Planeta dos Macacos: A Guerra
Média
4,3
3479 notas

66 Críticas do usuário

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Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de agosto de 2017
Em seu terceiro e último filme na franquia Planeta dos Macacos, o competente diretor Matt Reeves consegue transformar um filme, que tem como base a revolução dos símios, em um embate político-ideológico. Planeta dos Macacos: A Guerra vai tratar de forma humanizada os dramas de seu protagonista Caesar (Andy Serkis), em detrimento de uma guerra que na verdade nem acontece. É o filme mais melancólico dos três. Neste longa acompanhamos Caesar em sua jornada em busca de um lar para sua espécie, sua preocupação maior são os macacos e a sua família, no entanto, ainda é assombrado pelo espírito de seu general koba, que o induz a uma guerra contra o coronel suicida (Woody Harrelson) pela preservação dos macacos. O diretor é extremamente competente em entregar um filme esteticamente bonito e bem filmado, a ajuda da técnica de Motion capture (Captura de Movimentos) é fundamental para dar as expressões necessárias ao seu protagonista e humanizar os macacos, ao mesmo tempo em que desumaniza os humanos. Planeta dos Macacos: A Guerra, apresenta referências claras aos genocídios dos dois últimos séculos em sua narrativa, sua qualidade técnica é assombrosa. É nítido que o roteiro de Mark Bomback traz referências ao Êxodo bíblico, vivenciado por Moisés em sua luta pela retirada dos Hebreus das terras dos Egípcios, e faz de Caesar seu símio libertador. A Guerra é um filme onde macacos são mais humanos que os homens.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de agosto de 2017
Mais uma trilogia se encerra. Depois do bem sucedido retorno de Planeta dos Macacos: A
Origem, em 2011, o filme teve outro ótimo filme, Planeta dos Macacos: O Confronto, em 2014.
Agora em 2017, o ciclo se encerra de forma bastante edificante. César está de volta e seu
grupo é forçado a encarar um exército de soldados liderado por um coronel impiedoso e
sanguinário. Não vale a pena dizer muito mais sobre o enredo, que não há como negar, soa
repetitivo. Os efeitos especiais são de encher os olhos mais uma vez. É impressionante como a
aparência dos macacos é realista, e as batalhas e todo parte técnica é simplesmente
extraordinária. Andy Serkis mais uma vez dá vida a um personagem complexo e difícil. César é
o herói nato, em busca de justiça (mais uma vez). Woody Harrelson banca o Woody Harrelson
(como sempre). O filme tem uma narrativa ágil, efeitos espetaculares e uma história que
prende a atenção, mas essa sensação de mais do mesmo meio que cansa. Nada efetivamente
novo, e embora seja um final digno pra bela trilogia, fica aquela insistente sensação de déja vu
e falta de novidade. O filme vale a pena, mas causa a impressão de que não fará falta. Ótimos
momentos, alguns bem emotivos, diálogos muito bem desenvolvidos... e boa sessão pipoca.
Nada mais que isso.
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de maio de 2022
Mesma direção e roteiro, melhorou em relação ao filme anterior, mais centrado agora nos macacos. É um filme melhor em relação ao antecessor podendo ser assistido a partir da obra de 2011 sem perder o fio da meada (o segundo filme continua sendo o piorzinho). Dos três filmes a terceira obra e a mais divertida de assistir, filme mais dinâmico. Nesse filme o lado dos macacos aparece como protagonista, não sendo vilanizado como na segunda obra. Cesar lidera a história, alguns personagens engraçados aparecem, um novo integrante falante dos símeos aparece. Um pouco do lado humano e cruel, o despotismo do coronel traidor do exército (interpretado por Woody Harrelson de Jogos Vorazes). Andy Serkis encerra sua participação. O filme encerra o reboot, abrindo espaço para que a continuação mostre o exponecial crescimento intelectual e material da civilização símea até os tempos da obra de 2001.
Eduardo D
Eduardo D

27 seguidores 62 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de agosto de 2017
Situado em um ambiente onde a gripe símia dizimou humanos e aqueles que sobreviveram estão sendo afetados com deficiência motora, os macacos são uma comunidade mal vista e que vivem encurralados em busca de um lugar longe dos homens.

Assim inicia-se o final da trilogia do Planeta dos Macacos. Nesse período de seis anos a trama e os personagens evoluíram filme a filme o que já é bastante positivo frente a trilogias ruins e fracassadas. Aqui é uma obra mais densa e madura, com elementos dramáticos melhor desenvolvidos e, sim, com excelentes atuações. Caesar (Andy Serkis) além de líder dos macacos é um ser preocupado com sua família. Vivendo em suspensão, eles já sabem que alguns gorilas desertaram com medo e se juntaram aos humanos servindo de peão e sendo chamados de “mula”.

Quando ocorre um ataque surpresa liderado pelo Coronel (Woody Harrelson) vitimando vários macacos, o lado sombrio e vingativo de Caesar aflora, inclusive “sujando as mãos” e colocando à prova sua liderança. Sempre com seu fiel conselheiro ao lado, Maurice (Karin Konoval), Caesar vai aos poucos lembrando de seus dilemas morais, auxiliado pelo expressivo Bad Ape (Steve Zahn) e pela menina infectada (Amiah Miller). Esses dois novos personagens bem díspares aliás. Enquanto a menina, apesar de bons momentos com Maurice, não traz peso à narrativa, Bad Ape tem ótimas cenas sendo importante à trama, com um pequeno arco dramático e também como alívio cômico.

As duas primeiras partes do filme são bem desenvolvidas. A digitalização está incrível. A captura de performance das expressões corporais e faciais são colírios aos olhos do público e mostram o vigor de boas atuações junto ao esmero digital sendo muito bem usados pelo Diretor Matt Reeves. Há diversas cenas que além de bonitas e com cenário rico de elementos enaltecem as tomadas. O plano aberto com os macacos andando a cavalo em meio à neve é belíssima.

O ritmo imprimido cresce com o drama de Caezar e tem no encontro com o Comandante seu ápice. O contraponto entre os dois é interessante e a relação de presos em guerra e trabalho escravo lembra diversos filmes do gênero. A partir de então, Matt Reeves começa a preparar o seu final. Há uma batalha compacta e que os efeitos visuais já não correspondem ao que foi mostrado e a Guerra acaba não fazendo jus ao título. O desequilíbrio é perceptível no arco final. Os excessivos 140 minutos do filme têm uma resolução rápida e descrente. A tão esperada batalha é diluída; quando a trama sai do seu nicho e tenta ser grandioso, perde seu maior sentido. Mas logo o Diretor recompensa o público. A guerra já não é tão importante quanto ao futuro de Caesar e seus aliados.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de agosto de 2017
Um bom filme de ficção, com um enredo bem elaborado e boa direção. É mais um drama na vida de uma população, nesse caso, dos macacos, do que um filme de guerra. É só colocar qualquer povo no lugar dos macacos e a história se encaixa perfeitamente. Os efeitos especiais e figurinos estão bem feitos e convincentes. É claro que não é nenhuma obra de arte e não havia pretensão disso, mas agrada bastante. A mensagem final dos macacos se afastando para lugares de difícil acesso, para evitar o confronto é bastante positiva, assim como as justificativas eternas para haver guerra, geralmente partindo de uma mente doentia. Vale a pena.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.872 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de outubro de 2017
Em Planeta dos Macacos: A Guerra, o terceiro capítulo da franquia de blockbuster aclamada pela crítica, César e seus macacos são forçados a entrar em um conflito mortal com um exército de humanos liderados por um Coronel impiedoso. Depois que os macacos sofrem perdas inimagináveis, César luta com seus instintos mais sombrios e começa sua jornada mítica para vingar sua espécie. Conforme a jornada os coloca frente à frente, César e o Coronel são colocados um contra o outro em uma batalha épica que vai determinar o destino de suas espécies e futuro do planeta.

Com certeza torci mais para os macacos do que para os humanos, em relação ao filme achei que deveria ter sido mais curto ficou muito comprido e cansativo
MAGRAOBL
MAGRAOBL

29 seguidores 402 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de agosto de 2024
[26/08/2024 Disney Plus]

Apesar de eu ter gostado, esse é o mais fraco se compararmos com dois primeiros.
"A Origem" e "O Confronto" tem uma carga dramática mais convincente do que "A Guerra". Até o último ato do filme ele se mostrava um filme genérico de Sessão da Tarde, mais aí no final e que era para ser o fechamento da trilogia com chave de ouro, acabou não sendo pq agora em 2024 saiu mais um filme da franquia intitulado "O Reinado"...
Guilherme M.
Guilherme M.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de julho de 2017
Bom o filme, os efeitos especiais deixam a desejar em certos momentos, mas o roteiro do filme é muito bom.Este é melhor que o segundo da trilogia.
elias d.
elias d.

4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de julho de 2017
adoro essa saga já asisti os outros e não perco por nada, gostaria que a produção e os atores viesse ao Brasil pra divulgar o filme
Dantas F
Dantas F

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de novembro de 2017
Primeiro filme ótimo, segundo bom e o terceiro uma bosta.enredo fraco e pouco criativo, parece q as ideias em algumas partes foram dirigidas por estagiários.
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