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Luka
27 críticas
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1,0
Enviada em 14 de janeiro de 2025
De toda saga essa foi a que menos gostei. Entendo que não exatamente ela seja no universo de art como plano original, mas hoje em dia a consideram como sim. As cenas do filme são chatas e até mesmo óbvias, mesmo que o filme seja de baixo orçamento isso não justifica não capricharem no roteiro. Apenas de todas as críticas, sua cena pós crédito foi genial e confesso que desliguei a TV na mesma hora com medo.
All Hallows’ Eve me surpreendeu muito. Foi o primeiro filme que assisti dentro do universo de Terrifier e, olhando agora, acabou sendo a melhor decisão possível antes de ver os outros da sequência. Diferente dos filmes posteriores, que apostam mais no choque visual e no excesso gráfico, aqui o horror é construído de forma mais gradual, sádica e profundamente bizarra. O filme se estrutura em vários contos que se desencadeiam a partir da descoberta de uma fita VHS, e essa escolha narrativa funciona muito bem para criar uma sensação constante de desconforto, como se algo estivesse observando e conduzindo tudo desde o início. O gore não surge de maneira gratuita; ele é preparado aos poucos, com uma progressão de tensão que torna cada momento mais perturbador. Art The Clown aparece menos como um simples assassino e mais como uma entidade que valida e manipula a violência, surgindo sempre após as mortes, quase como uma assinatura do horror consumado, o que faz o filme assustar mais do que os títulos seguintes da franquia, que chocam visualmente, mas perdem parte dessa atmosfera de ameaça silenciosa. O principal ponto fraco está em algumas atuações limitadas, que em certos momentos enfraquecem a imersão, mas isso não compromete o impacto geral. No conjunto, All Hallows’ Eve é um filme sádico, estranho e eficaz, que aposta mais na construção do medo e na sensação de inevitabilidade do mal do que apenas no choque explícito, sendo, para mim, o mais perturbador de todo o universo Terrifier.
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