Impactante, tocante, violento, poderoso. Obra prima! Contextualizado e harmonioso. Um longa que faz refletir (como todo bom drama) sobre as ''mazelas'' e bem aventuranças da vida, polemizando-a ao máximo. Traz a baila uma nova concepção sobre uma das maiores hipocrisias da humanidade, o tabu sexual, ainda que numa de suas manifestações mais raras (ou, não?). Von Trier conduz o assunto de forma natural e prática, explícito embora elegante. Sim! o filme é sensual e também sexual, discutível e prosaico. Prato cheio (dos mais apimentados) pra quem aprecia um bom filme.spoiler: O final é ultrajante!
Ai não Seligman, um cara inteligente, culto , fazer essa bobeira no final , custasse pedir pra ela , ai vc me quebra homem , rsrs , filme top como o primeiro, flwss
Aqui na segunda parte a brincadeira acaba e Joe nos mostra a quê ela veio ao mundo. O roteiro está transbordando pela tela, Lars Von Trier fez mais um filmaço, o cara dispensa comentários. Mas a intenção de chocar(que acredito ser uma das finalidades do diretor) não se concretiza tanto quanto o esperado, com exceção da cena final, que não vai sair da minha mente nem tão cedo, e logo após como se fosse um brinde, se escuta a própria Charlotte Gainsbourg sussurrando Hey joe do Jimi Hendrix(já vale ingresso).
Mas e ai, spoiler: assim como eram milhares as combinações de cabos de vela no V8, quem morre no final? 1 - Ela o mata; ou 2 - Ela se mata; ou 3 - Ele toma a arma e a mata; ou 4 - Ele toma a arma e se mata,...?
Claramente a protagonista é uma libertária (pesquise o sentido dessa palavra) e há uma parte em que a mesma faz uma critica ao politicamente correto, já o senhor que a ouve ao que parece é um falso moralista de esquerda progressista. Gostar ou não vai depender muito da visão que a pessoa tem do sexo, pois o filme é intolerante com a visão romantizada da sexualidade e trata a mesma como um mero objeto de documentário. O filme tenta ser profundo, mas lhe falta conteúdo e para mascarar isso eles apelam a uma verborragia erudita. A partir da segunda metade desse segundo volume, para agradar a crítica especializada progressista, largam de mão o que era interessante na história, ou seja, o enquadramento do mundo e das dificuldades da personagem para a colocarem numa história de ação absurda parecendo jogar o "empoderamento feminino" como moral da história. O final parece ser uma aleatoriedade que só quem escreveu poderia definir, mas se tivesse que chutar chutaria que estava mais para uma nova crítica ao politicamente correto, ou politicamente hipócrita, do que um final visando agradar o publico feminista. O filme não é ruim, mas também não é bom, é raso na história, mas em momento algum senti que estava vendo uma pornochanchada, pois as cenas de sexo são todas incluídas no contexto, mesmo sendo bastante explícitas e até bizarras. Conclusão: pensa em um filme de terror, só que ao invés de morte e suspense vc tem o sexo como método de choque, ponto.
Bom, o filme é excelente. Inclusive eu perdi o sono, não consegui dormir sem terminar de assisti-lo. Tem fortes críticas sociais, religiosas no filme, o que deixa o enredo mais interessante. Mas preciso fazer um desabafospoiler: aqui: fiquei de certa forma chocada e decepcionada com o final, pois eu criei uma imagem do Seligman: um homem empático, assexuado e neutro, quase um terapeuta. E quando a gente está no final do filme, sorrindo com o "coração quentinho" pois a Joe encontrou finalmente um amigo que não a julga, essa imagem é quebrada bruscamente, quando Joe agradece por ele ouvi sua história e pede para descansar e Seligman tenta se aproveitar dela sexualmente. Felizmente ela o mata. Poxa Lars, você conseguiu mesmo surpreender a todos com esse final. Confesso que gostaria de um final mais confortável em que Joe apenas fosse descansar e acabasse. Mas esse filme foi incrível mesmo assim ( quebrando "minhas pernas" com esse final.
Tive que lutar contra o sono, vi até o final, quem diz que esse filme é bom é pq gosta de viajar na batatinha junto com o autor. Existem pessoas assim, claro, mas o excessivo diálogo no filme tornou tudo cansativo demais de assistir, diálogos esses que preferem viajar na batatinha nas explicações que mostrar o real sentimento e consequências dessa vida que ela teve, ficaria muito mais rico o filme. Decepcionante. E aproveito a deixa do final do filme em que a tela fica preta e se ouve um tiro, que o velho conseguiu tirar a arma da mão dela e a matou! Sem mais continuações!
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