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Alvaro Triano
98 seguidores
97 críticas
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3,5
Enviada em 4 de agosto de 2017
Em seu terceiro e último filme na franquia Planeta dos Macacos, o competente diretor Matt Reeves consegue transformar um filme, que tem como base a revolução dos símios, em um embate político-ideológico. Planeta dos Macacos: A Guerra vai tratar de forma humanizada os dramas de seu protagonista Caesar (Andy Serkis), em detrimento de uma guerra que na verdade nem acontece. É o filme mais melancólico dos três. Neste longa acompanhamos Caesar em sua jornada em busca de um lar para sua espécie, sua preocupação maior são os macacos e a sua família, no entanto, ainda é assombrado pelo espírito de seu general koba, que o induz a uma guerra contra o coronel suicida (Woody Harrelson) pela preservação dos macacos. O diretor é extremamente competente em entregar um filme esteticamente bonito e bem filmado, a ajuda da técnica de Motion capture (Captura de Movimentos) é fundamental para dar as expressões necessárias ao seu protagonista e humanizar os macacos, ao mesmo tempo em que desumaniza os humanos. Planeta dos Macacos: A Guerra, apresenta referências claras aos genocídios dos dois últimos séculos em sua narrativa, sua qualidade técnica é assombrosa. É nítido que o roteiro de Mark Bomback traz referências ao Êxodo bíblico, vivenciado por Moisés em sua luta pela retirada dos Hebreus das terras dos Egípcios, e faz de Caesar seu símio libertador. A Guerra é um filme onde macacos são mais humanos que os homens.
Mais uma trilogia se encerra. Depois do bem sucedido retorno de Planeta dos Macacos: A Origem, em 2011, o filme teve outro ótimo filme, Planeta dos Macacos: O Confronto, em 2014. Agora em 2017, o ciclo se encerra de forma bastante edificante. César está de volta e seu grupo é forçado a encarar um exército de soldados liderado por um coronel impiedoso e sanguinário. Não vale a pena dizer muito mais sobre o enredo, que não há como negar, soa repetitivo. Os efeitos especiais são de encher os olhos mais uma vez. É impressionante como a aparência dos macacos é realista, e as batalhas e todo parte técnica é simplesmente extraordinária. Andy Serkis mais uma vez dá vida a um personagem complexo e difícil. César é o herói nato, em busca de justiça (mais uma vez). Woody Harrelson banca o Woody Harrelson (como sempre). O filme tem uma narrativa ágil, efeitos espetaculares e uma história que prende a atenção, mas essa sensação de mais do mesmo meio que cansa. Nada efetivamente novo, e embora seja um final digno pra bela trilogia, fica aquela insistente sensação de déja vu e falta de novidade. O filme vale a pena, mas causa a impressão de que não fará falta. Ótimos momentos, alguns bem emotivos, diálogos muito bem desenvolvidos... e boa sessão pipoca. Nada mais que isso.
Mesma direção e roteiro, melhorou em relação ao filme anterior, mais centrado agora nos macacos. É um filme melhor em relação ao antecessor podendo ser assistido a partir da obra de 2011 sem perder o fio da meada (o segundo filme continua sendo o piorzinho). Dos três filmes a terceira obra e a mais divertida de assistir, filme mais dinâmico. Nesse filme o lado dos macacos aparece como protagonista, não sendo vilanizado como na segunda obra. Cesar lidera a história, alguns personagens engraçados aparecem, um novo integrante falante dos símeos aparece. Um pouco do lado humano e cruel, o despotismo do coronel traidor do exército (interpretado por Woody Harrelson de Jogos Vorazes). Andy Serkis encerra sua participação. O filme encerra o reboot, abrindo espaço para que a continuação mostre o exponecial crescimento intelectual e material da civilização símea até os tempos da obra de 2001.
Situado em um ambiente onde a gripe símia dizimou humanos e aqueles que sobreviveram estão sendo afetados com deficiência motora, os macacos são uma comunidade mal vista e que vivem encurralados em busca de um lugar longe dos homens.
Assim inicia-se o final da trilogia do Planeta dos Macacos. Nesse período de seis anos a trama e os personagens evoluíram filme a filme o que já é bastante positivo frente a trilogias ruins e fracassadas. Aqui é uma obra mais densa e madura, com elementos dramáticos melhor desenvolvidos e, sim, com excelentes atuações. Caesar (Andy Serkis) além de líder dos macacos é um ser preocupado com sua família. Vivendo em suspensão, eles já sabem que alguns gorilas desertaram com medo e se juntaram aos humanos servindo de peão e sendo chamados de “mula”.
Quando ocorre um ataque surpresa liderado pelo Coronel (Woody Harrelson) vitimando vários macacos, o lado sombrio e vingativo de Caesar aflora, inclusive “sujando as mãos” e colocando à prova sua liderança. Sempre com seu fiel conselheiro ao lado, Maurice (Karin Konoval), Caesar vai aos poucos lembrando de seus dilemas morais, auxiliado pelo expressivo Bad Ape (Steve Zahn) e pela menina infectada (Amiah Miller). Esses dois novos personagens bem díspares aliás. Enquanto a menina, apesar de bons momentos com Maurice, não traz peso à narrativa, Bad Ape tem ótimas cenas sendo importante à trama, com um pequeno arco dramático e também como alívio cômico.
As duas primeiras partes do filme são bem desenvolvidas. A digitalização está incrível. A captura de performance das expressões corporais e faciais são colírios aos olhos do público e mostram o vigor de boas atuações junto ao esmero digital sendo muito bem usados pelo Diretor Matt Reeves. Há diversas cenas que além de bonitas e com cenário rico de elementos enaltecem as tomadas. O plano aberto com os macacos andando a cavalo em meio à neve é belíssima.
O ritmo imprimido cresce com o drama de Caezar e tem no encontro com o Comandante seu ápice. O contraponto entre os dois é interessante e a relação de presos em guerra e trabalho escravo lembra diversos filmes do gênero. A partir de então, Matt Reeves começa a preparar o seu final. Há uma batalha compacta e que os efeitos visuais já não correspondem ao que foi mostrado e a Guerra acaba não fazendo jus ao título. O desequilíbrio é perceptível no arco final. Os excessivos 140 minutos do filme têm uma resolução rápida e descrente. A tão esperada batalha é diluída; quando a trama sai do seu nicho e tenta ser grandioso, perde seu maior sentido. Mas logo o Diretor recompensa o público. A guerra já não é tão importante quanto ao futuro de Caesar e seus aliados.
Um bom filme de ficção, com um enredo bem elaborado e boa direção. É mais um drama na vida de uma população, nesse caso, dos macacos, do que um filme de guerra. É só colocar qualquer povo no lugar dos macacos e a história se encaixa perfeitamente. Os efeitos especiais e figurinos estão bem feitos e convincentes. É claro que não é nenhuma obra de arte e não havia pretensão disso, mas agrada bastante. A mensagem final dos macacos se afastando para lugares de difícil acesso, para evitar o confronto é bastante positiva, assim como as justificativas eternas para haver guerra, geralmente partindo de uma mente doentia. Vale a pena.
Em Planeta dos Macacos: A Guerra, o terceiro capítulo da franquia de blockbuster aclamada pela crítica, César e seus macacos são forçados a entrar em um conflito mortal com um exército de humanos liderados por um Coronel impiedoso. Depois que os macacos sofrem perdas inimagináveis, César luta com seus instintos mais sombrios e começa sua jornada mítica para vingar sua espécie. Conforme a jornada os coloca frente à frente, César e o Coronel são colocados um contra o outro em uma batalha épica que vai determinar o destino de suas espécies e futuro do planeta.
Com certeza torci mais para os macacos do que para os humanos, em relação ao filme achei que deveria ter sido mais curto ficou muito comprido e cansativo
Apesar de eu ter gostado, esse é o mais fraco se compararmos com dois primeiros. "A Origem" e "O Confronto" tem uma carga dramática mais convincente do que "A Guerra". Até o último ato do filme ele se mostrava um filme genérico de Sessão da Tarde, mais aí no final e que era para ser o fechamento da trilogia com chave de ouro, acabou não sendo pq agora em 2024 saiu mais um filme da franquia intitulado "O Reinado"...
Primeiro filme ótimo, segundo bom e o terceiro uma bosta.enredo fraco e pouco criativo, parece q as ideias em algumas partes foram dirigidas por estagiários.
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