Homem Irracional
Média
3,8
261 notas

29 Críticas do usuário

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Cid V
Cid V

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3,0
Enviada em 7 de julho de 2024
Abe (Phoenix) é um professor de filosofia recém-chegado a universidade de uma pacata cidade de Rhode Island, despertando a atenção tanto da sua jovem estudante Jill (Stone) quanto da madura cansada do casamento, Rita (Posey). Jill, mesmo em vias de estabelecer um compromisso mais resoluto com Roy (Blackley), deixa-se levar por sua crescente paixão por Abe, enquanto ele demarca uma amizade.

mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2024/07/filme-do-dia-o-homem-irracional.html
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de outubro de 2016
Eu sei, críticos, Woody Allen está se repetindo. Mas e daí?! É WOODY FUCKING ALLEN, pqp!!! O cara pode fazer um filme com o Adam Sandler como protagonista e o MICHAEL BAY auxiliando no roteiro e na direção que com certeza vai sair uma coisa muito melhor que a média atual do cinema americano. Homem Irracional é um Match Point um pouco mais alocado, a principal diferença é o ''destino'' dos seus protagonistas.
Lucas S.
Lucas S.

293 seguidores 204 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de setembro de 2019
O pessoal ao criticar o filme, parte do ponto de vista que é mais um roteiro parecido ou igual alguma outra obra do Woody Allen, mas se esquecem que comparado a outros filmes, não é mais um clichê. Se alguém não assistiu aos filmes anteriores dele, achará o filme genial.
De qualquer forma ao assistir o filme nos deparamos com atores bem entrosados, cidade bem acolhedora e um fundo filosófico. Com a seguinte síntese: um professor universitário de filosofia muda-se para esta cidade, conhece uma aluna que o acaba seduzindo. Mas fora isso, ele anda meio sem sentido para a vida, momento em que uma conversa paralela qualquer num restaurante o desperta para um objetivo, matar um juiz de direito, pois o considera um ser desprezível e passível de ser morto e não fazer falta.
É nesse jogo que entra os embates entre o crime e a moral. Decorrendo assim o roteiro da obra, que por sinal foi baseado no livro Crime e Castigo.
Recomendo este filme.
MCemerson
MCemerson

10 seguidores 43 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de fevereiro de 2016
É incrível como o Woody Allen consegue, com uns punhados de recurso, fazer um filme que prende a nossa atenção do início ao fim. Não é dos melhores filmes do diretor, mas ainda assim é um ótimo passa-tempo.
Yuri Menezes
Yuri Menezes

1 seguidor 19 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de maio de 2024
Senti que a história te leva por diferentes caminhos, te fazendo questionar as ações dos personagens e como tudo vai se desenrolar.

Mesmo tendo uma ideia do que iria acontecer no final, a jornada é tão interessante que me prendeu no sofá.

É impossível não reconhecer a assinatura de Woody Allen no filme. O humor ácido, os diálogos inteligentes e a reflexão sobre a vida humana estão presentes em cada cena.
Lucas T
Lucas T

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3,5
Enviada em 26 de novembro de 2019
A historia de um homem desmotivado que reencontra de um jeito peculiar a vontade de vive. Um bom filme filme para entretenimento com drama ,suspense e romance ,ao estilo do diretor.
Ivo B
Ivo B

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3,5
Enviada em 6 de agosto de 2019
Bom filme.
Mas tudo me fez lembrar Hitchcock.
A escada do elevador, a queda, lembra "Um corpo que cai".
A crise existencialista do professor e a descoberta da razão de viver, muito
bem elaborada.
As mulheres foram inocentadas nesse roteiro, se bem que não..
O tom filosófico é excelente.
Rafael V.
Rafael V.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2016
Três nomes enormes se juntam em um dos filmes mais simples que já vi. O primeiro deles é Woody Allen, que sempre trabalhou com filmes subjetivos. Ainda temos Emma Stone e Joaquin Phoenix. Com tamanha grandeza, Homem Irracional se mostra um filme bastante simples em todos os quesitos. O enredo, por exemplo, tem como parte mais complexa alguns pensamentos de Kant e outros filósofos. A fotografia não cria novos estilos e nem usa CGI, usando apenas algumas praias como as melhores cenas. Em resumo, todos os quesitos são os mais simples e baratos possíveis.
O filme apresenta Abe Lucas, um professor de filosofia em meia idade que se muda para uma cidade do interior. Uma de suas alunas acaba “se encantando” por ele, e cria o ponto mais fraco do filme: um romance forçado que se mantém até o final. Uma da professoras também passa a ter o mesmo sentimento, e acaba tentando o mesmo que a aluna. Ambos interesses não abalam Abe no primeiro momento, que mantém sua postura de alcoólatra desiludido, muito bem retratado por Joaquin (assim como em Vício Inerente). Jill, a aluna, parece ter perdido para a professora, e mesmo estando em um relacionamento não considerado sério por ela mesma, continua tentando conquistar o professor.
A partir de alguns encontros, Lucas passa a admirá-la até que em uma cafeteria escuta uma mulher reclamar de seu ex-marido, o juiz da cidade, que iria arruinar a vida dela e ainda levaria a guarda das crianças. Desde então, o professor desperta de seu estado de infelicidade e passa a planejar a morte do desconhecido. Ele começa a se sentir mais disposto e chega a passar uma noite com Rita, a professora. Posteriormente, ele começa a se interessar por Jill, até o primeiro beijo roubado por ela. O romance, já previsto, acaba acontecendo e Jill é obrigada a se separar do namorado. spoiler: Abe Lucas decide dar continuidade ao assassinato e envenena Spangler. Sendo um total desconhecido do juiz, ele a nenhum momento foi considerado suspeito. O problema é que sua nova namorada e ele comentaram “querer matar” o desconhecido durante a conversa da viúva, e, isso sem motivo aparente, deixa a aluna desconfiada.

O momento mais alto do filme ocorre num jantar na casa de Emma Stone, quando o sogro do professor decide conversar sobre o assassinato e ele se depara com a necessidade de falar sobre seu feito. O ator age de uma forma extremamente natural e ainda leva a todos a criar sua própria linha de raciocínio. Phoenix parece ser qualquer um no caso em uma conversa tranquila com a família da namorada e passa despercebido até por ele mesmo.
Surgindo uma louca teoria da professora abandonada, Jill, por um motivo não muito aparente (outro ponto fraco do enredo), decide ir atrás do caso e acaba constatando que foi ele mesmo o assassino tendo como justificativa apenas a tentativa de fazer o mundo melhor sem o juiz Spangler . Depois de descoberto, o professor decide ir para a Europa e opta por matar a namorada-aluna. O problema que numa falsa conversa, ele arma um esquema que falhou e a briga se encerra quando ele escorrega em uma lanterna que ele mesmo deu a amada e cai no foço do elevador. O filme se encerra com Jill na mesma posição de Abe, refletindo sobre a posição que se encontra, mais uma vez tendo Kant como base do pensamento.
[spoiler]
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