Ninfomaníaca - Volume 2
Média
3,8
694 notas

49 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.289 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de setembro de 2024
Volume II tem potencial atingindo num roteiro bem inscrito, atuações convincentes e uma trilha pesada em meio a tantos acontecimentos! Bom filme
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 10 de setembro de 2014
A segunda parte narrada,da vida e o drama de Joe.Na segunda parte de Ninfomaníaca,Lars Von Trier,aposta mais em um drama particular,ao invés de mostrar uma quantidade enorme de personagens que o primeiro filme trazia.E chama atenção,pois,a narrativa de Joe,é interessante,e te leva a lugares inimagináveis.O filme te prende por conter um drama familiar único,que foge absolutamente daqueles clichês básicos,e não te deixa descobrir o que irá entrar na outra cena.A atuação de Charlotte Gainsbourg,é bela e delicada.Passando a realidade além das câmeras,e que te leva a sofrer junto,com seus "pequenos problemas".O final,é bem dividido,talvez seja bom,ou ruim.Depende do ponto de vista de cada espectador.
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de março de 2016
Já que você viu o primeiro e não entendeu nada porque não tinha acabado você tem que ver esse pra se situar,porém a decepção é a mesma,já que se trata de uma obra só,drama total com pitadas de erotismo ou sadismo.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de setembro de 2018
O volume 2 de Ninfomaníaca veio fechar o que ficou inacabado no Volume I, onde Lars von Trier com mais uma obra prima abordando o tema de sexualidade através de uma ninfomaníaca, com interpretações ousadas com cenas de sexo quase explícito, mas abordando o tema de forma poética através das imagens e sensações que somente Lars von Trier sabe transmitir através das imagens. Filme impactante que não sai de nossas cabeças fazendo ficar pensando, pensando e refletindo sobre o assunto. IMPERDÍVEL!!!
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 26 de maio de 2015
Ninfomaníaca - Volume 1 veio com a proposta de mostrar a vida sexual de Joe. Já na segunda parte, mostra Joe (ainda com seu amigo "intelectual") buscando novas alternativas. A questão do machismo é abordada, mas sem grandes alardes. Continua fraco em conteúdo, e novamente com metáforas que não acrescentam em nada. Se não bastasse, o final do filme mostra que o amigo dela não passava de safado. E diante da tela preta, ouve-se um tiro. É isso, fim de papo.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de março de 2014
Lars von Trier, é um gênio do cinema, embora seus filmes não sejam comerciais. Esse é outro caso de cinema feito para escandalizar, sobre sexo e para um público restrito. Está mais para um drama do que para uma comédia. Ele tenta explorar todas as possibilidades de sexo, entrando, inclusive, no sadomasoquismo. Tudo que se passa no filme já é de conhecimento geral, entretanto, os detalhes é que fazem a diferença. Não dá para perceber se o filme é uma crítica à liberdade sem limites das mulheres, de um modo geral, e de algumas em particular, quando Joe, a personagem principal, se deixar levar ao extremo do sofrimento, nas mãos de um profissional sádico, contratado por ela para maltratá-la.
As ações são rasteiras, mas os diálogos são de alto nível. O enredo não tem uma sequência linear, Joe, inclusive, divide a história de sua vida em capítulos.
Ninguém escapa das críticas, você sai do cinema com um peso na consciência, admitindo que também tenha culpa, só não sabe em que.
É um daqueles filmes que gruda em você por muitos dias, eu gosto disso.
Como já disse, vale a pena, para um público restrito.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de janeiro de 2017
A parte 2 de ninfomaníaca perde sua genialidade, mas não sua qualidade, temos um roteiro que se entrega a tramas mais utópicos e perde sua critica, mas, continua sendo um filme muito acima da media, temos toda uma discursão em torno de fetiches, de aborto e dá odiosa natureza social. Continuamos a acompanhar a historia da vida de Joe, dessa vez sua historia traz mais criticas sociais do que a discursão filosófica do primeiro, tecnicamente a película é perfeita, fotografia, edição, trilha sonora, mixagem de som, etc. Atuações ótimas e a boa e velha câmera sem tripé de Lars. Se você acompanhou a versão completa do filme (que tem três horas), verá muitas cenas que na maior partes dos filmes são desnecessárias, mas aqui é muito, muito necessária, vale um destaque para a cena do aborto, explicito, ela choca, deixa o telespectador agoniado, faz você apertar o sofá e olhar para baixo, Lars Von Trier é um gênio na construção desse tipo de cena, após o aborto em si temos mais uns 7 minutos de discursão sobre o evento, discursão essa que não se toma partido, todos os tipos de argumentos são apresentados e a conclusão fica para o telespectador, telespectador esse que é sempre lembrado no enredo, Lars Von Trier nos faz questão de lembrar que estamos vendo um filme sobre sexo, e dali se extrai a filosofia, toda a discursão em torno de fetiches, sadomasoquismo é brilhante, mas muito pouco explorada, Lars bate numa mesma tecla, a busca do prazer, prazer esse que vale a abdicação da família, e mesmo batendo nessa mesma tecla, Lars não a desenvolve, isso incomoda, quando você pensa que essa historia vai ser desenvolvida, Lars coloca outra historia pra gente, mais para o final do filme temos motivações banais, mesmo assim, seu final é genial.

SPOILER:::: Lars poderia encerrar o filme com Joe dormindo e acabou, mas ele faz seu ouvinte
(assexuado) a querer relações sexuais com Joe, e ao invés de apenas aceitar, Joe a mata. Joe passa o filme inteiro achando que ela é uma pessoa má, em determinado momento ela a culpa a elite ao seu não enquadramento, mesmo assim , para Joe, tudo que acontece de mal as pessoas ao seu redor é sua culpa, mas, naquele ultimo momento ela percebe que a sociedade é má e corrompida, e pode ser expressada em apenas uma palavra, como Joe mesmo diz, “Hipócrita”. Joe e pode até aflorar o de pior nas pessoas, mas ela não é ruim sozinha. O primeiro filme começa com alguns minutos de tela preta e o ultimo termina com alguns minutos de tela preta, um símbolo ao luto, não apenas a morte da sua sexualidade ou a morte da seu ouvindo, mas sim a morte da sociedade como um todo.
Vilmar O.
Vilmar O.

2.033 seguidores 357 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de dezembro de 2015
Bom filme, mas é extremamente depressivo. Focado na doença da protagonista em sua fase mais aguda. O primeiro filme é melhor, mais leve e trabalha melhor o relacionamento do casal principal da trama.
Maiko D
Maiko D

1.659 seguidores 303 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2015
Melhor que o primeiro. O enredo se desenrola mais animado e interessante neste volume, contudo, torna-se impossível assistir a ele sem assistir ao primeiro. Bom final.
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de abril de 2014
I feel sick - uns tres meses pra digerir...sem mais
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