Ninfomaníaca - Volume 2
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3,8
694 notas

49 Críticas do usuário

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Rodrigo R.
Rodrigo R.

30 seguidores 73 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de agosto de 2017
Segunda parte em que a personagem da atriz Carlotte Gainsbourg (Joe) narra todas as suas aventuras desde o inicio de sua adolescência como uma ninfomaníaca. História legal, atores com atuações convincentes porém acho que pecaram no desfecho. Gostei da forma ousada e diferente do roteiro fugindo completamente do convencional.
Edson T.
Edson T.

12 seguidores 22 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de maio de 2016
Traz temas bastante polêmicos da humanidade. Mostra a sexualidade explícita na tela, doa a quem doer. Os dois volumes podem ser tratados como um filme só, que impressionam pelos diálogos e principalmente pela cenas fortes, tais como a do auto-aborto, ninfomania, etc, fazendo-nos pensar sobre. O final surpreende.
Guillermo M.
Guillermo M.

54 seguidores 103 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de novembro de 2014
A trama deu ênfase a aspectos místicos/fantasiosos, dissonantes da realidade. Além disso, os personagens ficaram muito inconstantes.
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 17 de agosto de 2014
FRACO. A história melhorou em relação ao volume um, nesse demostrou mais que a moça é uma doente, viciada em sexo e não importa com quem, assim como existem viciados em várias coisas, não ficou somente uma história de uma depravada como mostrado no primeiro filme.
Porém o final é totalmente broxante.
Marcio S.
Marcio S.

108 seguidores 126 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de setembro de 2014
A vontade de Lars von Trier era que a história de Joe fosse um filme de quase cinco horas, porém os produtores não gostaram da ideia e o dividiram em dois. Ele ainda teve que, mesmo contrariado, aceitar cortes em cenas que acharam fortes demais em termos de sexo. Mesmo acontecendo isso tudo, mesmo que percebendo o corte abrupto do final do primeiro filme, o Vol.2 consegue mostrar o quanto von Trier estava certo em não querer dividir, pois o filme é claramente uno e ainda sim é mais um grande acerto na filmografia do diretor.
Joe continua contando a Seligman sobre sua vida. Ela é ninfomaníaca e desde o início da história pediu que Seligman escutasse sem julgamentos. Terminamos o Vol. 1 com o desespero de Joe ao descobrir um problema em si mesma. Agora sua história fica muito mais dura e pode ser que nem todos espectadores consigam não julgá-la.
Lars von Trier que também é o roteirista consegue contar uma história que apesar de ser explicada demais por Seligman levanta questões interessantes. Como levantada pelo próprio Seligman, Joe tem ações que nada se falariam se fossem um homem ("Era uma mulher exigindo seus direitos"). Acaba por mostrar à sociedade machista em que vivemos. Joe tem um problema e é obvio. Se fosse um homem o mesmo seria dito, mas o fato é que muitos iriam achar um comportamento normal para os padrões do sexo masculino. Joe não queria nada além de sexo. Quem quisesse fazer sexo com ela faria. Digamos que ela escolhia seus parceiros e os tinham na mão. Enquanto os homens achavam que estavam no comando, na verdade ela estava no controle.
Pelo o que aconteceu no fim do Vol. 1 Joe busca algo a mais. E assim como uma droga a necessidade por sexo só tende a aumentar, chegando em um ponto que o prazer tem que ser alcançado de forma estúpida e bruta. Quando chega nesse estágio o senso de certo e errado se perde completamente. Testemunhamos atitudes que nos deixam com o coração na mão, mas não podemos julgá-la por seus atos. Joe pede que não haja julgamentos, porém fica cada vez mais difícil para o espectador. Isso passa a ser interessante, pois até que ponto devemos intervir em seu livre arbítrio. Difícil, mas essa questão é válida e nos faz refletir o quanto julgamos no dia-a-dia.
A passagem do tempo na história parece não ser tão bem feita, mas para isso tenho a opinião de que o filme, à medida que, Joe vai contando, é Seligman que reproduz as imagens da maneira que ele quer e então a passagem de Joe jovem para Joe adulta e o mesmo com Jerome, é fruto de como Seligman enxerga os fatos. Até o final sugere um pouco quando von Trier filma com a tela escura.
Ao chegarmos ao final Lars von Trier sugere a vontade de dar um fim a uma sociedade hipócrita, falsa, que diz ser um, mas que na verdade é outro. Um filme muito bom apesar de ter um excesso de metáforas guiadas por Seligman, porém com um discurso com uma essência interessante.
Priscila S.
Priscila S.

13 seguidores 22 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de março de 2014
Se vc não gosta de psicologia e nem de analisar o comportamento humano, provavelmente não vai gostar. O filme descreve uma mulher viciada em sexo, e como todo vício, este é autodestrutivo!
Na segunda parte, Joe vivencia a pior dor para uma mãe: a separação de um filho, em virtude de uma vida promíscua.. Mas não é tão simples como parece ser a resolução do problema, se assim fosse, Joe não se submeteria às sessões de masoquismo em detrimento do tempo com a família, de fato na visão da sociedade, esse ato é muito mais libertino quando se trata de uma mulher. Jerome (sua paixão) deu provas do seu amor, ao aceitar que Joe pudesse se satisfazer com outros, o que não foi e o que não seria suficiente para controlar os desejos da ninfo. Essa ninfo que teve uma vida devastada, de angústia e prazer por prazer retratada de forma filosófica por Lars Von trier.
Fred Coelho
Fred Coelho

9 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de março de 2014
Ninfomaníaca - Volume 2 tão somente é a continuação da história de Joe e quem não viu o primeiro nem adianta assistir pois não vai entender nada, pois não existe começo só conta com um final surpreendente. Perturbada por seu prazer sexual não ser totalmente saciado a relação entre ela e Jerôme esfria, porém neste meio termo nasce seu filho Marcel. Após este acontecimento e com o marido viajando muito a trabalho ela sente o desejo por algo diferente é quando convida um ''negro'' que morava próxima a sua casa para transar com ela mais para sua surpresa aparecem dois se tornando como disse o critico o ''ménage à trois mais confuso e menos sexy visto nas telonas.'' Não satisfeita ela começa a frequentar seções de sadomasoquismo onde leva chibatadas do personagem K. interpretado por Jamie Bell, neste momento comparações da passagem da bíblia são feitas principalmente quando Joe leva 40 chibatadas quantidade quase que igual a que Jesus Cristo levou em sua crucificação 39. Joe se mostra uma mãe desnaturada deixando Marcel sozinho em casa é quando o menino levanta e quase cai da janela sendo salvo pelo seu pai que chega na hora. Depois do episódio o pai sai de casa levando Marcel. Decida a tentar mudar seu comportamento ela até frequenta seções de grupos que tratam de pessoas viciadas em sexo, porém sem sucesso. Quando conhece L. interpretado por Willem Dafoe ele a apresenta a novo trabalho que mudará sua vida passando a cobrar dividas de homens usando suas técnicas de sedução. L. sugere que ela encontre uma substituta é quando conhece P. uma garota que foi abandonada pelos pais. Ela lhe ensina as técnicas do trabalho e acaba se envolvendo com a jovem. Em uma de suas missões ela percebe que o credor é Jerôme e passa a missão para P. que obtêm exito na tarefa. Entretanto ela se envolve com Jerôme frustando Joe e a levando a tentar mata-lo mais a arma falha na hora e ela acaba apanhando de Jerôme que a humilha transando com P. da mesma forma como havia tirado sua virgindade quando ela tinha 15 anos. É neste momento que ela é encontrada no beco. No fim da trama ela adormece porém Seligman tenta transar com ela que reage. Na sequencia ouve-se um tiro que determina a morte dele. Enfim como postei na crítica do Volume 1 Lars von Trier não produziu uma obra de arte mais com toda certeza ele produziu um filme bom e de qualidade. Recomendo a todos :D
Vilmar O.
Vilmar O.

2.033 seguidores 357 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de dezembro de 2015
Bom filme, mas é extremamente depressivo. Focado na doença da protagonista em sua fase mais aguda. O primeiro filme é melhor, mais leve e trabalha melhor o relacionamento do casal principal da trama.
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de outubro de 2016
.....e o elevador se abre! Brincadeira e "vade retro" obra dos infernos e seus tons! Continua aqui (e agora) a obra politicamente incorreta (será?) do diretor Lars von Trier e digo, respira fundo que o negócio é "punk"! Com muito mais "salsichón/linguiças" na tela que quase te furam o olho (ainda bem que não tem versão 3D), "esfihas" de todas as idades/tipos e camas quase quebrando de tanto "nhec nhec nhec", este volume é sim superior ao primeiro e não por tudo isso que comentei, mas pelo verdadeiro drama que a protagonista Joe (Charlotte Gainsbourg) chega a sofrer e os dilemas que tem que enfrentar, ou seja, muito mais profundo (e olha que nem comento das penetrações). Como faz parte de um todo que fora dividido, continuamos tendo o diálogo entre a mulher e o idoso e este continua com as metáforas em relação ao sexo, mas desta vez um tanto quanto exageradas e até colocadas em "xeque" sobre tais. Abordando e misturando o ato sexual com religião e sociedade, o bate papo acaba sendo mais interessante, mas o que chama a atenção mesmo agora, são os outros quatro capítulos da vida da protagonista. Como qualquer viciado em qualquer droga, quando utilizada demais, acaba perdendo o efeito e assim o "nóinha" acaba por procurar algo diferente, mais forte, para que sinta algo já perdido, mas que o consome ainda. E é o que acontece com nossa querida Joe, já adulta e mãe. Desesperada, ela começa a procurar meios alternativos para suprir sua necessidade. Do sanduiche ao sadomasoquismo, não importa o que seja, ela quer prazer, ela quer, mesmo que para isso seja necessário perder tudo e a todos..... E o que acontece com pessoas que abusam do seu vício? O corpo cobra uma hora..... Froid! E que atuação de Gainsbourg, ela dá uma aula sobre interpretar a mistura entre medo, desejo, vontades, culpa, prazer, romance, uma salva de palmas (.....claps, claps, claps, claps, claps.....)! Nesta continuação, Joe descobre o que é o amor e mais uma vez o sexo se mistura com tons de música e a "sinfonia" é quase conduzida por um maestro. Trier também critica a nossa sociedade machista com um recado bem claro e objetivo (ponto extra!). Sobre o elenco, acrescenta se mais nomes de peso, como o ótimo ator Willem Dafoe (o Duende Verde da trilogia do HOMEM-ARANHA do diretor Sam Raimi). E vou comentar um pouco sobre o sadomasoquismo nesta película: CHUPA GREY!.....(....se preparando para ser xingado em 3...2...1...). Fãs do "Bruce Wayne do Chicotinho", sei que na obra literária ele é o "Mister Pain", mas nos cinemas nem chegou perto da "poeira" do personagem que o ator Jamie Bell interpreta (o K). O que K faz com Joe, faria Anastasia mudar de país e nome já que esta não aguentou 10 chibatadas (ou sei lá quantas, mais que 20 não foram) de Christian (e este se mostrou satisfeito com tal "punição".....FRACO!). Assim como no vol.1, continuam os cortes mal feitos, com o segredo dos olhos diferentes nas fases de Joe e adiciona mais um coisa: a troca de atores na "fase adulta". O "crescimento" de Joe foi normal na narrativa (tirando o fato dos olhos) e por que será que o personagem de seu xodó, Jerôme (interpretado por Shia LaBeouf na fase "jovial", o Sam Witwicky da primeira trilogia de TRANSFORMERS) só teve seu "envelhecimento" mais tarde? E por que o substituto de LaBeouf não abre um pio? Seria o cachê de LaBeouf que deveria ser justificado? Mais um erro grotesco? É, só Sigmund Freud mesmo..... Mais polêmico, mais interessante, mais dramático, mais inteligente, mais intenso, mais tudo é a segunda parte da obra cinematográfica de Lars von Trier. Resta agora achar a "Versão do Diretor" para ver a diferença. O desfecho, após uma conversa com uma das minhas psico(...logas) prediletas, achei bom demais! Antes de "me deitar no divã", não havia compreendido tal acontecimento e a mesma pergunta que Seligman (o senhor idoso benfeitor que contextualiza todas as situações e experiências, interpretado pelo ator Stellan Skarsgård) fez a Joe, eu também me fiz. Mas depois da explicação (deveras clara na tela também, eu com meu tico e teco lusitano que as vezes não funcionam bem), achei justo o final. Curioso? Lembra da primeira pergunta que fiz no comentário da primeira parte? Pois é, boa hora para responder...
Mary M
Mary M

18 seguidores 55 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de junho de 2021
O filme começa muito bem, mas no meio se perde bastante e o final é terrível. No geral, achei muito inferior ao primeiro Volume.
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