Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
Seguir usuário
5,0
Enviada em 10 de julho de 2017
Filme maravilhoso! Vigo Mortessem numa atuação incrível, com certeza merecedor do óscar 2017, pena que foi para o pouco inspirado Cassey Afleck! Capitão fantástico tem um dos melhores roteiros de 2016 e uma história comovente, um filme para família.
Vigo interpreta um pai de 7 filhos que são criados em ambiente natural, aprendendo também sobre a civilização de forma extremamente crítica e contra o sistema. Tudo muda quando a mãe fica mais doente, e é cuidada em hospital aos cuidados do seu pai, um representante do establishment. Ela acaba por se suicidar e todos vêm para seu enterro em um forte contraste entre os costumes de seus pais que vivem no sistema e seu marido e filhos rebeldes. O filme critica o sistema como culpado e coloca os rebeldes como mais fortes, inteligentes e superiores, com forte tendência para ser um filme ingênuo.
“Poder para o povo. Abaixo o sistema.” Essas duas frases tipicamente anarquistas resumem a filosofia de mais este filme sobre uma família disfuncional. A virtude deste filme é que ele nos faz enxergar a sociedade atual do ponto de vista de uma outra forma de viver. E se todos nós fôssemos criados para sermos filósofos e seguir a razão? Bom, se isso fosse possível seria o paraíso na Terra.
Porém, o que Capitão Fantástico convenientemente ignora nessa equação é que existem dissidências argumentativas em torno das questões mais primordiais do convívio humano. A chave para ignorar essa realidade está em aceitar apenas um ponto de vista: o do pai daquelas crianças.
Um roteiro totalmente original que nos apresenta um amor parternal tão valorizado quanto habitualmente vemos com o lado materno. É sobre amor, sobre escolhas, sobre o que realmente importa na vida. É lindo, emocionante e divertido.
Sobre estado mental, sobre o que é evoluir, as doenças físicas e mentais que criamos... um filme que inspira, embora exija boa suspensão de descrença em vários momentos.
Com uma história fantástica que nos faz refletir e com atuações ótimas de todos os atores, até mesmo dos mais jovens, Capitão Fantástico é um ótimo filme mas que perde um pouco de força com um final um pouco morno onde se esperava um pouco mais. Mas ainda sim é um ótimo filme que vale muito a pena assistir.
Capitão fantástico foi dirigido e roteirizado por Matt Ross, procura abordar nesse filme a questão de grupo ou de indivíduos, na qual busca uma "luta" contra o sistema, por meio do seu modo de vida. Na trama acompanhamos Ben (Viggo Mortensen), pai de 6 filhos, que vivem todos na floresta, aprendendo a viver por conta própria. Ben havia "fugido" do sistema com a sua esposa, para construir juntos uma família afastado de todos. Quando recebem a notícia da morte da mãe, o pai e os seus 6 filhos decidem ir para cidade por conta do velório e tanto na cerimônia quanto no caminho irá existir choques de realidade entre eles e quem cruzam o caminho. O filme começa até bem mostrando as habilidades que os filhos de Ben têm. Inclusive com interessantes diálogos entre Ben e o seu filho mais velho, Bo ( George Mackay) e ainda com as demonstrações de insatisfação de uma dos seus filhos, o Rellian (Nicholas Hamilton). Daí, com o avançar do segundo ato não sabemos se a ideia seria satirizar ou incentivar tais atos de Ben. E aqui não crítico a belíssima atuação de Mortensen, mas de uma maior clareza do roteiro. E essa falta de clareza faz cair por terra todas as irrealidade mostradas em algumas cenas entre os filhos de Ben. O que ainda ajuda o filme é o seu terceiro ato que sai uma ideia de tensão (que poderia ser boa) e parte para uma ideia de resignação, com Ben abrindo mão de muitas de suas ideias de vida
Ben (Mortensen), que cria seus filhos isolados da sociedade em uma região selvagem do Canadá, e sob uma rigorosa disciplina intelectual e física, fica sabendo do suicídio da ex-mulher. Após certa pressão dos filhos, decide ir aos funerais dela com eles. O mais velho, Bo (MacKay), sonha em ir para uma das diversas universidades renomadas que teve carta de aceite. Já Rellian (Hamilton), é revoltado contra o pai.
mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2024/07/filme-do-dia-capitao-fantastico-2016.html
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade