O Lagosta
Média
3,4
415 notas

61 Críticas do usuário

5
6 críticas
4
17 críticas
3
11 críticas
2
4 críticas
1
10 críticas
0
13 críticas
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Eloah M
Eloah M

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 2 de fevereiro de 2019
O filme é péssimo. Nada tem sentido nele ou obedece a uma lógica, ou apresenta motivação ou razão convincentes.
O filme é uma coletânea de crueldades sem razão de ser. Totalmente dispensável.
Lailaolliveira
Lailaolliveira

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2019
Eu gostei bastante do filme. A princípio a ideia parece meio tosca e absurda, mas ao ver o filme, se percebe que é bom e tem um conceito por trás. Só achei que o final ficou por desejar, mas no geral é bom.
Thaty F.
Thaty F.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 30 de novembro de 2017
O pior filme que já assisti em toda minha vida. Como é que o povo gasta tanto dinheiro pra gravar um lixo desses?
Murilo A
Murilo A

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de janeiro de 2019
Esse filme merece as cinco estrelas, a despeito de qualquer crítica do tipo "Não faz sentido" ou "Não tem roteiro".

Categorizado na Netflix como Humor Negro, imagino que o correto seria colocá-lo na categoria do Nonsense, o que não quer dizer que a história do filme é caótica ou desorganizada, mas que não encontra paralelos nas possibilidades atuais da vida real. É uma espécie de realismo fantástico, na sua mais bela acepção.

Durando quase duas horas, O Lagosta prende o espectador do início ao fim através de um mecanismo muito simples, que é a necessidade de explicações para cenas altamente impactantes.

spoiler: A primeira, por exemplo, com a mulher que sai do carro e mata o burro (e que vai permanecer sem explicação até o fim do filme), nada mais é do que um anzol que nos fisga e nos faz ficar debatendo até o fim da história para enteder o que está acontecendo. Quer um exemplo de como isso funciona? Eu comecei a assistir ao filme com o Whatsapp aberto, e quando vi aquela cena pensei: "Peraí, eu preciso ver isso de novo. Onde está o sentido disso aqui? O que foi que perdi?" e essa sensação durou duas horas. Quando o filme acabou, tive necessidade de voltar e ver a cena outra vez, procurando algo que me explicasse o porquê daquilo. Mas não tem nada explícito. Só aí lembrei que estava conversando no Whatsapp.


Acho que a grande característica desta obra é trabalhar com a inteligência de quem assiste. Muita coisa, o espectador é obrigado a depreender, deduzir, concluir por si só. As pontas soltas são só detalhes que não tiram o sentido da narrativa principal, mas a enriquecem. Eu gosto disso. Me irritaria se o filme tivesse necessidade de explicar pormenorizadamente, através de uma cena muito explícita, ou (no pior dos casos) através de uma fala de personagem, o sentido por trás do seu roteiro.

Mas, afinal, por que The Lobster é um filme magistral na sua proposta? Porque ele argumenta sobre seu tema. E qual é o tema? Nossa necessidade de se adaptar às outras pessoas para se incluir na sociedade, principalmente dentro de relacionamentos afetivos.

Nesta narrativa, as pessoas são obrigadas a se encaixar em uma de duas categorias estanques: casais ou isolados. Escolher um desses grupos tem consequências, que é viver fingindo que combina com o parceiro ou parceira ou passar o resto dos dias sem poder se envolver afetivamente com qualquer outra pessoa (e sendo caçado pelos que pretendem não ser solitários).

Um filme que usa metáforas com tanta destreza nunca poderá ser classificado como ruim.
Ana P
Ana P

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2019
O filme não é como a maioria: simplista! As metáforas são pertinentes e deixa aquelas interrogações sobre o comportamento social e suas implicações. Não é filme para quem gosta de roteiro mastigado.
Lucas Filmaker e Analista de Sistemas
Lucas Filmaker e Analista de Sistemas

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de novembro de 2024
A primeira hora é péssima, parece que vai ser bom, mas só parece mesmo, aí a segunda hora é horrível e você se mata pra tentar assistir até o final, aí chega no final você só confirma que o filme inteiro foi uma bosta, TNC!
Loiragatamiau
Loiragatamiau

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2025
Não tem como dar menos que uma estrela, se pudesse eu daria. Quem dá mais que uma estrela pra isso, ou é doido ou usa drogas pessadas. Não tem nexo, não tem um sentido sequer... Muita viagem sem nada a acrescentar. Perdi meu tempo e insisti porque achei que iria melhorar, mas não, deu raiva. Fui pelos atores e não valeu a pena. Muito ruim!
Kennedy
Kennedy

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 5 de março de 2019
Absolutamente horrível! É o desperdício de 1 hora e 57 minutos de vida. Têm ótimos atores, bela fotografia, etc. etc. etc. Mas o enredo não tem fundamento. É tão absurdo que foi indicado para o Oscar. Respeito quem goste, mas tanto tempo de produção para se chegar a isto? Não há como classificá-lo. Não é comédia, não é humor negro, não é papo cabeça, não é terror, não é ficção, não é obra futurista, não tem volume, não é digo de Oscar. É para lá de perda de tempo!
Mauro Elias Mendonça
Mauro Elias Mendonça

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2024
*O LAGOSTA*
Eu gostei da maneira metafórica de problematizar a autoritária, controladora, fanática, fundamentalista e maniqueísta bipolarização do mundo interno e externo, que encobre o medo à liberdade com a raiva e a intolerância ao questionador diferente ou contraditório, entre dois extremismos do "contra", ou seja, do combatente anti alguma coisa contrária que tenta impor uma obrigação, oposição esta representada nesta película, pelos extremos do autoritário conservadorismo no "antisolteirismo" e da rebeldia autoritária no "anticasamentismo". O contexto do enredo apresenta vícios, perversões, superficialidades, artificialidades, mentiras e ilusões humanas nas relações, por trás ou por baixo da estética moralista conservadora ou da rebeldia libertínea; da frágil e artificial pseudoética, que facilmente ruirá diante das provações dos estresses da vida, das ameaças à perda do suposto poder e controle, dentro e fora de cada um de nós e diante das torturas da luta pela sobrevivência. Há o exemplo da louca "cegueira" escancarada pela intensa e aparente encantadora extrema paixão disfuncional, de quem, por outro lado e ao mesmo tempo, vive uma face ou fase no solitário autismo narcísico, totalmente fechado para a comunhão no amor. Resta aproveitar o filme para refletir sobre amor e liberdade, naturalidade e artificialismo, profundidade e superficialidade, mentira e verdade, concessões éticas às imposições e auto imposições para um pseudopertencimento na solteirice, no casamento ou em qualquer normatização afetiva ou social. O que, o como e o quanto será o lugar provisório para cada um no livre, transformador e "revolucionário" ato de amor próprio e solidário, incluindo a possibilidade da calorosa parceria conjugal por total livre arbítrio, diante dos extremos disfuncionais, muitas vezes compartilhados na mesma pessoa, entre a compulsiva "solidão narcisa" e a narcísica relação focada na impulsiva "paixão tóxica", alimentando assim a perversidade narcisista e destrutiva de ambos extremos: o conservadorismo sem vida no casamento (ou na solteirice) e a rebeldia sem limites na solteirice (ou no casamento)? Estar solteiro ou casado a serviço de que, olhando para dentro e para fora de nós mesmos no passado, presente e futuro? Para agradar ou desagradar o que ou quem? Para satisfazer qual desejo, necessidade ou vontade? Poderia o amor verdadeiro nos permitir ser livres? Poderia a verdadeira liberdade nos permitir amar?
wellington alves
wellington alves

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 5 de maio de 2024
Uma porcaria. Muito ruim nao perca seu tempo. E é daqueles filmes q termina vc sem saber o q houve.
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