Deus Não Está Morto
Média
3,6
2021 notas

251 Críticas do usuário

5
111 críticas
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Jerffson B.
Jerffson B.

8 seguidores 80 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2026
O filme é um pouco clichê. Acho que faltou mais explorar algumas cenários e temas importantes do ser cristão.
Pai Galo
Pai Galo

3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 7 de janeiro de 2026
E ainda voce vao chorar dizendo que sao peserguidos e querem liberdade, quando existe um filme que ja foi transmitido na TV aberta sobre ser cristão, nao é nada mais que uma propaganda financiada pelos EUA, e que só fanático religioso bate palma.
joão carinhaquemoralogoali
joão carinhaquemoralogoali

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 24 de dezembro de 2025
É um filme que é o chamado echo chamber, nunca houve a menor vontade de fazer outros pontos de vistas ou realmente pensar sobre a fé ou crença, é um filme que não passa de uma propaganda cristã, feito apenas pra falar oq eles querem ouvir e dizer que a fé cristã esta certa, o personagem ateu é um vilãozinho da Disney que nem é ateu de verdade, todo debate é vazia e feito pro lado dos cristãos ganhar.

A frase "deus esta morto" nem era pra ser no sentido literal, mas acho que quem fez esse filme nem se importava em fazer sentido, afinal os cristãos querendo que sua crença fosse validade de alguma forma aceitariam qualquer coisa.

Resumindo esse filme é uma piada.
Atenéia Araújo
Atenéia Araújo

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 27 de agosto de 2025
Um dos piores filmes cristãos que já assisti. Vende a ideia maniqueísta de que todos os cristãos são bons e os que não são cristãos são maus, além de dar a entender que todo aquele que se diz ateu é desprovido de bons sentimentos, arrogante e, no fundo, não passa de um revoltado com Deus. Para piorar, um professor universitário não tem argumentos para vencer um calouro num debate.
Ro Furkim
Ro Furkim

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de julho de 2024
Só não entendo essas pessoas criticando com tanta ira a abordagem do filme sobre a Pessoa em cuja existência não acreditam.
Ou melhor: entendo.
E tenho pena. Nalgum momento das suas vidas devem entender. Espero que não tarde demais.
Amor para todos!
MATEUS RS GO OFICIAL
MATEUS RS GO OFICIAL

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de abril de 2024
Aos que criticaram o ateu ser retratado como uma pessoa má que não gostava de Deus, existem muitos ateus que são gente boa, este mesmo do filme não era uma pessoa má, ele era apenas alguém que estava extravasando o ressentimento com Deus pela mãe dele ter morrido.
Giovani Prado
Giovani Prado

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de julho de 2023
Vale muito a apena, nos faz pensar, um filme com uma visão cristã. Apesar de ser a grande maioria, hoje com a influência da velha mídia qupassa a propaganda que os cristão são os politicamente incorretos. Recomendo!!!
Ivan Rodr
Ivan Rodr

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de julho de 2023
Para quem é Cristão obviamente vai ser um grande filme. Ainda que eu não concordo com a morte do professor ateu, já que a mensagem seria muito melhor se o professor se conviertesse ao cristianismo e vivesse a transformasão que a maioria dos cristãos vivemos, existem muitos casos de cientistas na maioria biologos e geneticistas que se coverteram ao cristianismo ao entender que a vida e toda a informação contida nos genemas precisam de uma integencia indescriptivel para exisitir.
red hood
red hood

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 7 de junho de 2023
esse filme estereotipa muitos os ateus, todos os religiosos pensam que nós ateus somos iguais esse professor, o que não faz nenhum sentido.
Luciano Da Paz
Luciano Da Paz

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 23 de abril de 2023
A premissa de um julgamento é a busca pelo o quê é justo. Partindo desse ponto, é necessário que as partes conflitantes tenham a sua disposição a igualdade e o respeito as normas da lei garantindo-lhes a imparcialidade do júri na tomada de decisão. O que vimos em "Deus não está morto" indaga aos telespectadores menos fanáticos da religião cristã, justamente a imparcialidade do autor ao desenvolver o tema.
A história que apesar de retratar um embate aos moldes de um julgamento da suprema corte, é ambientada em uma universidade onde o jovem Josh têm suas aulas de filosofia ministradas pelo professor Jeffrey, e aí está nossos dois personagens centrais. Ora, você não achou que era Deus não é mesmo? Até porquê não haveria lógica um filme que discutisse a existência de Deus ter ele como um personagem físico. E aqui é necessário usar a interpretação de texto, e compreender que ele não está presente como personagem físico, logicamente o filme perderia o seu ponto de discussão central, entretanto, Deus está presente o tempo todo como ideia, força, fé ou o sobrenatural.
No enredo dirigido por Harold Cronk, o jovem estudante Josh ver sua fé colocada em xeque ao ingressar na faculdade, logo de cara o filme joga para o público a possível perseguição religiosa que o cristão sofrerá em sua vida acadêmica, a câmera foca na cruz estampada na camisa de Josh enquanto o rapaz que faz uma espécie de cadastro do jovem a observa e o orienta a trocar de professor. O professor em questão é o ateu Jeffrey, que ministra as aulas de filosofia. Em sua primeira aula o professor após uma breve introdução sobre suas dúvidas quanto a Deus, sem cerimônias pede para quê seus alunos escrevam em um papel “Deus não existe”. Algo que nem Froid explica, ora, a fé e a crença é parte da filosofia de vida de cada um, estranho essa incoerência filosófica partir de alguém que é mestre em filosofia. Dá-lhe se alí o embate central, Josh se recusa a tal ato, e o professor lhe propõe um debate nas aulas decorrentes do curso, Josh aceita, e exige os colegas de classe como o júri. Daí o filme se desenrola e enrola.
Com uma adaptação interessante, filmagens bem dirigidas, e atores com interpretações suaves e sem emoções, o filme segue a linha High School gospel sem Músic, claramente endereçada ao público jovem cristão, o filme é raso e parcial. Colocando o Josh como um rapaz honroso e doce, enquanto os outros personagens desabonam em alguma moral. A ideologia política conservadora é abordada de forma sutil o suficiente para caracterizar a repórter de esquerda que aborda de forma maquiavélica o casal patriótico conservador americano que caça animais e faz orações de agradecimento, nesse ponto é de se considerar a inteligência do autor ao passar a mensagem do casal good vibes enquanto a repórter “esquerdista” atenta contra os bons cristãos.
Em resumo, o filme é ideológico conservador americano, se preocupa muito mais com o marketing da perseguição da fé cristã, forçando situações desgastante e fora do comum no contexto atual da nossa realidade civil religiosa, levando o público a visões preconceituosas de outras religiões, sem entregar de forma honesta o debate principal abordado. Certamente é desnecessário tamanha manipulação, sabendo que o quê o público buscava era exatamente contrapontos fortes que instigassem sua cede na busca pela a razão. Afinal, Deus existe? Pessoalmente tenho certeza que sim, não como é amplamente disseminado. Um ser inexplicável, dotado de bondades, sem definições, ninguém explica Deus. Porém, se ele assistiu esse filme, provavelmente ficou constrangido, e arrisco dizer que no final ainda usou a expressão jovial “Morri”.
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