Não tem nenhuma grande diferença dos outros dois filmes anteriores da franquia.A não ser,por conta de duas despedidas,Robin Williams e Mickey Rooney,duas lendas da comédia,que dão adeus nesse longa.O filme tem momentos engraçados,clichês,mas que ainda assim,é a grande atração do filme.Se tem algumas cenas bobas,e personagens mais ainda.Como é o caso da péssima aparição de Dan Stevens,que vive um Lancelot em um de seus piores dias.Ele contracena pouco tempo ao lado de Hugh Jackman,que participa de uma peça teatral,cujo o personagem é da mesma época que Lancelot.Temos ainda a adição de Rebel Wilson,que faz uma personagem maluca que já é sua cara,mas bem divertida.E a outra novidade é Ricky Gervais,mais um personagem sem muito espaço.O resto permanece fazendo as mesmas aparições.Os efeitos continuam bons,como os anteriores.O problema é a despedida de Williams no final,parecia que já sabia de algo.
Com ares de encerramento da franquia, Uma Noite no Museu 3 leva o guarda noturno Larry Daley ao Museu Britânico, em Londres, onde ele e seus companheiros tentam resolver um mistério que ameaça acabar com magia que dá vida a figuras históricas. Com ótimos efeitos especiais e novos personagens, o longa diverte tanto quantos os anteriores e continua como ótima opção para o público jovem. O interessante desse longa é a nova locação, a qual garante novidade para a aventura - e isso é ótimo. A história é simples e tem ritmo acelerado, com muitas cenas de perseguição, combates e momentos cômicos para envolver as crianças. Pode se dizer que o filme é totalmente cansativo pelo o tema a ser abordado, um museu em Nova York, onde criaturas em exposição criam vida e se envolve em aventuras, o público espera um filme com mais emoção, humor, por que desde o 2° Uma Noite do Museu não vemos esses tópicos importantes.
O filme tenta causar emoção ao mostrar os problemas na relação entre Larry e seu filho (Skyler Gisondo), mas quem rouba a cena mesmo são dois atores que deixaram saudade em 2014. Mickey Rooney faz uma curtíssima aparição. Robin Williams, por sua vez, tem a oportunidade de fazer uma bela despedida, em que a trama se confunde com a vida real e com o triste destino do artista, sendo capaz de arrancar algumas lágrimas do público. A despedida de Williams é totalmente emocionante, esse filme chega a ser marcante não pelo enredo, mais pelo último filme do grande comediante que era Robin Williams, além de Mickey Rooney e Williams temos também provavelmente veremos também pela última vez nas telonas Dick Van Dyke, que no auge de seus 89 anos contracena alegremente dançando com algumas senhorinhas.
A sensação agridoce que o público experimenta ao fim do longa é um sinal de que talvez a saga vivida na noite no museu nova-iorquino tenha, de fato, chegado ao fim. Embora a última cena do longa dê margem para que essa situação possa ser revertida. Mais se houver uma continuação para a franquia, não há nenhuma dúvida de que o próximo passo natural seja Ben Stiller e todos os seus empoeirados companheiros vivendo novas aventuras, desta vez no Louvre em Paris. Pode não ser exatamente o sonho de todo cinéfilo, mas também não há muito do que reclamar. Certamente, há franquias muito piores e mais longevas por aí.
REGULAR, Foi melhor que o chatinho segundo filme, mas mesmo assim ficou a desejar em relação ao primeiro filme. Perderam a oportunidade de continuar a franquia futuramente com a Rebel Wilson no museu de Londres, no fim do filme ela volta com a pedra pra Nova York, ficou chato o fim da série.
Achei o filme esplêndido,muito bom dou 5 estrelas.é fato os efeitos especiais não são tão bons quanto de "Jurassic Park" ou "Jurassic Word", mas é boa.
Gostei muito ! Recomendo e muito legal e uma aventura muitooo grande outro museu acorda e no final e muito bom ruim mesmo e o Larry que abre mao de ser vijia noturno mais o homen da caverna igual ele km fiz muito spoiler melhor para
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