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Osnir Sotério
8 seguidores
25 críticas
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2,0
Enviada em 25 de março de 2014
Meu pai sempre disse que é muito mais fácil destruir as coisas do que construir e ainda assim há quem valorize aqueles que destroem. Me apropriando da ideia do meu pai de forma análoga aplicada a "Ninfomaníaca", entendo que é muito mais fácil causar repulsa do que ternura, é mais simples mostrar bizarrices do que a verdadeira beleza do ser humano, é mais fácil provocar escuridão do que luz. No entanto, não há dúvida que sempre haverá quem ache esse tipo de obra algo genial. Sempre existirão aqueles, que ainda que subconscientemente, se sentem infelizes e não se satisfariam com a ideia de alguém realmente pode ser feliz de verdade. Sendo assim sempre existirá espaço para os Von Trier da vida fazerem qualquer lixo e serem aplaudidos, contanto que não existam heróis nem mocinhos na história e que todos acabem mal no fim da película. Eu sou fan do ser humano e prefiro ver ressaltadas suas virtudes sobrepondo-se a seus defeitos, porque foi para isso que nascemos. O mundo tem dois lados, ambos verdadeiros, cada um escolhe por que angulo quer enxergar.
Já que você viu o primeiro e não entendeu nada porque não tinha acabado você tem que ver esse pra se situar,porém a decepção é a mesma,já que se trata de uma obra só,drama total com pitadas de erotismo ou sadismo.
FRACO. A história melhorou em relação ao volume um, nesse demostrou mais que a moça é uma doente, viciada em sexo e não importa com quem, assim como existem viciados em várias coisas, não ficou somente uma história de uma depravada como mostrado no primeiro filme. Porém o final é totalmente broxante.
Achei o filme bem cansativo e apelativo um tanto desnecessária aquelas cenas de sadomasoquismo fora o final ser bem previsível o diálogo com aquele senhor e muito chato deixando o filme muito enrolado
Claramente a protagonista é uma libertária (pesquise o sentido dessa palavra) e há uma parte em que a mesma faz uma critica ao politicamente correto, já o senhor que a ouve ao que parece é um falso moralista de esquerda progressista. Gostar ou não vai depender muito da visão que a pessoa tem do sexo, pois o filme é intolerante com a visão romantizada da sexualidade e trata a mesma como um mero objeto de documentário. O filme tenta ser profundo, mas lhe falta conteúdo e para mascarar isso eles apelam a uma verborragia erudita. A partir da segunda metade desse segundo volume, para agradar a crítica especializada progressista, largam de mão o que era interessante na história, ou seja, o enquadramento do mundo e das dificuldades da personagem para a colocarem numa história de ação absurda parecendo jogar o "empoderamento feminino" como moral da história. O final parece ser uma aleatoriedade que só quem escreveu poderia definir, mas se tivesse que chutar chutaria que estava mais para uma nova crítica ao politicamente correto, ou politicamente hipócrita, do que um final visando agradar o publico feminista. O filme não é ruim, mas também não é bom, é raso na história, mas em momento algum senti que estava vendo uma pornochanchada, pois as cenas de sexo são todas incluídas no contexto, mesmo sendo bastante explícitas e até bizarras. Conclusão: pensa em um filme de terror, só que ao invés de morte e suspense vc tem o sexo como método de choque, ponto.
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