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Um visitante
2,5
Enviada em 17 de setembro de 2016
Joy não chega a ser um filme ruim, mas o maior problema aqui é que o filme nunca vai além do "quase". O primeiro ato é a parte mais problemática devido ao roteiro que apresenta seus personagens de uma maneira extremamente artificial, chega a ser estranho ver as relações de Joy com seus familiares pois nunca parece algo que uma família normal realmente faria, fica muito óbvio que é um roteiro escrito já que nenhum personagem age como um ser humano normal. Ao mesmo tempo o roteiro abusa de clichês e tentativas de humor que raramente funcionam, gerando uma história puramente desinteressante. Felizmente as coisas melhoram consideravelmente a partir da metade do filme, principalmente na parte que o personagem do Braddley Cooper aparece. A história finalmente anda pra frente, nós vemos a personagem realmente agir ao invés de apenas sofrer como ocorre no primeiro ato inteiro, e a história consequentemente se torna mais interessante, ainda que sofra devido a superficialidade da forma como a maioria das coisas são abordadas. O que realmente salva o filme é a interpretação de Jennifer Lawrence, ela convence e traz todas as nuances necessárias para a personagem, ainda que fique aquela incômoda sensação de que ela é uma atriz nova demais para o papel de uma mulher que já é mãe de família e decidida na vida. O resto do elenco, assim como a fotografia e trilha sonora do filme, não compromete mas também não faz nada demais. Joy peca por isso, não há absolutamente nada de memorável aqui, nada que te faça ficar pensando depois que assiste o filme, pois ele é mediano em todos os seus aspectos. O resultado é um filme puramente esquecível e que no fim das contas promete muito mais do que cumpre.
Achei um filme bem comum, na verdade bem fraco pelo elenco que tem. Ninguém se destaca e a direção é meio arrastada, com algumas voltas desnecessárias. Sinceramente é difícil entender a indicação da Jennifer Lawrence como melhor atriz no Oscar.
Drama previsível sobre superação através do empreendedorismo. Jennifer Lawrence bastante carismática como sempre. Dá pra passar o tempo, mas não oferece nada de muito interessante.
Uma mulher com uma família que é um pé-no-saco, que vive buscando uma vida melhor, mas vive tropeçando em promessas e se esforça ao máximo para superar as adversidades. Seria uma bela premissa, se o filme não fosse tão chato. David O. Russell em minha opinião é um cineasta superestimado. Vários de seus filmes já foram indicados a vários prêmios importantes, mas dos que eu vi, todos eles me pareceram apenas razoáveis, e plenamente esquecíveis. Este Joy – O Nome do Sucesso então é muito mais fraco que O Lado Bom da Vida e O Vencedor, que já não são lá grande coisa. O roteiro aqui tenta explorar os percalços dessa mulher incrível, mas os personagens secundários (todos, sem exceção) são mal desenvolvidos e mal aproveitados - Robert De Niro, Isabella Rossellini e Bradley Cooper são pontas de luxo sem nenhuma densidade. O diretor que costuma tirar ótimas performances de seu elenco aposta todas suas fichas em Jennifer Lawrence aqui. E embora ela tenha uma ótima interpretação e leve o filme todo nas costas, JLaw realmente é muito jovem para o papel, e isso se reflete na forma como o espectador a vê, pois é difícil ver e acreditar que alguém tão jovem passe por tudo que Joy passa e ainda lide com tudo aquilo com tamanha maturidade e bom senso. O texto é cansativo, e apesar de uns lampejos de criatividade, vai se arrastando até um desfecho brega e com cenas desestimulantes. Não alcança o ápice que pretende. E o que vemos se restringe a puro desperdício de tempo e uma verborragia difícil de engolir. Descartável e chato
Ainda que Jennifer Lawrence se esforce para ser mais do que uma heroína infanto-juvenil de outros filmes, "Joy" é uma história de superação e inspiração prejudicada por um diretor viciado em dramalhões artificiais de novelas.
O filme não é ruim, mas é daqueles tipos de filme Joseph Climber. Tudo dá errado na vida da pessoa. O cachorro come a lição, faz chapinha e chove, o cachorro morre, o sócio dá o golpe na família, se separa e está grávida de trigêmeos... tudo, absolutamente tudo dá errado (não é spoiler, só ilustrativo). Até quando dá certo, dá errado! O nome do filme deveria ser “Dói”, porque dói muito na vida da pessoa. Dói até para assistir.
Joy: O nome do sucesso é um filme mediano. A história de Joy é chata, pois em nenhum momento eu ficava ligando para os personagens ou nos momentos sobre as dificuldades vividas pelo seu dia a dia. A Jennifer Lawrence consegue salvar o filme de ser uma bomba, ela está muito bem na personagem, porém não entendi a indicação ao oscar de melhor atriz. Só isso que posso dizer de Joy que é um filme fraco, chato e a única coisa boa que salva o filme é a Jennifer Lawrence.
O início do filme é chato, monótono, sem fluência... Até meio incoerente. Quando entra em cena o papel desempenhado por Bradley Cooper, a história começa a ficar interessante e nos últimos 30min, o filme ficou bom.
Receita pronta: o diretor David O. Russel (O Lado Bom da Vida e Trapaça) com Jennifer Lawrence, Robert De Niro e Bradley. Joy: O Nome do Sucesso conta a história de Joy Morgano reconhecida por uma série de invenções após amargar muitas idas, vindas e maldades dos invejosos.
Mesmo sendo um filme que pretende narrar uma história real - como Spotlight -, o roteiro é interessante, com bons momentos e, apesar de esquemático, não chega a ser irritante. Jennifer, apesar de fazer mais uma vez ela mesmo, leva o filme nas costas e seu carisma nos faz apaixonar pela história da moça sofrida. Por isso concorre ao Oscar de Melhor Atriz e já levou o Globo de Ouro.
Ainda sobre o roteiro, ele é construído a partir dos elementos da Jornada do Herói tão comuns, por exemplo, nos filmes da Disney. Também tem aquela coisa do sonho americano, de basta ser persistente que se chega lá. Irrita um pouco os personagens tão cheios de clichês e uni dimensionados: a irmã má, a madrasta bruxa, o pai folgado, a mãe lunática...
É um filme de sessão da tarde, para ser assistido, quem sabe, ao final de um domingo, para dar uma aliviada ao ver uma história, apesar de tudo, com uma mensagem otimista. No mais, é receita pronta.
O filme apresenta uma angústia sufocante, diversos acontecimentos absurdos, e isso se estende até 95% do filme, nos últimos 5% o alívio que esperamos o filme todo, vem com um gigantesco timeskip, um final decepcionante para a emoção que cultivamos durante todos os acontecimentos
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