Sobreviver a um desastre aéreo já é um milagre, não importa aonde, apenas erguei as mãos (...musiquinha famosa e chata vindo na mente agora...) e agradeça aos céus por mais um dia! Mas o que se fazer se é em uma ilha? E se você não for o único sobrevivente? O mais fácil é agir em equipe, em time, só assim juntarão forças para vencer tamanha dificuldade, pois não há como saber se vai vir um resgate. Tem que ter um líder, regras, organização e às vezes, tomar certas decisões nada fáceis, mas onde existem regras, nem sempre são aceitas por todos e, se não houver o bom senso, o caos está formado e o que seria um grupo, torna se duas tribos rivais brigando por água e comida. Então seria melhor ser o único a sair vivo do avião? Bom, para mim bastava ser eu e as duas irmãs da história..... Tirando o Defeito Visual (cena do avião), a trama do diretor Shyam Madiraju começa bem, tem uma boa sacada em utilizar um time de futebol, se desenvolve, cria boas situações com certas tensões, nos mostra perfeitamente a personalidade de cada personagem e suas posturas, mas se perde depois de certo momento. Uma pena, pois o elenco convence em sua atuação. Do meio para o final da história, encontramos erros de roteiro e situações duvidosas (não é porque os protagonistas são jogadores de futebol, que são excelentes nadadores, assim como não é tão fácil nadar entre ilhas no meio do oceano.....). E o final é deveras brochante. Agora, o Madiraju, de nacionalidade indiana, deve amar muito os EUA, pois imaginar uma final de Copa do Mundo entre Brasil e Estados Unidos no Maracanã e ainda a taça ir para a terra do Tio Sam é ser muito otimista, certo Galvão? Pode isso Arnaldo Cezar Coelho?...