Quando Te Conheci
Média
3,5
186 notas

20 Críticas do usuário

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Nelson J
Nelson J

51.033 seguidores 1.977 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de janeiro de 2017
Ficção onde o que restou da humanidade tem por propósito encontrar a origem e o destino da vida, sem sentimentos e sem amor, mas o amor é uma doença que é tratada na busca de uma cura definitiva, sendo que o contato humano é proibido. Neste ambiente, um casal tentará superar as barreiras e fugir, mas nem tudo acontece como o planejado. Roteiro confuso e com transições lentas.
Jairo D.
Jairo D.

1.348 seguidores 305 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de setembro de 2017
‘Quando te Conheci‘ é um filme cuja história se desenvolve lentamente e sua trama não tem a pretensão de mostrar uma revolução, mas sim o relacionamento amoroso dos dois personagens principais. E, verdade seja dita, Nicholas Hoult e Kristen Stewart têm uma química excelente e estão incríveis em seus respectivos papéis.
Recomendo! Achei diferente, tocante e eficiente em sua mensagem.
Daniella L.
Daniella L.

4 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de abril de 2017
Optando por uma temática muito recorrente nos filmes de ficção científica da atualidade, na provisão apocalíptica de uma sociedade no futuro, Equals (2015), de Drake Doremus, circunscreve o caos como um mal interno e, talvez, muito mais atual do que imagina-se. Para isso, direção atrelada ao sincretismo audiovisual são os princípios que descrevem uma experiência perceptiva que reverbera mais dos sentidos do espectador e de sua percepção.
A narrativa prevê, em um futuro, uma sociedade distópica resultante de um bombardeio que dizimou quase toda a população. Bem organizados e concentrados, seus indivíduos se mantêm indiferentes a qualquer tipo de sentimento, dentro de um complexo tecnologicamente muito evoluído. A proposta é sustentada pela imposição de regras sociais culposamente obedecidas, como: não se relacionar afetivamente e fisicamente com as pessoas. Mas o ideal é ameaçado pela SOS (Switched-On-Syndrome), epidemia que torna as pessoas mais sensibilizadas às vivências do cotidiano, corrompendo a estabilidade da nova civilização e levando os infectados ao banimento ou ao suicídio. Não há explicação de sua origem, nem uma cura efetiva, quando Silas (Nicholas Hoult) começa a apresentar os primeiros estágios sintomáticos da doença, ao perceber algo de diferente em sua companheira de trabalho, Nia (Kristen Stewart).
O enredo pode rememorar filmes como A ilha (2005) de Michael Bay ou O doador de memórias (2014) de Phillip Noyce, ou ate mesmo Equilibrium (2003) de Kurt Wimmer, mas, diferentemente, Equals requer, com poucos efeitos visuais, planos mais longos ou sequenciados em um ritmo narrativo reduzido, uma experiência sobre os estágios das relações amoroso-afetivas, a partir das experimentações do som e imagem orquestrados na tela. Neste não há a representação expressa do governo ditador/controlador (apenas sua citação, provando que não mais este seria o foco), mas, apropriadamente, o simbolismo de questões subjetivas tão quanto ditatoriais. A repressão é interna (ou de fato um recalque) que, sustentada pela culpa e os juízos de valor, controla os personagens em prol da manutenção da estabilidade do indivíduo (e da sociedade) sob o vigilante superego. Nesse sentido, a culpa, na descoberta do amor, e a necessidade de cura ou de banimento, como punição aos infectados, se tornam tão evidentes quanto necessários.
Na construção do cenário técnico da película fílmica, o primeiro plano e o close são os narradores principais de um discurso sincrético em que o som e a imagem descrevem o relacionamento amoroso entre os personagens centrais afetados pelo medo da rejeição social, mas implacável aos sentidos (pulsão incontrolável). Então não se vê nem se ouve mais a música isoladamente, mas experimenta-os como um só, ao passo que narram as vontades e desejos dos infectados, contra as perspectivas de isolamento e individualidade da sociedade. Condicionantes que induzem o envolvimento à trama de modo a incitar a sensibilidade do espectador para com as descobertas dos novos sentimentos por parte de seus atores, quase possibilitando sentir o mesmo que eles, mesmo quando a atuação de Kristen Stewart não comove nem impressiona.
Parafraseando com o estágios de uma doença a narração descreve o surgimento e o desenvolvimento do ideal imaginário de amor entre duas pessoas. Nessa lógica entende-se Freud quando afirmara que um dos mais importantes ocasionadores do sofrimento humano são os relacionamentos. Dessa forma o amor/relacionamento é a patologia que inevitavelmente conduziria suas vítimas ao sofrimento/morte, seja quando não atende às imposições sociais ou as demandas internas, mas é, também, contraditoriamente, condicionante da existência do homem enquanto tal, sempre tendencioso a burlar o seu antídoto.
Gabriel Carrijo
Gabriel Carrijo

1 seguidor 70 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de março de 2025
Precisamos estabelecer essa técnica aqui no Brasil , chega de dividir o povo entre direita e esquerda, chega de futebol e carnaval, chega de bagunça e desordem, apenas assim poderemos viver civilizados e em paz, dito isso , o local do filme precisa de mais segurança, cadê as câmeras nos quartos? Como deixam eles pegarem um trem na maior facilidade ? Filme é até legalzinho , e implementa uma ideia para o futuro da humanidade em que não será necessário humanos , pois os robôs estarão aí suprindo tudo , flwssss gadais 樂冷
Thuane F.
Thuane F.

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2017
Gostei bastante do filme, mas uma leitura da grande obra literária "Admirável mundo novo". Adoro filme com esse tipo de fotografia, a trilha sonora também me agradou bastante, suave como o desenrolar do filme e na medida. Sempre é bom pensar de forma crítica questões como essas, o que realmente vale apena na vida, e até onde ela vai.
Lílian L.
Lílian L.

3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 13 de abril de 2018
Fraco o filme fala de emoções, porem muito sem emoções da sono filme chato,não comparo nem com o arroz e feijão parece que fica na mesma cena sempre
SuicuneBH
SuicuneBH

12 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de agosto de 2022
Achei a trama repetitiva e pouco emocionante (bem a cara do filme mesmo) e senti sono durante o filme. Mas a história é interessante e o final chamou a atenção, por mostrar spoiler: como nossos sentimentos podem ser complexos o nos suficiente para corromper regras. No caso do filme, somente os afetados (que possuem sentimentos) têm a mínima capacidade de crítica e de trazer alguma diversidade àquela sociedade igualitária e monótona.
LeP
LeP

8 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de outubro de 2019
Filme super diferente, história muito bacana! Mas se vc ta procurando ação ou algo agitado, não serve. O filme explora mais um lado futurístico e a história de romance. Vale a pena assistir
Natalia d.
Natalia d.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 23 de abril de 2019
Até num papel de pessoa sem emoção Kristen Stewart consegue ser ruim. Filme chato, atuações fracas e muitas cenas repetidas. Deu sono!
Calebe Sousa
Calebe Sousa

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de maio de 2020
É um filme que apesar de conter pouca ação, cria tensão. No teatro da sociedade sem emoções, o romance, sendo pra eles crime, se torna algo desafiador e insano. O que nos leva a passar por grandes emoções durante o filme, é que também somos seres emotivos. Impossível não nos identificarmos com os personagens! Atuações fantásticas. O filme cumpre com sua proposta! Não poderia dizer que há uma mensagem central. Há várias, política, social etc. Excelente filme.
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