Ninfomaníaca - Volume 2
Média
3,8
694 notas

49 Críticas do usuário

5
6 críticas
4
16 críticas
3
11 críticas
2
8 críticas
1
5 críticas
0
3 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Ricardo L.
Ricardo L.

63.289 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de setembro de 2024
Volume II tem potencial atingindo num roteiro bem inscrito, atuações convincentes e uma trilha pesada em meio a tantos acontecimentos! Bom filme
Wil C.
Wil C.

21 seguidores 7 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de março de 2014
Ontem, e fui convidado para ver esse filme, já tinha visto o primeiro, e achei horrível, me deu até sono, porem esse não, nem pra isso serviu. Me disseram que eu não poderia criticar, porque não conhecia o tal de Lars Von Trier , que é o diretor. Pois bem, o google ta ai pra isso, pesquisei.. E Voi La,quem foi Lars Von Trier? Bem..um diretor de cinena, nada de especial, dirigiu vários filmes, como Ondas do destino, Os Idiotas, Manderlay, Anticristo, Dogville, ambos horríveis..foram os que eu assisti..sei que tem outros mas não perderei meu tempo.
Por mais que Lars Von Trier tenha sido um dos criadores do movimento Dogma'95, que prega um cinema mais simples e mais natural (o que a meu ver acho uma excelente ideia por sinal), novamente achei o filme fraco, sem enredo, a estória muito fraca, pobre, nada de tocante, sem começo, nem meio , nem fim. O filme acaba do nada, a meu ver a atriz tenta se curar de uma doença, que esta acabando com a vida dela, e ela não aguenta mais, só isso que captei no filme, não me acrescentou nada de especial, e não, eu não manjo nada de filmes, mas assisto vários e tento prestar muita atenção aos detalhes. Não retratou o que realmente é ser uma ninfomaníaca, alias forçou até demais, como se isso fosse a pior doença do planeta, e conheço muitas pessoas ninfo, que te se satisfazem, e tem uma vida normal. Esse filme nada mais é que um pornô, fraco, arriscaria dizer que não passa de um pornochanchada brasileiro só que gringo, mas não, nem isso chega a ser de tão ruim.
Aninha G.
Aninha G.

3 seguidores 26 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 12 de novembro de 2015
O que eu disse no nº 1 vale para esse também, que é tudo a mesma mercadoria. Essa parte 2 serviu apenas para piorar. Uma imundície só. Devemos aclamar autores que produzem roteiros do tipo "Divetida Mente", por exemplo. De dejetos, estamos fartos... Não recomendo ... A troca de personagens de uma cena para outra também foi uma coisa totalmente sem noção, pois nem havia se passado tempo algum que justificasse .... Além do mais, as fisionomias são totalmente incompatíveis....
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de setembro de 2018
O volume 2 de Ninfomaníaca veio fechar o que ficou inacabado no Volume I, onde Lars von Trier com mais uma obra prima abordando o tema de sexualidade através de uma ninfomaníaca, com interpretações ousadas com cenas de sexo quase explícito, mas abordando o tema de forma poética através das imagens e sensações que somente Lars von Trier sabe transmitir através das imagens. Filme impactante que não sai de nossas cabeças fazendo ficar pensando, pensando e refletindo sobre o assunto. IMPERDÍVEL!!!
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de março de 2016
Já que você viu o primeiro e não entendeu nada porque não tinha acabado você tem que ver esse pra se situar,porém a decepção é a mesma,já que se trata de uma obra só,drama total com pitadas de erotismo ou sadismo.
Maiko D
Maiko D

1.659 seguidores 303 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2015
Melhor que o primeiro. O enredo se desenrola mais animado e interessante neste volume, contudo, torna-se impossível assistir a ele sem assistir ao primeiro. Bom final.
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 26 de maio de 2015
Ninfomaníaca - Volume 1 veio com a proposta de mostrar a vida sexual de Joe. Já na segunda parte, mostra Joe (ainda com seu amigo "intelectual") buscando novas alternativas. A questão do machismo é abordada, mas sem grandes alardes. Continua fraco em conteúdo, e novamente com metáforas que não acrescentam em nada. Se não bastasse, o final do filme mostra que o amigo dela não passava de safado. E diante da tela preta, ouve-se um tiro. É isso, fim de papo.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 10 de setembro de 2014
A segunda parte narrada,da vida e o drama de Joe.Na segunda parte de Ninfomaníaca,Lars Von Trier,aposta mais em um drama particular,ao invés de mostrar uma quantidade enorme de personagens que o primeiro filme trazia.E chama atenção,pois,a narrativa de Joe,é interessante,e te leva a lugares inimagináveis.O filme te prende por conter um drama familiar único,que foge absolutamente daqueles clichês básicos,e não te deixa descobrir o que irá entrar na outra cena.A atuação de Charlotte Gainsbourg,é bela e delicada.Passando a realidade além das câmeras,e que te leva a sofrer junto,com seus "pequenos problemas".O final,é bem dividido,talvez seja bom,ou ruim.Depende do ponto de vista de cada espectador.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de março de 2014
Eis que o motivo pelo qual Joe (Charlotte Gainsbourg) foi encontrada num beco em estado lastimável foi finalmente revelado. A perturbadora saga sexual da protagonista de Von Trier é enfim trazida à tona em sua totalidade. Aliás, o filme é mesmo de Charlotte. No primeiro volume, ela aparecia simplesmente como narradora de sua incrível e assustadora jornada, mas agora nesta segunda parte ela participa também das cenas de flashback. A atriz tem realmente uma atuação extraordinária em toda sua exposição e complexidade. Os capítulos finais são bastante interessantes e causam um incômodo ainda maior que os anteriores. Toda a dureza da personagem, assim como sua tentativa frustrada de abstinência, passando pela terrível sensação de culpa que a assola, é algo tão perturbador que é digno de pena. Não há nada de sexy no filme, muito pelo contrário. O filme continua mostrando as formas obscuras que a sexualidade pode tornar-se, inclusive transformando-se num estorvo, que machuca emocional e fisicamente. Além disso, essa segunda parte ainda ousa tocar em outros assuntos extremamente polêmicos, alguns mais até que a própria ninfomania, como o sadomasoquismo, o lesbianismo e a pedofilia, esta última então numa cena que ao mesmo tempo é perturbadora e assustadoramente emotiva. O cineasta tenta explicar a pedofilia de uma maneira plausível e justificável, o que é por si só é algo perturbador o suficiente. O desprezo por atitude tão covarde é mostrado de maneira tão controversa quanto o tema em si. Além disso, o filme ainda traz novamente o ótimo Stellan Skarsgard e Shia LaBouff, e outros dois atores que não participaram da primeira parte: Jamie Bell e Willem Dafoe. Não há como você desvencilhar o primeiro do segundo filme, já que ambos se completam. A segunda parte me pareceu mais ágil, apesar da queda de ritmo no último capítulo. O que realmente me incomodou no filme foi o desfecho desnecessário depois de toda a explicação que foi dada para a jornada de Joe. Se tivesse terminado alguns segundos antes, o filme teria sido digno de um final “feliz” (se é que isso fosse possível), mas a vontade de Trier de incomodar e mostrar sempre a perversidade dentro de nós, arrisca num final que não condiz muito com o próprio comportamento dos personagens principais: Joe e Seligman. Mas isso, apesar de arranhar minha visão final do filme, não chega a arruiná-lo ou tirar os vários méritos que ele tem. Os diálogos aqui me pareceram mais bem cuidados e inspirados que na primeira parte, por exemplo, o que me parece meio estranho já que ele foi concebido como um filme só. O que importa é que por fim o filme nada mais é que a demostração de uma vida dolorosa, como várias outras que vemos por aí, tratada de forma dura e com toques de amoralidade. Um filme que levanta questões bastante pertinentes sobre o complexo comportamento da sexualidade e como ela pode destruir ou, se não é para tanto, trazer uma amarga desesperança e falta de perspectiva. Enfim, mais um filme difícil de digerir na sempre complexa filmografia de Lars Von Trier.
André L.
André L.

86 seguidores 16 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 22 de março de 2014
Um filme muito fraco. O diretor se perdeu e tentou mostrar a história com uma verborragia de dá sono. Aliás muitas pessoas que assistiram alegaram que quase dormiam.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa