Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald
Média
4,1
1350 notas

85 Críticas do usuário

5
21 críticas
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Rodrigo A.
Rodrigo A.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de novembro de 2018
Como muitos estavam esperando esse filme desde o término do primeiro, aonde descobrimos quem era mesmo Grindelwald. O filme se destaca muito em suas cenas aonde o 3d realmente vale a pena, quando muitos filmes não exploram bem. Porém muitas cenas vem e vão sem muita explicação, deixando as vezes o filme arrastado. Para quem conhece a saga conseguiu aproveitar muito melhor o filme do que alguém que foi ao cinema buscar uma boa opção de entretenimento. Podiam ter explorado melhor as questões da Leta para dar um destaque melhor para algum personagem. Entretanto dá pra entender que é filme de transição e terão mais três para explicar melhor tudo e desenvolver tudo até o tão esperado duelo dos dois maiores bruxos até então.
Gabriel de Sousa M
Gabriel de Sousa M

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0,5
Enviada em 26 de novembro de 2018
Já assisti e amei todos os filmes de Harry Potter. O primeiro filme da trilogia é bom mas esse filme posso ter a total certeza é o pior filme que já assisti na vida.
Maik W.
Maik W.

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5,0
Enviada em 20 de novembro de 2018
filme sensacional, história emocionante e envolvente com um final surpreendente e fantástico,espero ansiosamente pelo próximo e que seja tão bom quanto ou se possível,melhor que esse.
CLARA ALVES Y.
CLARA ALVES Y.

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4,0
Enviada em 19 de dezembro de 2018
Adorei o filme. Muito ligado á série de filmes do Harry Potter e nele você descobre coisas sobre alguns dos personagens do filme. Aconselho a ver os filmes do Harry Potter e o primeiro: Animais Fantásticos e Onde Habitam.
Assim você terá uma ideia melhor do que acontece no filme.
deboragcarvalho
deboragcarvalho

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5,0
Enviada em 19 de novembro de 2018
Não vá ao cinema assisti-lo esperando flores e fácil entendimento, tendo em mente que se trata do pós-introdutório, e não algo digestivo aos fantasiosos de plantão. J.K. Rowling, atual gênio de tantos temas, não mais escreve/produz histórias infanto-juvenis, e a pretensão de assim esperar nesta continuação, frustrará, por obviedade. Tendo conhecimento maior da trama principal e noções de história moderna - à contemporaneidade - (atente-se à época em que o filme se passa, ano de 1927), não será difícil analisar as metáforas relacionadas ao crescimento de ideais reacionários - tanto os atuais, quanto os das Grandes Guerras, que, diga-se de passagem, muito se assemelham, apenas sob novas roupagens. E, por igual, não será difícil captar que todas as subtramas amarram-se com lógica e inteligência, sendo os desatentos porta-vozes dos xingamentos a elas verdadeiros obtusos no conhecimento da história mais famosa, a de Harry Potter, que já deixou suas dicas para amarrar bem qualquer confusão na >nova< novela. Claro, um pouco de assertividade falta, mas nada que seja condenável. Por fim, prova-se novamente uma grande conhecedora das práticas da espiritualidade, visto, por exemplo, diálogos entre os personagens mais marcantes, simbolismos e materiais utilizados nos novos encantamentos apresentados, e o latim empregado na formulação dos feitiços desde 1997. Sem contar o "grand-finale" do infame escritor da Idade Média. Meu ceticismo obriga-me a adular os produtores de efeitos especiais, cuja impecabilidade louvável não passa da cereja do bolo, assado por Rowling. Alguns atores fracos não estragaram, e tampouco estragarão quem procura se divertir. A seriedade de "Dom" Grindewald, sim.
Paulo Morais
Paulo Morais

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1,5
Enviada em 20 de novembro de 2018
Achei o filme bem fraco, com o personagem do Johnny Depp bem apagado. Com um roteiro confuso, apesar de certa mobilidade e ação, senti uma trama bem entendiante. Não assistiria, de novo, nem em uma sessão da tarde.
Vânia M
Vânia M

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5,0
Enviada em 29 de novembro de 2018
O filme é excelente. A minha dica é ver no IMAX para uma experiência ainda melhor, pois tem muitos efeitos visuais e especiais.
Nicholas
Nicholas

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4,0
Enviada em 14 de dezembro de 2018
É um filme visualmente muito bonito, tem alguns erros de continuação, a história é um pouco fraca mas que causa muita emoção para a maioria dos fãs desse universo.
Daniel M.
Daniel M.

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3,0
Enviada em 19 de dezembro de 2018
O filme mostra as habilidades da J.K de se perder na própria história, ou pelo menos deixar os potterheads confusos. O filme é uma construção de história, o que abre portas para problemas que esperamos que seja resolvido na próxima sequência. No demais, senti que a história em si ficou perdida e sem rumo, mas as referências políticas foi o auge
Daniel Corrêa d
Daniel Corrêa d

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4,0
Enviada em 3 de janeiro de 2019
J. K. Rowling entrega a segunda fatia da história em franquia que antecede em décadas a história do nosso conhecido Harry Potter. A vererito é verdadeiro: o filme é uma das melhores produções do universo bruxo. Mas há um porém: para que o espectador chegue a essa conclusão, é necessário que ele assista ao filme mais de uma vez. Isso não chega a ser um dissabor para esse universo cinematográfico tão espetaculoso criado pela Warner, uma vez que discussões sobre o plot e sobre a história são de extrema valia para o andamento da franquia. Porém, há quem assista ao filme uma só vez e saia com aquele famoso “ranço”, sem querer assistir à produção novamente. Tal situação é explicável: o roteiro de Os Crimes de Grindelwald é muito complexo até mesmo para os fãs de carteirinha, então imagine alguém que assista aos filmes da franquia bruxa por mera simpatia ser envolvido por situações complexas o bastante para embaralhar a cabeça dos potterheads... o resultado só pode ser desastroso (mas friso, isso quando se assiste ao filme uma única vez).
Quando o espectador se depara uma segunda vez com o filme, as coisas ficam extremamente mais claras. A primeira experiência no cinema parece não ser suficiente e agradável para explicar algumas das complexas histórias de uma subtrama que acabam virando o foco principal da franquia. Porém, a ojeriza que a experiência na sala de cinema possa ter gerado em alguns é facilmente solucionada com a reprodução da trama na sala de estar. Ali, você sabe mais ou menos as histórias de menos valia, passando a focar nas histórias que não havia compreendido bem na primeira audiência. E aí que o filme mostra sua grande beleza: a história é muito maior do que o primeiro e o segundo filme juntos, se mostrando pronta para brotar verdadeiramente nos três filmes que ainda virão.
Animais Fantásticos e Onde Habitam serviu para dizer ao mundo que há um novo rumo do universo bruxo entre nós, e apenas para isso. Os Crimes de Grindelwald vem para delimitar a história que será contada no que podemos chamar de “trilogia de fato” da história principal. O que isso quer dizer? Os animais extraordinários e personagens que não interessam à Guerra Bruxa e à história de Grindelwald e sua busca pelo poder e pela dominação bruxa global serão extintos da franquia, para que haja o aparecimento da trama principal que, como sabemos, termina com o tão aguardado embate de Dumbledore com o obreptício bruxo das trevas que reinou antes de Voldemort.
Enfim, pode-se afirmar que o papel de Os Crimes de Grindelwald nessa confusão ajeitada é o de realmente filtrar a história apresentada no primeiro filme e delimitar o foco da trilogia de fato que está por vir. E isso não tira o brilhantismo da história, que trabalha esplendorosamente a fotografia e sabe ajeitar os personagens principais de uma maneira natural, além de apresentar personagens-chave para o andamento dos trabalhos. Nem tudo é perfeito, e de quando em quando há um desperdício de personagem ( spoiler: como se deu com a trama de Leta Lestrange, que acaba morrendo sem um contexto completo definido
) e de história ( spoiler: como se deu com o trágico romance entre Scamander e Tina
).
Em síntese, trata-se de um filme que conta com toda a magia do universo bruxo criado pela fantástica J. K. Rowling, e que tem potencial para gerar bons ânimos para a vindoura trilogia real.
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