Um Toque de Pecado
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3,5
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Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

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4,0
Enviada em 13 de dezembro de 2024
"Um Toque de Pecado' é uma crítica poderosa à China contemporânea, retratando a violência e a alienação social em quatro histórias ambientadas em paisagens que vão das metrópoles ao campo. Inspirado pela estética de Takeshi Kitano e Quentin Tarantino, Jia Zhangke utiliza a violência explícita como metáfora das desigualdades sociais, do individualismo e da solidão que levam seus personagens ao limite.

Com imagens hipnotizantes e uma narrativa crua, o filme é visualmente deslumbrante e moralmente impactante. A metáfora dos animais maltratados reflete o sofrimento humano em uma sociedade marcada pela opressão. Embora longo (140 minutos), é um trabalho imersivo e essencial para quem busca cinema autoral e provocativo.
Não é para todos os gostos, mas é essencial para quem aprecia cinema ousado e reflexivo.
F. V. Fraga
F. V. Fraga

108 seguidores 64 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de novembro de 2014
UM TOQUE DE PECADO / Tian zhu ding (2013) é dirigido por jia zhang-ke e passou quase despercebido, por alguns poucos cinemas, no final do ano passado. Conta 4 histórias de povoados distintos da China, onde pessoas comuns vivem situações extremas em que a violência é a única saída. O diretor disse se tratar de um Road Movie (Filme de estrada) inspirado em fatos verídicos aos quais leu na internet, talvez seja essa a justificativa para que o longa tenha sido censurado e ignorado pela crítica chinesa, fato que fez muitos artistas do meio do cinema protestarem em recente premiação do cinema chinês local.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 17 de dezembro de 2013
Com mortes e machucados bem sangrentos, o filme se desenrola e fascina, de maneira inexplicável. É uma coisa muito louca porque lá pelas tantas, não me peguei nem um pouco preocupado com as “histórias” propriamente ditas e nem com as mais de 2 horas de duração do filme; minha expectativa era ver o próximo derramamento de sangue. Foi um toque de pecado na minha alma? Vai entender…
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