Ninfomaníaca - Volume 2
Média
3,8
691 notas

49 Críticas do usuário

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Gabriel Carrijo
Gabriel Carrijo

1 seguidor 70 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de setembro de 2025
Ai não Seligman, um cara inteligente, culto , fazer essa bobeira no final , custasse pedir pra ela , ai vc me quebra homem , rsrs , filme top como o primeiro, flwss
Neiza Almeida
Neiza Almeida

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de fevereiro de 2025
Bom, o filme é excelente. Inclusive eu perdi o sono, não consegui dormir sem terminar de assisti-lo. Tem fortes críticas sociais, religiosas no filme, o que deixa o enredo mais interessante. Mas preciso fazer um desabafo spoiler:
aqui: fiquei de certa forma chocada e decepcionada com o final, pois eu criei uma imagem do Seligman: um homem empático, assexuado e neutro, quase um terapeuta. E quando a gente está no final do filme, sorrindo com o "coração quentinho" pois a Joe encontrou finalmente um amigo que não a julga, essa imagem é quebrada bruscamente, quando Joe agradece por ele ouvi sua história e pede para descansar e Seligman tenta se aproveitar dela sexualmente. Felizmente ela o mata. Poxa Lars, você conseguiu mesmo surpreender a todos com esse final. Confesso que gostaria de um final mais confortável em que Joe apenas fosse descansar e acabasse. Mas esse filme foi incrível mesmo assim ( quebrando "minhas pernas" com esse final.
Carlosaljmusicas
Carlosaljmusicas

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 26 de maio de 2022
Claramente a protagonista é uma libertária (pesquise o sentido dessa palavra) e há uma parte em que a mesma faz uma critica ao politicamente correto, já o senhor que a ouve ao que parece é um falso moralista de esquerda progressista.
Gostar ou não vai depender muito da visão que a pessoa tem do sexo, pois o filme é intolerante com a visão romantizada da sexualidade e trata a mesma como um mero objeto de documentário.
O filme tenta ser profundo, mas lhe falta conteúdo e para mascarar isso eles apelam a uma verborragia erudita.
A partir da segunda metade desse segundo volume, para agradar a crítica especializada progressista, largam de mão o que era interessante na história, ou seja, o enquadramento do mundo e das dificuldades da personagem para a colocarem numa história de ação absurda parecendo jogar o "empoderamento feminino" como moral da história.
O final parece ser uma aleatoriedade que só quem escreveu poderia definir, mas se tivesse que chutar chutaria que estava mais para uma nova crítica ao politicamente correto, ou politicamente hipócrita, do que um final visando agradar o publico feminista.
O filme não é ruim, mas também não é bom, é raso na história, mas em momento algum senti que estava vendo uma pornochanchada, pois as cenas de sexo são todas incluídas no contexto, mesmo sendo bastante explícitas e até bizarras.
Conclusão: pensa em um filme de terror, só que ao invés de morte e suspense vc tem o sexo como método de choque, ponto.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 24 de junho de 2021
Achei bem mais trabalhado que o primeiro.Charlotte Gainsbourg ganha o filme só pra si e mostra um talento enorme.
Mary M
Mary M

18 seguidores 55 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de junho de 2021
O filme começa muito bem, mas no meio se perde bastante e o final é terrível. No geral, achei muito inferior ao primeiro Volume.
Carlos Eduardo Herrera
Carlos Eduardo Herrera

7 seguidores 74 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 11 de agosto de 2020
Achei o filme bem cansativo e apelativo um tanto desnecessária aquelas cenas de sadomasoquismo fora o final ser bem previsível o diálogo com aquele senhor e muito chato deixando o filme muito enrolado
Crismika
Crismika

1.188 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de setembro de 2018
O volume 2 de Ninfomaníaca veio fechar o que ficou inacabado no Volume I, onde Lars von Trier com mais uma obra prima abordando o tema de sexualidade através de uma ninfomaníaca, com interpretações ousadas com cenas de sexo quase explícito, mas abordando o tema de forma poética através das imagens e sensações que somente Lars von Trier sabe transmitir através das imagens. Filme impactante que não sai de nossas cabeças fazendo ficar pensando, pensando e refletindo sobre o assunto. IMPERDÍVEL!!!
Rodrigo R.
Rodrigo R.

30 seguidores 73 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de agosto de 2017
Segunda parte em que a personagem da atriz Carlotte Gainsbourg (Joe) narra todas as suas aventuras desde o inicio de sua adolescência como uma ninfomaníaca. História legal, atores com atuações convincentes porém acho que pecaram no desfecho. Gostei da forma ousada e diferente do roteiro fugindo completamente do convencional.
Anderson  G.
Anderson G.

1.365 seguidores 386 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de janeiro de 2017
A parte 2 de ninfomaníaca perde sua genialidade, mas não sua qualidade, temos um roteiro que se entrega a tramas mais utópicos e perde sua critica, mas, continua sendo um filme muito acima da media, temos toda uma discursão em torno de fetiches, de aborto e dá odiosa natureza social. Continuamos a acompanhar a historia da vida de Joe, dessa vez sua historia traz mais criticas sociais do que a discursão filosófica do primeiro, tecnicamente a película é perfeita, fotografia, edição, trilha sonora, mixagem de som, etc. Atuações ótimas e a boa e velha câmera sem tripé de Lars. Se você acompanhou a versão completa do filme (que tem três horas), verá muitas cenas que na maior partes dos filmes são desnecessárias, mas aqui é muito, muito necessária, vale um destaque para a cena do aborto, explicito, ela choca, deixa o telespectador agoniado, faz você apertar o sofá e olhar para baixo, Lars Von Trier é um gênio na construção desse tipo de cena, após o aborto em si temos mais uns 7 minutos de discursão sobre o evento, discursão essa que não se toma partido, todos os tipos de argumentos são apresentados e a conclusão fica para o telespectador, telespectador esse que é sempre lembrado no enredo, Lars Von Trier nos faz questão de lembrar que estamos vendo um filme sobre sexo, e dali se extrai a filosofia, toda a discursão em torno de fetiches, sadomasoquismo é brilhante, mas muito pouco explorada, Lars bate numa mesma tecla, a busca do prazer, prazer esse que vale a abdicação da família, e mesmo batendo nessa mesma tecla, Lars não a desenvolve, isso incomoda, quando você pensa que essa historia vai ser desenvolvida, Lars coloca outra historia pra gente, mais para o final do filme temos motivações banais, mesmo assim, seu final é genial.

SPOILER:::: Lars poderia encerrar o filme com Joe dormindo e acabou, mas ele faz seu ouvinte
(assexuado) a querer relações sexuais com Joe, e ao invés de apenas aceitar, Joe a mata. Joe passa o filme inteiro achando que ela é uma pessoa má, em determinado momento ela a culpa a elite ao seu não enquadramento, mesmo assim , para Joe, tudo que acontece de mal as pessoas ao seu redor é sua culpa, mas, naquele ultimo momento ela percebe que a sociedade é má e corrompida, e pode ser expressada em apenas uma palavra, como Joe mesmo diz, “Hipócrita”. Joe e pode até aflorar o de pior nas pessoas, mas ela não é ruim sozinha. O primeiro filme começa com alguns minutos de tela preta e o ultimo termina com alguns minutos de tela preta, um símbolo ao luto, não apenas a morte da sua sexualidade ou a morte da seu ouvindo, mas sim a morte da sociedade como um todo.
Janaine P.
Janaine P.

15 seguidores 17 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de outubro de 2016
Este tipo de filme deve ser assistido sem pré-conceitos e julgamentos. Quando eu fui assistir esperava algo totalmente diferente então fiquei desconcertada ao ver que se tratava de um drama sobre uma doença vista de perto. Eu admiro filmes que tratam de temas reais por isso assisti os dois volumes e posso dizer que gostei sim da história apesar dos momentos monótonos.
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