Desculpe o Transtorno
Média
2,7
publicações
  • Cineweb
  • O Globo
  • Preview
  • Veja
  • Folha de São Paulo
  • Omelete

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

Cineweb

por Nayara Reynaud

A obra fica, por assim dizer, no meio do caminho ao fazer mais do mesmo dentro da comédia romântica que tanto conhecemos, mas sendo assim mesmo uma produção diversa quanto ao seu gênero e tom cômico dentro da cinematografia brasileira.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

O Globo

por Daniel Schenker

A referência ao stand-up contida em “Desculpe o transtorno” não é arbitrária, na medida em que o filme de Tomas Portella serve de veículo para atores notabilizados no campo da comédia. [...] Os problemas se concentram no roteiro de Tatiana Maciel e Célio Porto...

A crítica completa está disponível no site O Globo

Preview

por Suzana Uchoa Itibere

"Desculpe o Transtorno" não se aprofunda na complexidade do tema do transtorno de dupla personalidade, que funciona mais como um recurso para acentuar as diferenças entre Rio e São Paulo. O enredo, porém, tira bom proveito dos arquétipos e estereótipos sem medo de abusar dos clichês.

A crítica completa está disponível no site Preview

Veja

por Tiago Faria

[...] Gregorio Duvivier e Clarice Falcão formavam um casal hipster-fofo na vida real quando a comédia romântica Desculpe o Transtorno foi gravada. O casamento acabou em 2014, mas o filme está aí para comprovar a fina sintonia cômica da dupla.

A crítica completa está disponível no site Veja

Folha de São Paulo

por Inácio Araujo

O talento é necessário, claro, mas estamos em 2016: não é suficiente. Ou se conhece a arte que se pratica [...] ou vamos, eternamente, nos afundar nas comédias românticas à moda de 1950 [...], a pensar que se está fazendo um filme contemporâneo.

A crítica completa está disponível no site Folha de São Paulo

Omelete

por Natália Bridi

A intenção até podia ser fazer uma comédia romântica inofensiva, cuja realização é mais sentimental do que cinematográfica, mas falta ritmo e sinceridade para tanto [...]. Ironicamente, na soma das suas partes, o próprio filme acaba sendo o transtorno pelo qual se desculpa no título.

A crítica completa está disponível no site Omelete
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