Beleza Americana
Média
4,4
2710 notas

104 Críticas do usuário

5
48 críticas
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.291 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de maio de 2022
Kevin Spacey estrela um dos melhores filmes dos anos 2000! Um filme forte com roteiro perfeito. Um espetáculo de filme.
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de julho de 2020
Trama do filme é muito boa,o personagem de Kevin Spacey é desenvolvido de maneira interessante e singular,mesmo sendo um drama o filme tem muito sarcasmo e ironia.
Francisco Russo
Francisco Russo

19.542 seguidores 687 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme é ótimo, apresenta todaa hipocrisia existente no american way of life, tão difundido pelos americanos. Elesurpreende exatamente porque apresenta esta ironia e sarcasmo de uma forma como vc nãoespera, aos poucos e bem sutilmente (bom, nem sempre tão sutilmente assim). Kevin Spaceyestá fantástico, esta é a melhor atuação de sua carreira. É impressionante como eleconsegue encarnar maravilhosamente bem o personagem principal, tanto em suas alegriasquanto em suas frustrações. Annette Benning está muito bem também, merece umaindicação ao Oscar, mas está um pouco abaixo de Spacey. Percebe-se também neste filme o dedo do diretor, Sam Mendes, em várias cenas e no modocomo a história é contada. Seu trabalho em "Beleza americana" impressionaainda mais se considerarmos que este foi seu 1º filme. E, se ele já começou fazendoalgo neste nível, imagino o que ele poderá nos presentear no futuro, quando adquirirmaior intimidade e prática na profissão.Vale ressaltar também a trama que envolve os adolescentes. Já li em algum lugar que elessão o ponto central do filme, o que discordo. Eles são peças fundamentais na história,mas a trama é tão envolvente que não creio que haja um personagem principal, todos(adolescentes, Spacey e Benning) são principais e dão uma parcela importantíssima paracontar esta história. Mas é exatamente neles que a maior parte do cinismo do filme émostrado, seja com a filha que se envergonha dos pais, seja com o "vizinhomaluco" ou com a garota que acha que ser normal é a pior coisa do mundo. Pra terminar: o final é explêndido. Um tapa com luva de pelica, encerrandomagistralmente o filme."
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2020
Em 1999 Sam Mendes fazia seu primeiro longa metragem,com anos de experiência no Teatro ele se apresentou à sétima arte com uma excelente crítica social do jeito de viver americano.Ao analisar o filme vemos diversas camadas,sua críticas penetram as entrelinhas do excepcional roteiro desenvolvendo-as com base em seus incríveis personagens que são permeados por grandes atuações.Não atoa o filme recebeu 8 indicações ao Oscar,saindo vencedor em 5 categorias.O título do filme é uma metáfora graças a uma flor popular americana chamada American Beauty que tem como característica ser muito bonita,não tem espinhos e nem cheiro,o script portanto faz uma alusão da população e a flor já que basicamente o que vale é sua estrutura por fora e não sua vida,vemos isso por exemplo no Lester um homem vazio e sem motivos para viver,não tem um bom casamento,emprego ou até mesmo a relação com a sua filha ele após conhecer a amiga da filha encontra ânimo em viver e seu jeito de viver sem olhar para o consumismo ou a beleza dos padrões sociais representa bem o oposto do jeito americanos de viver,o oposto podemos dizer de sua esposa que se importa com a aparência e seu sucesso sem dar valor aos pequenos detalhes da vida,assim podemos extrair mais dos personagens secundários que tem mais respostas para os estilos de vida.Outro fator importante aqui é a incerteza,de início a primeira cena com o voice over(que aliás funcionam perfeitamente), do Lester ele da um futuro dele,que de início parece claro como acontecerá mas o roteiro faz um certo suspense onde mais de uma pessoa tem chances de caquilocometeo.E o que falar do elenco?, Annette Bening como coadjuvante está sensacional,sua busca pelo sucesso a corrói aos poucos enquanto Kevin Spacey tem uma atuação espetacular onde vemos um homem morto por dentro,seu olhar e suas ações são típicas de um homem que não tem um real motivo para viver,uma das melhores atuações da vida dele.American Beauty é profundo,suas metáforas são abordadas de maneira impressionante e seu desenrolar dos fatos é imprevisível,fora as atuações que estão no mais alto nível.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 8 de abril de 2020
Beleza Americana é uma obra multifacetada, existem vários pontos relevantes envolvendo o longa que gostaria de externar aqui, então vou a principio expressar meu ponto de vista acerca de alguns fatos relacionados ao longa. PRIMEIRO: De fato, o filme apesar de ter seus méritos, foi absurdamente supervalorizado tanto pela crítica, quanto por boa parte do público na época de seu lançamento, no já distante ano de 1999. Foi certamente um dos melhores filmes daquele ano, mas com certeza não o melhor como bradaram vários críticos norte-americanos na época. SEGUNDO: Também é certo que seu sucesso nas premiações foi fruto principalmente do lobby de seus realizadores(Spielberg, produtor executivo, quer mais?), não há como negar o corporativismo que existe nessas temporadas de premiação. Irmãos Weinstein, Spielberg e vários outros quase todo ano emplacam filmes dirigidos ou escritos/produzidos por eles. É aquela velha máxima, quando o show business deixa de ser show e passa a ser só ''business'', você já sabe o que vem em diante...TERCEIRO: Não é um filme artisticamente lá muito relevante mesmo, pode até ter alguns recursos inovadores, ideias originais e tal, mas nada excepcional ou que se destaque mesmo. Óbvio, está muito longe de ser dispensável, surpreende com sua estética sofisticada e visual belo(sobretudo a fotografia, linda, uma coisa rara em filmes com essa temática). Enfim, uma obra com muitos méritos, realmente não é de se jogar fora, mas também não é a obra-prima bradada por muitos. Beleza Americana é um filme sensível sobre paixão, redenção, e principalmente, hipocrisia. Várias parábolas sobre o estilo de vida da sociedade estadunidense estão presentes no filme, elaboradas com extrema sensibilidade e perspicácia por Allan Bell. Mas a força do filme está mesmo no elenco afiado, se Annette Bening entrega uma de suas melhores performances em décadas como a desnaturada Carolyn, Kevin Spacey arrebenta de vez na pele do já icônico Lester Burnham, sem dúvida um de seus melhores trabalhos. O cast coadjuvante também não decepciona, Tora Birch segue a linha crescente de começo de carreira promissor, que se confirmaria mais tarde em Mundo Cão. E não me esqueci de Mena Suvari, a bela atriz apesar de limitada consegue convencer no papel de gostosona insegura. Outro aspecto positivo do filme é a direção contida, mas eficiente de Sam Mendes, o então jovem diretor não arriscou muito, apostou em planos simples e cenas rápidas, não quis inventar muito, principal mal dos diretores de filmes deste gênero. Mas justamente pelo fato de seu trabalho ser contido e sem inspiração (embora bem eficiente), torna-se ainda mais absurda sua vitória(ainda mais diante de um então brilhante M. Night Shyamalan), uma vitória claro, fruto do lobby mercadológico. É um filme muito bom, mas que poderia ser excelente se não tivesse algumas falhas que chegam até a irritar bastante o público, como por exemplo, a narração em off que marca principalmente a primeira metade do longa, um recurso narrativo que no meu ponto de vista não cabe em um filme com esta temática, além de ser usado de forma absolutamente dispensável para fins principalmente cômicos(sem sucesso). O dispensável recurso de narração em off também é muito mal utilizado no final, que aliás, é um dos poucos pontos fracos do roteiro, era pra ter sido emocionante(confesso que me emocionei da primeira vez que vi), mas depois de repetidas vezes assistido acaba soando forçado e até meio piegas. Enfim, é um filme que está longe de ser uma obra-prima, que contém sim algumas falhas bem irritantes, mas que não afetam o resultado geral, e não tem como terminar o filme não pensando nos personagens e em seus dilemas morais. Muito bom!
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de novembro de 2017
American Dreams!!!
BELEZA AMERICANA (American Beauty

BELEZA AMERICANA é aquele típico filme que você lê a sinopse e não dá absolutamente nada, eu mesmo achei que fosse apenas mais um desses filmes americanos que retrata uma família problemática, mas aí que você se surpreende. O longa é simplesmente sensacional, com um conteúdo muito bom e muito refletivo, onde podemos observar um roteiro completamente coeso, com uma mensagem magnífica. Eu gostei muito do filme, me surpreendeu em cada cena, que me deixava preso e ao mesmo tempo curioso, e à medida que eu fui entendendo cada significado eu fui ficando cada vez mais impressionado.

O longa é uma verdadeira crítica a família americana, o verdadeiro "American Dreams", a família perfeita. O pai tem um bom emprego, vivem em uma ótima casa em um bairro de classe média, tudo que uma família precisa pra viver em paz e em harmonia. Porém, o roteiro de Alan Ball é a verdadeira cereja do bolo. A forma como é passado para nós todos os acontecimentos é uma coisa impactante, eu fiquei boquiaberto com o rumo que o filme seguia.

O roteiro exibe uma verdadeira crítica ácida às aparências, às famílias modernas, propriamente falando, aquelas "famílias perfeitas de comercial de margarina", escrachando uma vida de aparências, que se esconde atrás de coisas fúteis, sem conseguir notar a beleza escondida atrás das simples coisas da vida. O roteiro brinca com o espectador, com uma sutileza incrível ao escancarar a sua forma descontraída de demonstrar todos os acontecimentos por trás da frase "as aparências enganam". A forma sutil e cômica como o longa trabalha a inveja, o preconceito, a homofobia, o humor negro, a futilidade, a juventude problemática é algo magistral e funciona com uma leveza incrível. O filme toca profundamente quando paramos para analisar cada cena, cada relato, com uma maneira simples, singela e muito verdadeira.

Kevin Spacey é um pai de família frustrado com a sua própria vida, tudo que ele faz parece não ter mais "graça", nem mesmo o emprego, nem a sua própria família. Ele tem uma mulher problemática que exige tudo dele e o vê como um derrotado, e uma filha adolescente revoltada que não sabe o que quer da vida e não consegue ter nenhum tipo de relacionamento com ele, sendo que seu melhor momento do dia e único acontecesse no chuveiro logo pela manhã. Tudo que ele tem parece não ser o suficiente e é nesse momento que ele se sente um fracassado e vê a sua família afundando. Nessa hora que chega a amiga de sua filha para mudar a sua cabeça e a sua vida! Belo trabalho entregue por Kevin Spacey, o que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator em 2000.

Aliás, todos os atores estão ótimos no filme, é muito difícil encontrar um filme em que todos os atores (sem exceção) estão bem e atuam muito bem. Annette Bening está perfeita como a mãe perua, que exigia tudo do marido, ao mesmo tempo que frustrava a filha. Uma corretora de imóveis com um positivismo incrível, mas de certa forma frustrante, que não funcionava nem como mãe de família e nem como a esposa perfeita. Um trabalho estupendo de Annette Bening, muito bem justificado com a indicação ao Oscar 2000 na categoria Melhor Atriz.

Thora Birch esteve muito bem com o papel da adolescente problemática, insegura, irritada e confusa. A única filha do casal que também levava uma vida frustrada, com uma autoestima baixa, sendo vista como a "estranha" pela mãe e a "feia" pela garota que se dizia sua melhor amiga. Thora Birch teve uma ótima atuação, gostei muito da sua personagem.

Mena Suvari é a verdadeira "BELEZA AMERICANA", a novinha dos sonhos de Lester. A amiga de Jane, que se mostrava a garota mais experiente, que fazia e acontecia, quando na verdade né - enfim!!! Gostei bastante da personagem Angela (como não gostar né! Eu entendo perfeitamente a cabeça do Lester - kkkkkkkkkk). Wes Bentley foi uma grata surpresa no filme, não esperava que seu personagem fosse tão impactante na trama - simplesmente sensacional. Chris Cooper está maravilhoso como o coronel nazista linha dura, e ao final somos completamente impactados com o seu desfecho.

Tudo se encaixa perfeitamente na trama, nada fica solto. O título do filme tem uma inusitada referência com uma rosa americana (conhecida como American Beauty), a bela capa do filme que traz a personagem de Mena Suvari envolvida nas pétalas de rosas também tem uma curiosa ligação com Lester. A cena clássica da sacola voando tem uma explicação muito curiosa e bastante intrigante, principalmente com a narração de Ricky Fitts (é uma cena um pouco incompreensível, mas se você assistir com outros olhos e buscar o seu significado e o que o filme quer nos passar, você irá entender).

BELEZA AMERICANA teve oito indicações ao Oscar 2000, e conseguiu levar a estatueta de Melhor Diretor - Sam Mendes / Melhor Ator - Kevin Spacey / Melhor Roteiro - Alan Ball / Melhor Direção de Fotografia e, claro, o maior prêmio da noite naquele ano "MELHOR FILME".

Realmente é um filme surpreendente, com uma bela narrativa, com diálogos interessantes, uma linda fotografia, uma música tema maravilhosa e como um final impactante, intrigante e assombroso. Faça um favor a si mesmo e confira esta obra-prima enquanto ainda está disponível no catálogo do Netflix!!!
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de janeiro de 2018
Beleza Americana é uma obra multifacetada, existem vários pontos relevantes envolvendo o longa que gostaria de externar aqui, então vou a principio expressar meu ponto de vista acerca de alguns fatos relacionados ao longa. PRIMEIRO: De fato, o filme apesar de ter seus méritos, foi absurdamente supervalorizado tanto pela crítica, quanto por boa parte do público na época de seu lançamento, no já distante ano de 1999. Foi certamente um dos melhores filmes daquele ano, mas com certeza não o melhor como bradaram vários críticos norte-americanos na época. SEGUNDO: Também é certo que seu sucesso nas premiações foi fruto principalmente do lobby de seus realizadores(Spielberg, produtor executivo, quer mais?), não há como negar o corporativismo que existe nessas temporadas de premiação. Irmãos Weinstein, Spielberg e vários outros quase todo ano emplacam filmes dirigidos ou escritos/produzidos por eles. É aquela velha máxima, quando o show business deixa de ser show e passa a ser só ''business'', você já sabe o que vem em diante...TERCEIRO: Não é um filme artisticamente lá muito relevante mesmo, pode até ter alguns recursos inovadores, ideias originais e tal, mais nada excepcional ou que se destaque mesmo. Óbvio, está muito longe de ser dispensável, surpreende com sua estética sofisticada e visual belo(sobretudo a fotografia, linda, uma coisa rara em filmes com essa temática). Enfim, uma obra com muitos méritos, realmente não é de se jogar fora, mas também não é a obra-prima bradada por muitos. Beleza Americana é um filme sensível sobre paixão, redenção, e principalmente, hipocrisia. Várias parábolas sobre o estilo de vida da sociedade estadunidense estão presentes no filme, elaboradas com extrema sensibilidade e perspicácia por Allan Bell. Mas a força do filme está mesmo no elenco afiado, se Annette Bening entrega uma de suas melhores performances em décadas como a desnaturada Carolyn, Kevin Spacey arrebenta de vez na pele do já icônico Lester Burnham, sem dúvida um de seus melhores trabalhos. O cast coadjuvante também não decepciona, Tora Birch segue a linha crescente de começo de carreira promissor, que se confirmaria mais tarde em Mundo Cão. E não me esqueci de Mena Suvari, a bela atriz apesar de limitada consegue convencer no papel de gostosona insegura. Outro aspecto positivo do filme é a direção contida, mais eficiente de Sam Mendes, o então jovem diretor não arriscou muito, apostou em planos simples e cenas rápidas, não quis inventar muito, principal mal dos diretores de filmes deste gênero. Mas justamente pelo fato de seu trabalho ser contido e sem inspiração (embora bem eficiente), torna-se ainda mais absurda sua vitória(ainda mais diante de um então brilhante M. Night Shyamalan), uma vitória claro, fruto do lobby mercadológico. É um filme muito bom, mas que poderia ser excelente se não tivesse algumas falhas que chegam até a irritar bastante o público, como por exemplo, a narração em off que marca principalmente a primeira metade do longa, um recurso narrativo que no meu ponto de vista não cabe em um filme com esta temática, além de ser usado de forma absolutamente dispensável para fins principalmente cômicos(sem sucesso). O dispensável recurso de narração em off também é muito mal utilizado no final, que aliás, é um dos poucos pontos fracos do roteiro, era pra ter sido emocionante(confesso que me emocionei da primeira vez que vi), mas depois de repetidas vezes assistido acaba soando forçado e até meio piegas. Enfim, é um filme que está longe de ser uma obra-prima, que contém sim algumas falhas bem irritantes, mas que não afetam o resultado geral, e não tem como terminar o filme não pensando nos personagens e em seus dilemas morais. Muito bom!
Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 341 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de setembro de 2018
Se a beleza americana é uma flor bonita, porém sem cheiro e espinhos, o filme beleza americana é uma real e bela rosa. Pois além da bela fotografia e grandes atuações, temos um espetacular roteiro que aborda o conceito de superficialidade de maneira cru, realista e profunda, tornando impossível não se identificar com pelo menos algumas das facetas dos personagens e refletir em sua vida tudo aquilo que acabou de ver.
Elvira A.
Elvira A.

937 seguidores 266 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de setembro de 2013
Uma crítica ao American way of life, num enredo irregular. Pela repercussão à época, eu esperava mais do filme. Boas atuações de Annette Bening e Kevin Space.
Renan Rossi
Renan Rossi

768 seguidores 258 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de agosto de 2015
Sabia que era BOM, não tinha na Web pra baixar, fiz questão de Comprar pra ver.

E não me arrependi, é um FILMAÇO, simples, mas muuuito bem feito e Kevin Spacey dá um SHOW.

Nota 10
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