Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Rafael S
1 seguidor
46 críticas
Seguir usuário
2,0
Enviada em 7 de janeiro de 2025
No começo eu achei o filme interessante, mas depois começou a ficar ruim, ficou chato, perdeu o sentido, ficou sem pé nem cabeça. A proposta era legal, mas não entregou nada.
Filmaço! Excelente roteiro, bizarro, com críticas sociais e políticas. Atuações sem sentimentos que se relacionam diretamente com o tema e clima do filme.
Muito interessante a relação das pessoas em meio a um sistema bizarro. O que estragou foi o final: a história não teve um desfecho e ficou sem sentido.
O filme é bizarro, de humor negro e ácido, com situações inusitadas que nos tira totalmente de nossa zona de conforto, ou seja, ou você ama, ou odeia. Mas todo esse contexto bizarro e até sem noção na verdade é uma crítica sarcástica que leva a reflexão sobre as relações amorosas em nossa sociedade. Dois extremos. De um lado, a imposição do casamento, da ideia de que é impossível ser feliz sozinho, a pressão de encontrar a alma gêmea ou par ideal e o felizes para sempre. De outro, a imposição de que só podemos ser felizes sozinhos, que a felicidade não está no outro mas em si mesmo, a supervalorização do individualismo, da supressão dos sentimentos, da satisfação pessoal acima do conceito de amor e família. Não há espaço para o livre arbítrio, não há liberdade de escolha, todos tem que seguir o padrão imposto senão é banido da sociedade ou transformado em animal. No meio de tudo isso surge o amor verdadeiro entre os protagonistas e a questão final: Neste mundo frio, vale à pena se sacrificar por amor?
Eu gostei bastante da composição do filme, tudo foi muito bem pensado para que a narrativa fizesse sentido e o telespectador prendesse sua total atenção ao filme. A escolha da trilha sonora foi cuidadosa e, com isso, as músicas utilizadas complementaram as cenas muito bem, além de trazer uma maior profundidade emocional para estas. A cinematografia, que foi meticulosamente executada, capta a essência da narrativa através da alternância entre momentos narrados por uma terceira pessoa e pela experiência de vivenciarmos o que o protagonista está passando através de seus olhos.
Portanto, se está em busca de um filme que entretém, provoca e nos faz refletir, essa é uma boa opção!
Em meio à eclosão das distopias no cinema, O Lagosta consegue um lugar à luz do sol, embora não seja palatável para os que desejam somente entretenimento. A obra traz críticas ácidas às pressões sociais para que todos se adequem à padrões normativos, principalmente no que diz respeito aos relacionamentos. As atuações, a trilha sonora, a fotografia e os enquadramentos frios, e os diálogos bizarros e cheios de humor negro, tratados com espantosa naturalidade, proporciona bons momentos de reflexão. E claro, um pouco de entretenimento também.
O roteiro, a ideia da exposição do inconsciente perverso do ser humano, são muito bons e originais. O filme é péssimo. Uma verdadeira aula de como não fazer cinema. Outra coisa. Faz rir em raros momentos, mas o filme não é uma comédia. É um pesado drama, desnudando o nosso lado perverso. Recomendado apenas para psiquiatras e psicanalistas.
É o tipo de filme que você ama ou odeia, não tem como ficar indiferente..depois de assistir, qualquer obra que venha do Yorgos Lanthimos. Juro, que deu vontade de abandonar no início mas.. a trilha sonora(distorcida)me prendeu, e mesmo com a perda de ritmo no meio do filme,as reflexões geradas fez valer a pena . Pertencer ao sistema, revoltar-se contra ele..para sobreviver,vale tudo? Distópico na potência máxima. ⭐⭐⭐⭐
Achamos a sinopse do filme interessante, atrativa, um bom gancho. Começamos assisti-lo, eu e minha esposa Suely, pensando que teríamos um interessante e recreativo filme de ficção plausível, inteligente e com algum roteiro dito "normal", cuja estória poderíamos assistir e tirar alguma sabedoria, alguma lição de vida. Depois de 10 minutos comecei a avançar, avançar, avançar e avançar o filme assistindo-o aos pedaços porque tudo saiu dos eixos, sem contexto crível, nada tinha a menor lógica, e cada vez ficava pior. Excelentes artistas a serviço de uma tremenda mediocridade. O final então foi um tapa na cara, um balde de água e gelo na cabeça. Concluí que qualquer das cenas em que parava quando avançava com o filme poderia servir de seu final, não ia fazer a menor diferença mesmo. Quanto tempo, talento e dinheiro gastos à toa. Devia ter aprendido que quando os tais críticos de cinema elogiam um filme é bom ficar com pulgas atrás das orelhas.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade