Elvis
Média
4,3
551 notas

67 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.292 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de julho de 2022
Baz Luhrmann nos presenteia aqui um filme biográfico esplendoroso com uma direção impecável com um elenco espetacular que conta com atuações ótimas Austin Butler como Elvis e Tom Hanks como seu empresário. Um dos melhores filmes do ano.
Nelson J
Nelson J

51.034 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de julho de 2022
Poderia ser bem melhor. Austin bem no papel, mas o roteiro se arrasta quando Elvis vira atração permanente em Vegas. Talvez, para mostrar como se pode ser o maior do mundo em uma jaula. Coronel (Hanks) como seu diretor, fã e aproveitador. Começo nota 10, mas vai caindo, caindo ...
Jackson A L
Jackson A L

13.704 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de outubro de 2022
Um bom filme, com uma bela atuação de Austin Butler e mais um excelente papel para Tom Hanks, na pele do "coronel" tom Parker. Há muitas teorias que envolvem a carreira de Elvis com o empresário e principalmente o motivo de Elvis não ter tido carreira internacional (apenas 3 shows no Canadá). Como teria sido a carreira de Elvis sem Tom Parker, será que teria ainda mais sucesso? teria uma carreira mais longeva? São coisas que não dá pra saber.. Vale a reflexão. Tom Parker teria sido um Ray Croc da música?
Obs. Para quem não pegou a referência assistam "Fome de Poder" (The Founder) que conta a história do MC Donalds.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de setembro de 2022
“Elvis”, cinebiografia dirigida e co-escrita por Baz Luhrmann, é um filme com a cara do diretor/roteirista/produtor australiano. Um espetáculo visual, repleto de cores e de vibração, com uma edição frenética e com recursos narrativos que tentam fazer jus à figura magnética, emblemática e igualmente chamativa que era a de Elvis Presley.

O filme tem como foco o relacionamento entre o cantor (interpretado por Austin Butler) e seu empresário, o Coronel Tom Parker (Tom Hanks), que se conheceram quando Elvis realizou as suas primeiras gravações, ainda na Sun Records, e era considerado uma promessa da música norte-americana.

“Elvis” enfoca muito bem os motivos por trás da transformação de Elvis Presley no Rei do Rock ‘N Roll. Se, por trás dele, tinha a mentalidade empresarial do Coronel Tom Parker, nos holofotes tínhamos um artista que soube se posicionar num momento histórico de um Estados Unidos segregacionista, conservador e violento.

Chama a atenção também, na trajetória de Elvis Presley, o fato dele ser um artista mundialmente aclamado sem nunca ter saído dos Estados Unidos e ter feito grandes turnês internacionais.

Neste ponto, “Elvis” reflete, também, uma crítica ao regime de trabalho de artistas como o cantor, com contratos de trabalho com cláusulas abusivas, reféns de seus empresários e sem a liberdade de poder planejar a sua carreira.

Embora não deva ser a obra definitiva sobre a vida e obra de uma estrela do porte de Elvis Presley, “Elvis”, com certeza, será lembrado pela sua visão extravagante e por duas excelentes performances: as de Austin Butler e de Tom Hanks, que devem estar presentes na próxima cerimônia do Oscar, assim como o filme deve ser indicado em algumas categorias técnicas.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de setembro de 2022
Denso, intenso, forte, marcante e triste... uma história avassaladora, impressionante e marcada por muita tristeza também. Enfim, toda trajetória densa e espetacular do eterno Rei do Rock.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de agosto de 2022
A lenda! Elvis nunca irá morrer, de fato. Vindo na linha de grandes biografias musicais, essa não faz diferente e apresenta um conjunto a altura do que veio mostrar. É longa, mas necessária para se fazer conhecer a intensa história do rei do rock and roll. Suas inspirações e influências são épicas e a partir daí a história da música é reescrita. Ótimas interpretações fazem o show e Hanks da o tom ao enredo.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de setembro de 2022
Excelente filme. O enredo é bastante elétrico com uma boa dinâmica, as cenas musicais são bastante empolgantes que arrepia até os que não são tão fãs assim do Elvis como eu. Ponto positivo também na escolha do elenco. Ponto negativo foi a duração do filme. O filme é tão longo que no decorrer do tempo me deixou desinteressado e não via a hora de terminar, os 25 min finais eu já estava bem casado. Mas no geral é sensacional!
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de janeiro de 2023
Elvis

"Elvis" é dirigido por Baz Luhrmann, escrito por Luhrmann, Sam Bromell, Craig Pearce e Jeremy Doner. Segue a vida do cantor e ator de Rock and Roll Elvis Presley, contada da visão de seu empresário, o coronel Tom Parker, cujo abuso financeiro dele é um ponto importante da trama.

O diretor Baz Luhrmann é conhecido por sua excentricidade, sua extravagância e sua grandiloquência em suas obras, como podemos comprovar em "Moulin Rouge" (2001) e a sua versão de "O Grande Gatsby" (2013). Já em "Romeu + Julieta" (1996) o diretor traz a sua versão dessa obra shakespeariana mostrando um olhar romântico porém mais modernizado. "Austrália" (2008) não tem jeito, na minha humilde opinião é o pior filme do diretor. Dito isso, o que eu poderia esperar de uma cinebiografia do Rei do Rock pela direção de Baz Luhrmann?

Eu posso afirmar que é muito complicado você contar (ou abranger) uma história de mais de 20 anos em pouco mais de duas horas e meia. Esse é o maior desafio (e ao mesmo tempo a maior falha) que encontramos na cinebiografia do Elvis, pois é complicado você condensar toda uma história de vida e música em apenas um longa-metragem. Em 2018 tivemos essa mesma experiência com "Bohemian Rhapsody", que trouxe a biografia de um dos maiores artistas de todos os tempos, mas que no final nos deixou com uma sensação de faltou um algo a mais, faltou fôlego, faltou coragem e ambição para nos entregar uma obra que mergulhasse mais na história de Freddie Mercury. E foi com esta mesma sensação que eu fiquei ao subir dos créditos de "Elvis".

O longa já inicia no estilo Baz Luhrmann, com o símbolo da Warner Bros transvestido de brilhos e lantejoulas no maior estilo dos magníficos trajes do Elvis. Baz nos entrega um filme lindo, dançante, contagiante, vibrante, pomposo, virtuoso, empregando toda a sua freneticidade e excentricidade que já estamos acostumados. E todas essas qualidades casam perfeitamente com a personalidade do Elvis, pois o Elvis era um artista excêntrico, energético, megalomaníaco, colossal, estratosférico, seus shows eram verdadeiros espetáculos, cheio de cores, luzes, magia, com figurinos exóticos e luxuosos, e em ambientes que eram um verdadeiro delírio para os fãs (principalmente as mulheres). Dentro desse contexto eu acredito que o Baz Luhrmann foi a escolha certa para a direção, pois ele realmente sabe criar toda uma atmosfera, todo um universo, toda uma magia que nos impacta com a grandeza do Elvis e dos seus espetáculos.

Baz Luhrmann opta por inicialmente nos contar a história do Elvis de forma mística, trabalhando a mística do personagem, construindo todo um clima misterioso que envolve uma forma de não revelar a face do Elvis nos primeiros minutos do filme, algo como uma preparação para o público para revelar o grande momento do seu primeiro show. E o primeiro contato do show já é um verdadeiro espetáculo, já emociona em nos mostrar o impacto cultural que ele teve. Partindo desse princípio da mística inicial do personagem, temos também o primeiro contato do Coronel Tom Parker com o Elvis, que mostra a forma como o Coronel vê o Elvis e o avalia. Claramente o Coronel viu algo diferente no Elvis, algo como a sua apresentação, a sua forma de cantar, o seu figurino, o jeito que ele requebrava no ritmo da música. Tudo isso impressiona o Coronel e ele vê em Elvis a grande chance da sua vida, em outras palavras, uma verdadeira mina de ouro.

O longa realmente não foge daquela estrutura narrativa de filmes biográficos, que é contar desde as suas origens até ao estrelato, desde a sua ascensão até sua queda, porém aqui temos uma camada adicional, que é justamente o ponto de vista que o filme nos dá, que é contado (e narrado) pela perspectiva do Coronel Tom Parker. Dessa forma vamos vivenciando toda a história de vida e música do Elvis pela versão do Coronel. Dentro desse universo temos os dois lados da moeda, como um filme musical contagiante, vibrante, apaixonante, por outro lado temos a construção e o desenvolvimento dramático, do relacionamento promissor ao desgastante e corrosivo do Elvis com seu empresário. O longa nos passa como era o relacionamento do Coronel com o Elvis aos olhos de outras pessoas (como a própria família do Elvis), ao mesmo tempo vamos conhecendo e desvendando a relação tumultuada, complexa e abusiva que ia se criando entre eles. Vamos descobrindo os podres do Coronel, como o abuso financeiro que ele obrigou o Elvis a se submeter.

A narrativa quer nos passar que o Coronel é o grande vilão por trás da história do Elvis, mas o interessante é notar que o próprio Coronel se recusa a acreditar nessa possibilidade, e dentro desse contexto a narrativa funciona, principalmente quando nos deparamos com os embates do Coronel com o Elvis em relação a vontade que o artista expressava em realizar apresentações fora dos Estados Unidos. E este é um ponto muito interessante na trama, pois pra quem não conhece a história do Elvis pode se perguntar se isso realmente aconteceu na carreira do astro.

Outra parte muito interessante do filme é a forma como ele nos passa como Elvis enfrentou o fato de tentarem mudar (ou moldar) a sua personalidade musical...como o fato de tentarem proibir que ele se requebrasse durante suas apresentações musicais, algo que já era uma marca registrada e incrustrada nele - Elvis era um verdadeiro Showman! Outro ponto: a sociedade não via com bons olhos o envolvimento do Elvis com pessoas negras (como o próprio envolvimento dele com o B. B. King), pois a música negra era rejeitada e proibida de tocar nas rádios e nos estabelecimentos públicos, era considerada selvagem e de contexto sexual. Por outro lado o filme nos elucida sobre as influências musicais do Elvis, em como ele misturou vários gêneros, em como ele compôs toda essa mistura de ritmos, e isso é perfeitamente bem retratado sobre o efeito que o show do Elvis causa no público.

O maior destaque e a cereja no topo do bolo de Baz Luhrmann é sem dúvida o Austin Butler. Austin começou a sua carreira em seriados como "Zoey 101", "Hannah Montana" e "iCarly", e agora posso afirmar sem nenhum receio que estamos diante do seu melhor (e maior) trabalho da carreira, da sua melhor atuação da vida. É realmente impressionante a personificação de Elvis Presley de Austin Butler, por sua caracterização, seus trejeitos, suas expressões faciais, sua voz (que se assemelha muito com a do Elvis), sua postura no palco, sua forma de cantar, toda sua veia performática e todo seu exibicionismo musical. Um verdadeiro show, um verdadeiro espetáculo nas proporções do verdadeiro Elvis, conseguindo exibir toda a sua magnitude, e olha que o Austin nem é assim tão idêntico ao Elvis, mas ele nos convence e nos ganha por incorporar tão bem o personagem ao ponto de você passar a acreditar que o Austin Butler é realmente o Elvis Presley. Austin Butler foi merecidamente premiado com o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme Dramático.

O grande Tom Hanks nos traz mais uma vez a figura de um personagem enigmático, controverso, intrigante. O Coronel Tom Parker era um homem de negócios, tinha ideias valiosas de como o artista poderia alcançar o estrelato. E foi esta ideia que ele incorporou no Elvis, porém da sua maneira de pensar e agir, e a verdade é que, dessa forma, ele foi destituído de todo o crédito que teve na carreira de Presley. Com relação a atuação de Tom Hanks, eu achei uma premissa boa porém muito carregada, com um personagem muito caricato, muito canastrão, até seu sotaque é um tanto quanto esquisito (não sei se o verdadeiro Coronel tinha aquele sotaque). A própria maquiagem está muito carregada, muito transformada, porém em todos os momentos não deixamos de ver que de fato é a figura do Tom Hanks ali, algo totalmente diferente do Austin Butler por exemplo. Mas de qualquer forma ele entrega um personagem bem condizente com o que o filme precisava. Tom Hanks já havia interpretado um imitador de Elvis em "Elvis Ainda Não Morreu" (2004).

No centro da jornada da vida de Elvis está uma das pessoas mais importantes e influentes, Priscilla Presley, aqui magnificamente bem interpretada pela Olivia DeJonge. Conheci a Olivia no filme "A Visita" (2015) do M. Night Shyamalan, naquela época bem novinha, com apenas 16 aninhos. Como Priscilla Presley Olivia DeJonge tem uma excelente atuação, muito bem performada nas cenas que lhe exigia uma carga mais dramática. E olha que a própria Priscilla Presley gostaria que a Lana Del Rey a interpretasse no filme. Havia rumores de que a própria Lana Del Rey queria o papel de Priscilla no filme, no entanto, esses rumores não foram confirmados. Apesar dos desejos de Priscilla, a Olivia DeJonge assumiu o papel e na minha opinião ela foi perfeita.

A trilha sonora está bem mesclada, as músicas se encaixam bem na história, apesar de achar que o filme tem poucos sucessos do Elvis, achei que deveria ter mais. Apesar das suas 2h 39min, eu achei o ritmo do filme muito acelerado, muito frenético (estamos falando de Baz Luhrmann né), parecia um videoclipe, a narrativa ia de forma interrupta que não conseguíamos sentir o peso de alguns acontecimentos importantes (como no caso da própria morte da mãe de Elvis). Tem muitos acontecimentos que foram resumidos, reduzidos, não tiveram o verdadeiro peso e atenção que mereciam. Por exemplo: a morte de Elvis, que claro foi muito jovem, e seu envolvimento com drogas, remédios, sua degradação física baseada nesses acontecimentos, que não teve um peso para nós espectadores. Algumas passagens de tempo eu achei bem inverossímil, como o caso do Austin não envelhecer, não parecer que tínhamos saltos de anos, de décadas, não se preocuparam em dar uma atenção maior nesse quesito com maquiagens e algumas técnicas.

"Elvis" foi um sucesso comercial e de crítica, arrecadando $ 286 milhões em todo o mundo contra seu orçamento de $ 85 milhões, além de ser o segundo filme biográfico musical de maior bilheteria de todos os tempos, atrás de "Bohemian Rhapsody" e o quarto filme produzido na Austrália com maior bilheteria. O American Film Institute nomeou "Elvis" um dos dez melhores filmes de 2022. No Globo de Ouro, recebeu três indicações, incluindo Melhor Filme - Drama (além da estatueta para Butler), e recebeu sete indicações no Critics' Choice Awards, incluindo Melhor Filme.

"Elvis" é uma ótima cinebiografia dessa monstruosa personalidade. Tem uma energia incrível, uma vibe deliciosa, sendo completamente inevitável não se contagiar e não se deixar levar por toda magia que o filme te envolve e te proporciona. Uma obra dinâmica, sagaz, frenética, contagiante, apaixonante, cheia de cor, graça, dança, música, luz, espetáculo. Por outro lado a mescla com toda parte dramática é bem dosada e bem inserida na trama, apesar de faltar alguns pontos que mereciam maiores destaques e maiores relevâncias, para nos dar ainda mais a dimensão do que o Elvis foi para toda história da humanidade.
Um fenômeno. Um ícone. Uma lenda. O artista solo que mais vendeu disco de todos os tempos. Seu legado, sua influência na música e na cultura continuará para todo o sempre. O Rei do Rock. Senhoras e senhores - Elvis Aaron Presley. [14/01/2023]

R.I.P
Lisa Marie Presley
☆ 01/02/1968 ✟ 12/01/2023
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de julho de 2022
"Elvis" é um filme empolgante, musical, épico mas com alguns problemas, talvez Baz Luhrmann quisesse fazer um filme maior do que sua própria capacidade técnica permitisse, e alguns momentos temos exageros, mas por quase duas horas e meia vivemos em uma montanha russa de erros e acertos, porém temos muito mais acertos, seu primeiro ato tem uma montagem confusa, fica visível a ideia do diretor, mas sua execução não funciona bem, tal qual seu CGI e transições, porém, seus enquadramentos são muito bons e alguns pequenos trechos são geniais, como o pequeno Elvis descobrindo a música, numa cena que é rodeada de misticismo, luxúria e pecado, toda sua composição é genial, e o restante da obra segue assim, com uma montagem que nem sempre funciona mesclando com pequenos bons trechos, ao decorrer da obra sua edição fica mais calma e a historia mais contada, porém o arco do famoso empresário de Elvis, Tom Parker, que é o foco aqui, fica por muitas vezes meio entediante, e as repetições de ideias que o filme se reutiliza constantemente também, porém isso é bem neutralizado graças a ótima trilha sonora de Elvis, seu gingado, e a atuação de Austin Butler, que em cima do palco está sensacional e fora dele está razoável, seu roteiro é linear, porém se utiliza muito dos trechos de seu primeiro ato, o restante do elenco está bem, com um destaque ao Tom Hankes, outros pontos de direção artística também estão ótimos, como figurino, cabelo e a maquiagem. "Elvis" poderia ser um filme melhor, concordo, mas é entendível a aposta de Baz Luhrmann de tentar fazer um épico sobre uma carreira de um artista épico, a tentativa é válida e mescla momentos péssimos com momentos geniais, como as conturbadas e prolongadas cenas de surtos femininos com a genial exploração da influencia da música negra a carreira de Elvis, tudo é uma combinação que pode até cansar um pouco, mas no final vale a pena. 7,5/10
Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 342 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de abril de 2026
O estilo efusivo do diretor - o qual sempre adorei, contrariando alguns cinéfilos - combina muito bem com o que se pretende ser a história de um dos maiores artistas que já existiram. Há outras escolhas acertadas, como explorar as raízes de onde veio sua música e na relação abusiva de seu agente.

Há ainda a grande atuação de Austin Butler, que encarna o personagem com a entrega que ele exigia para o filme ser um sucesso.

O que não me agrada tanto é a falta de aprofundamento e desenvolvimento de momentos chaves na história do Elvis, então não sentimos o peso que deveriamos sentir em certa altura do filme, como na questão das drogas. Os diálogos tambem não são os mais inspirados da história do cinema, então mesmo que o filme se esforce em manter uma alta energia durante suas 2h40, você acaba sentindo elas.
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