roteiro de Tina Fey atualize a narrativa com temas contemporâneos como bullying digital, empoderamento feminino e diversidade, o filme perde o impacto satírico do original ao suavizar sua acidez em nome da correção política.
Reneé Rapp brilha como Regina George, mas sua vilania é menos contundente que a de Rachel McAdams. As músicas variam entre momentos cativantes e passagens genéricas, às vezes remetendo ao tom exagerado de "Glee". Apesar de bons momentos visuais e um elenco diverso, participações como as de Jon Hamm e Ashley Park ficam aquém, parecendo pouco inspiradas.
O filme peca por diluir o humor mordaz e entregar uma execução irregular, mas ainda oferece entretenimento leve e relevante para o público jovem.
O filme é bem divertido,e espontâneo porém ele é literalmente bem semelhante a meninas malvadas porém com algumas alterações,perde um pouco da graça pois já sabemos o que irá acontecer,mas gosto da forma como atualizaram o filme para a nossa geração.
O roteiro é o mesmo do original, mais deixaram mais boba, chata, sem sal, deixaram os personagens ruins e botaram músicas muito chatinhas, não vale a pena
Não é ruim, mas dificilmente um remake vai superar o original. Aquele foi icônico e lendário, trazendo até hoje referências pop em nossas vidas. Essa versão faz jus ao primeiro, mas falta essência e originalidade. Impossível não comparar: o carisma, as piadas, o politicamente incorreto da época...
Para quem assistiu a primeira versão do Clássico “Meninas Malvadas” a escolha dessas atrizes para nova versão de patricinhas não tem absolutamente nada haver. A Regina não tem cara de adolescente, parece uma pessoa adulta e bem adulta com um corpo bastante avantajado de mulher de uns 30 anos, está mais para American Pie, do que adolescente de ensino médio, ficou muito fora da lógica. O carinha também está totalmente fora do contexto de gatinho top do colégio. Karen ficou igual uma porta, chapadona. Achei legal fazerem uma nova versão do filme que marcou uma geração, com alteração de uns personagens, com perfil mais inclusivo. Juro que tentei assistir como se fosse um filme novo. E esse musical para os personagens, não consigo opinar sobre isso, musiquinhas chatas. Ficou um misto sem sal e sem açúcar, é uma coisa meio paródia. Confesso que não entendi a ideia de mudarem tanto a ideia, o conceito original. Não gostei mesmo.
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