Joy: O Nome do Sucesso
Média
4,0
868 notas

59 Críticas do usuário

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Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 31 de janeiro de 2016
Atuação boa de Jennifer Lawrence, mas em uma personagem mais comedida, que passa o filme todo na tentativa e erro até conseguir o tão sucesso.
AndréL0pes
AndréL0pes

41 seguidores 104 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de fevereiro de 2017
Filme simples e que não tem nada demais, um bom filme para passar o tempo, extremamente ridículo a Jennifer Lawrence ter sido indicado ao Oscar por esse filme fraco.
Nelio M.
Nelio M.

22 seguidores 82 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de janeiro de 2016
Sejamos francos?! Recebeu a indicação que merecia Melhor atriz, Jennifer Lawrence conseguiu trazer a vida a personagem, conseguiu me sensibilizar com a personagem e por tudo o que ela passou, mas o roteiro não foi empolgante, algumas partes ficaram bem "bagunçadas" e mal explicadas, a parte irônica daquela "família confusa" ficou esquisita na história toda, foi desnecessário e foi uma das coisas o que cortou o brilho do filme ... Ele me lembrou muito o Erin Brockovich - Uma Mulher de Talento, uma mulher que provou o seu ponto de vista para todos, calou muitas bocas e fez a diferença na vida de muitas pessoas. Joy segue essa linha, é um filme inspirador, que mostra que você não deve abaixar sua cabeça e que deve acreditar em si mesmo e principalmente o exemplo que ela da por ser mulher e isso é o incrível da história
Luis Anjos
Luis Anjos

4 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de junho de 2024
Aquele filme para assistir sem muitas pretensões. Acho que perde muito tempo no começo criando o ambiente que com a história central.
Cheguei no título como recomendação de gestão e empreendedorismo, queria avaliar se valia a recomendação e neste aspecto deixa a desejar justamente por não focar no processo.

Lógico que é difícil colocar em duas horas de película uma história com certeza complexa, mas acho que Fome de Poder faz isso melhor por exemplo.
Lucas C.
Lucas C.

5 seguidores 19 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de abril de 2016
O filme é legal, mas nada demais. Faltou grandes momentos pra emocionar o público, faltou alguma coisa, uma cena talvez, pro filme ser melhor. No quesito atuação o filme está bom, mas nada demais. Jennifer Lawrence está boa, mas em outros papéis ela teve momentos mais interessantes, mas mesmo assim ela consegue levar a personagem com maestria, se o filme não tivesse a Jennifer Lawrence, seria um desastre total. A história da gata borralheira é boa, tem hora que dá uma raiva pois sempre vemos a Joy sofrer e torcemos pra ela vencer, ai vem um momento de glória e outro de derrota. Joy é forte e persistente, graças a esse esforço ela chegou onde chegou. Esse projeto é ambicioso, ele é daqueles que na cabeça é perfeito mas quando é feito falta muitas coisas pra isso acontecer, é bom que o próximo projeto do David O. Russel seja muito bom, se esse filme fosse de um diretor iniciante seria entendível, tem talento na direção, tem ambição, mas todo mundo esperava mais do diretor, ele é experiente, não devia deixar passar tantos erros. O final é demais, um digno final de um grande filme para um filme mediano, o talento do David O. Russel está ali, pena que esse talento não percorreu durante todo o filme.
Gabriel O
Gabriel O

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3,0
Enviada em 21 de maio de 2017
éééééé mais ou menos rsrsrs ....................................................................................................
Nathan M. Santos
Nathan M. Santos

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3,5
Enviada em 27 de janeiro de 2016
O American Way of Life sempre foi mostrado no cinema como "um mundo perfeito". A grande superpotência global, recheada de patriotismo e sonhos surreais que se tornam realidade na Terra das Oportunidades. Em Joy vivenciamos o quão fantasioso mas - mesmo que raramente - possível de ser alcançado é esse estilo de vida!
O mundo é de quem age, ao invés de apenas sonhar. Talvez seja o que mais escutamos durante a vida, principalmente durante a adolescência. O caso de Joy é justamente o contrário. Numa família em completa crise existencial, apenas uma pessoa é capaz de incentivar os sonhos da protagonista. Digamos que seja muito fácil encontrar esse tipo de pessoa em nossas famílias, e, como no filme, é a avó. O mundo pode ser movido por atitudes, mas com certeza é projetado por sonhos e, no dia em que o ser humano parar de sonhar, será o dia em que perderemos o sentido da vida.
O enredo do filme inicialmente remete aos últimos dois trabalhos de George O. Russel (Trapaça e principalmente O Lado Bom da Vida). Uma família de classe média baixa de Boston, pessoas sonhadoras, excêntricas e desequilibradas, diga-se de passagem. Um ambiente caótico de vida em um enredo tão sofrido, que faz o Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças parecer uma comédia de fim de noite. O que esperar de um filme baseado em fatos reais? A realidade! Pode muitas vezes ser deturpada durante seus 124 minutos de produção, mas de fato, retrata o quanto o Sonho Americano é cruel com seus próprios cidadãos e a vida, ainda pior.
Nada mais digno do que mais uma indicação ao OSCAR para Jennifer Lawrence. Não só de beleza viverá Jennifer, mas também de uma atuação tão comovente que coloca muita Meryl Streep em pé de igualdade. Como ser cômica e dramática, independente e frágil ao mesmo tempo? Jennifer Lawrence nos brinda com uma performance devastadora que nos coloca em total empatia - sentimos na boca o amargo que Joy Mangano sofre tentando vender sua invenção e salvar a casa e a família da miséria em que viviam.
Robert De Niro não é simplesmente uma ator. É um ícone. Um mito da sétima arte. Ele não encarna o personagem, é ao contrário. Se tem De Niro, tem performance. No Dólar do cinema seria escrito "In De Niro We Trust". Uma pena ele não mostrar nada de novo aqui. Em Joy ele não teve um mal desempenho, apenas teve o mesmo desempenho do Sr. Pat Solatano em O Lado Bom da Vida - a grande diferença é que, mesmo sendo um perturbado impulsivo (T.O.C. não perdoa ninguem) Solatano teria mil vezes mais carisma e simpatia do que o desequilibrado e odiável Rudy Mangano. Como já dito, não foi ruim, mas não foi nada memorável.
Bradley Cooper pode ser o "rockstar" dos holofotes de todos os filmes em que atua, mas dessa vez o personagem secundário de Édgar Ramirez como Tony Miranne é quem tomou as frentes. Ambos trabalharam competentemente, mas foi Ramirez o coadjuvante memorável do filme.
Finalizado o filme, Joy nos ensina a melhor (e talvez mais repetida) mensagem de vida: não importa o quanto demore, ou o preço que custe, com a sua persistência você vai conseguir!
Vale a pena conferir... alias DEVE ser assistido! Talvez não em uma tela de cinema, mas no conforto da sua casa. Sem dúvida a mensagem vai te alcançar e, para os mais sensíveis à Sétima Arte, podem até correr algumas lágrimas do meio até o fim. Pode não ser um dos melhores da equipe Russel/Lawrence/Cooper/De Niro, mas é um filme que edifica a quem se entrega a sua proposta.
aleperes
aleperes

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Filme bonzinho mas nao achei que valesse o cinema
poderia ter assistido na tv posteriormente
muito menos para concorrer ao oscar
Filme nota 7,5... 8,0
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