Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald: Críticas - Página 3
Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald
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3,0
Enviada em 18 de novembro de 2018
é um filme feito especialmente para fãs de harry potter, tem bons efeitos CGI, lindo figurino, traz uma otima referencia a saga e tambem uma sensacao confusa a comecar pelo proprio titulo, ao tentar definir um novo rumo para a franquia Animais fantasticos, o segundo (dos cinco filmes previstos pela Warner até 2024) se atropela em um roteiro enfadonho e que não parece saber o que quer com seu vilão principal.
Os elogios ficam nos efeitos especiais e presença de Johnny Depp que mostra um vilão ,manipulador e frio.Os animais mesmo são meros coadjuvante,junto com protagonista nesta sequência.
O primeiro Animais Fantásticos e Onde Habitam (Fantastic Beasts and Where to Find Them), dirigido pelo David Yates e lançado em 2016) conseguiu trazer de volta a magia e ao mesmo tempo nos apresentou novos e carismáticos personagens. Era uma tarefa incrivelmente difícil e ainda sim David Yates e cia conseguiram trazer de volta a aura mágica que todo Harry Potter continha no final de cada ano. Foi um alivio na época e uma surpresa o anúncio de a serie seria uma quintologia (5 filmes) logo depois. Será que haveria tanto material assim nesse novo mundo que pudesse ainda ser apresentado? Sim, os PotterHeads urraram ao saber que temos uma escola de bruxos no Brasil (Castelobruxo) e que J.K Rowling estava cuidando do roteiro dos filmes com muita dedicação.
Enfim cá estamos 2 anos depois com a continuação Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald dirigido pelo já conhecido da franquia David Yates (dirigiu outros 4 filmes do Harry Potter além do já mencionado primeiro Animais Fantasticos) e trouxe de volta a trupe toda! Newt Scamander (Eddie Redmayne), a aurora Tina Goldstein (Katherine Waterson), sua irmã com o dom da legilimência Queenie (Alison Sudol) e o carismático trouxa Jacob Kowalski (Dan Fogler).
Após os eventos do primeiro filme Newt está proibido de viajar pelo ministério da Magia Londrino o que não impede de seu antigo Professor de Hogwarts, Alvo Dumbledore (Jude Law) peça sua ajuda para descobrir e evitar os planos de Gellert Grindelwald (Johnny Depp) em sua buscar por poder e a supremacia dos bruxos de sangue puro. Não é segredo (esta nos trailers) que temos o retorno do misterioso Credence (Ezra Miller) e ele, novamente é o centro da trama.
Ahhh…esse filme me lembrou muito os novos Hobbit…um primeiro filme bom com potencial e um segundo filme morno, chato, arrastado (são 2h e 14 min de filme). Diferente do primeiro aqui a todo momento são jogados na sua cara fan service do mundo Harry Potter, a amarração de personagens e linhagens talvez agrade aos fãs mas para mim soa forçado e desnecessário. Gostaria de coisas novas e não ficar amarrando tudo para se conectar com os filmes clássicos, o excesso faz com que se perda a identidade construída no primeiro filme. Mas esse nem é o pior problema….a historia é bem confusa, novos personagens sem sentido são apresentados e são muito sem graça…são tantos que nem vale a pena comentar. Temos repetecos de profecias, de plot do vilão principal, a overdose de magia, apesar de efeitos maravilhosos, soa exagerado (juro) e sem alma….mesmo o saudoso castelo de Hogwarts é tão digital que não traz a nostalgia que senti no primeiro filme….uma alternância entre filme serio e pesado e piadas infantis destoam o tempo todo…dói demais dizer isso mas esse segundo filme soa puro caça níquel e fan service. Todos os medos que tinha que acontecesse no primeiro filme acontecem aqui. A história não é boa e não se sustenta. Tudo é tão apressadamente jogado na sua cara que no fim você não se importa com nada….não sei qual será o futuro da franquia mas J.K. Rowling e David Yates terão um trabalho enorme para salvar essa quintologia (Meu Deus tem mais 3 /o\) Nota 6,0 ⭐️⭐️⭐️
O filme é conforme o esperado não tem muitas cenas de luta e não tem partes que te empolgam mais como tem continuação sei que o clímax é para os finais vale a pena assistir para quem gosta do mundo de fantasia
Animais Fantásticos: Os Crimes De Grindelwald é um filme que entretêm porém contém inúmeros problemas. Começando pelas partes boa do filme, ele contém otinas atuações, seja do Johnny Depp que consegue dar a vida para um excelente vilão, que tem muita presença de tela e impõe medo, você percebe que ele é realmente poderoso e que consegue realmente convencer com seu discurso e ideias, Eddie Redmayne como Newt Scamander está muito bem novamente e é claro o Jude Law como Albus Dumbledore que consegue interpretar muito bem o personagem. O alivio cômico continua com o Jacob, que permanece engraçado, porém ao mesmo tempo nesse filme ele tem uma carga de seriedade muito maior do que no primeiro filme. Os efeitos especiais e figurinos são excelentes, as magias e criaturas são muito bem feitas, e tudo é feito com tanta naturalidade que até parecem real. Porém agora vem o problemas do filme, o primeiro ponto é que ele esquece e se desfaz de alguns acontecimentos do filme anterior, como se não tivessem acontecidos, o enredo do filme é um tanto problemático e até cenas confusas e que não fazem muito sentido, o filme também oferece muitos fã services gratuitos, colocando personagens e canas que não precisavam, que foram feitas claramente para agradar os fãs, mas que não tem contribuição real para a história, e voltando ao questão dos personagens ele apresenta muitos novos para a trama, alguns deles como disse, apenas por fã services e outros que talvez poderiam ser apresentados em outros filmes, porque com a quantidade de personagens novos o filme não consegue se aprofundar em praticamente nenhum deles, e o personagem que é mais explorado, a Leta Lestrange tem uma história não convence muito e tem um desfecho ruim, a subtrama da Queenie Goldstein também é mal trabalhada já que não da pra entender a sua atitude no final já que a personagem consegue ler mentes, e por isso teoricamente ela deveria perceber que está tomando a decisão errada, sua subtrama poderia ser legal se fosse melhor trabalhada. A história em si do filme também é um pouco decepcionante no sentido de que ela só prepara para os próximos filmes da saga, a sensação é de que esse filme foi uma grande enrolação apenas para ter mais filmes da franquia. No final temos um filme bem mediano, que não chega a ser necessariamente ruim, mas que contém muitos problemas, a franquia deve engrenar de vez nos próximos filmes, já que esse deixa muitas deixas muito interessante para os próximos, que por sinal me deixaram bem ansioso para o futuro, já esse segundo filme acaba se tornando bem descartável por não apresentar grandes coisas.
Filme longo demais e confuso. Efeitos especiais muito bons mas poderia se resolver em uma hora a menos . Resumindo não gostei nem um pouco e só não dormi pq era barulhento demais .
Cara, é o seguinte filme é até legal mas demora demais a acabar, perdi totalmente o saco: entrei no cinema 18:10 e o filme terminou às 20:35h. conta aí no meio os treilers. Terrível, me arrependi.
“Animais Fantásticos e os Crimes de Grindelwald” – oitavo longa da carreira do britânico David Yates, sendo o sexto relativo à franquia Harry Potter – começa com uma cena de ação eletrizante que enche os olhos dos espectadores. Com um pontapé inicial cheio de adrenalina, “Os Crimes de Grindelwald” quase decepciona em alguns momentos que se seguem. Não pela falta de qualidade, apenas pela falta de cenas de ação que superem os primeiros minutos do filme. Há, obviamente, uma ou duas cenas de luta ao longo das quase duas horas que se seguem. Mas nada que vá te deixar congelado na cadeira com o coração na boca. Se as cenas de ação não são assim tão recompensadoras, o roteiro trás um suspense eficiente entorno da origem do misterioso Creedence (Ezra Miller). Também há romance no ar (não aquele que muitos estávamos esperando), e corações partidos na mesma proporção. São garantidas algumas boas risadas graças, especialmente, ao “trouxa” Jacob Kowalski (Dan Fogler), mais uma vez o alívio cômico da história. Pessoalmente, creio que os roteiristas tentaram trabalhar muitos enredos num filme de apenas duas horas (os já mencionados romances, o passado de alguns personagens, etc.). Em alguns momentos tive a impressão de que poderiam se perder e estragar a história. Porém, no fim das contas, o círculo se fecha de uma forma correta e com ótimos plot twists. Quanto às criaturas extraordinárias que o título menciona são bem interessantes. Embora sejam o reflexo da preguiça dos roteiristas e designers, uma vez que metade delas foi pega emprestada de antigas lendas do Extremo Oriente. Entre a meia dúzia de novos seres mágicos introduzidos neste filme nenhum fica na memória do espectador depois que os créditos sobem. Os holofotes são roubados por dois velhos conhecidos do público: o astuto Tronquilho e fofíssimo Pelúcio. Este, que mais parece um ornitorrinco, merece o prêmio Ladrão de Cena 2018. Contando com um elenco coeso, que trás performances consistentes a maior parte do tempo, vale a pena chamar a atenção para sua diversidade. Bebendo da mesma fonte que os dois últimos episódios da franquia Star Wars – que por sua vez atendeu a demanda de parte considerável do público que sentia necessidade de se ver representado nas telonas – nesta obra de David Yates temos pluralidade étnica. Personagens de certo destaque que podem ganhar ainda mais espaço nos próximos capítulos da franquia. Além disso, nos deparamos com um vilão ardiloso. O que fica claro assim que Johnny Depp, seu interprete controverso, dá as caras. Grindelwald com seu discurso populista, de fácil adesão por aqueles que temem perder sua posição de poder, dá uma tonalidade política ao longa. Mas isso não é exatamente uma novidade aos fãs de Rowling. Por enquanto só posso dizer: saudades de Lord Voldemort e Bellatrix Lestrange, pois Grindelwald não é um vilão que põe medo tão pouco é aquele que amamos odiar. Ou seria isso proposital? Para que não esperemos muito dele e no futuro o personagem nos surpreenda? Um abacaxi para os roteiristas descascarem. Na parte técnica veremos efeitos especiais excelentes, uma trilha sonora certeira para cada situação e figurinos incríveis (será este cheiro que sinto o de outro Oscar a caminho?); “Os Crimes de Grindelwald” é sem dúvida um filme muito bom. Mesmo que você não seja um fã dos personagens criados por J. K. Rowling e nunca tenha assistido a nenhum dos outros filmes que trazem a história do bruxinho mais amado de todos os tempos, a saga Animais Fantásticos funciona sozinha. E tem tudo para ser a porta de entrada para toda uma nova geração de fãs. Sejam os millennials, seja o pessoal de vinte e poucos ou trinta e tantos anos que provavelmente estava exilado em alguma caverna nas últimas duas décadas. Obviamente se você for um potterhead será muito mais fácil entender algumas referências, reconhecer alguns feitiços e, claro, ter ótimas surpresas, momentos de nostalgia e quem sabe sentir uma lágrima escorrendo no canto do olho.
Pra quem achou que nunca mais veríamos histórias relacionadas a Harry Potter, cada vez mais estamos chegando perto. Para quem é fã da saga, conhecer histórias antecedentes ao Harry não tem preço. Animais Fantásticos e Onde Habitam nos trás uma visão muito mais ampla desse imenso mundo da magia. Essa história em si já é muito boa, porém, vermos mais sobre o passado de Dumbledore é algo sensacional. Outro ponto a destacar é que com o avanço da CG, cada vez vemos magias mais incríveis e elaboradas. Porém, esse segundo filme não nos empolgou tanto como o anterior, todos ficamos sentindo que faltou algo a mais. Todos sabemos que a pegada de HP é esse ritmo mais lento, quase parando, mas nesse longa se tornou degastante. Em resumo, essa saga tem muito mais a nos entregar, esse é o sentimento que nos deixa esse final. (Nota 7,4/10)
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