Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
críticas da imprensa
Cine Festivais
por Adriano Garrett
"Obra" é um filme que cria uma atmosfera muito própria e que consegue sustentá-la até o final sem cair em um formalismo vazio. Arquitetura, som, passado e presente se tornam indissociáveis no trabalho, que não deixa de acenar para um futuro mais leve e menos doloroso.
A crítica completa está disponível no site Cine Festivais
Cinema em Cena
por Pablo Villaça
É um filme com ritmo lento, estudado, que reflete a personalidade anestesiada de seu protagonista. É também um longa que usa a maravilhosa fotografia contrastada, com suas sombras duras e opressivas, para criar não só uma atmosfera melancólica, mas também ricos símbolos
A crítica completa está disponível no site Cinema em Cena
Omelete
por Érico Borgo
Pensado para estabelecer relações entre estados emocionais, arquitetura, fisicalidade, moralidade e a cidade em si, "Obra" é um filme cuidadoso, em que nada é deixado ao acaso. Uma visão particular e crítica da maior cidade brasileira...
A crítica completa está disponível no site Omelete
Quarto Ato
por Arthur Gadelha
O cinema treme; o susto impressiona. A qualidade estética desliza sob um desenho de som primoroso do início ao fim, sem ceder à opacidade da trama. Gregorio realiza uma verdadeira homenagem à São Paulo, com um bônus grego: somos vítimas da cidade que construímos.
A crítica completa está disponível no site Quarto Ato
O Globo
por Susana Schild
Como um belo projeto de arquitetura inacabado, o filme carece do essencial: a complementação do elemento humano. Talvez a intenção seja esta mesma, mas o resultado fica aquém do formalismo virtuoso da obra.
A crítica completa está disponível no site O Globo
Revista de Cinema
por Humberto Pereira da Silva
Ao optar por uma realização demasiadamente estilizada que mostra uma cidade fria, com relações humanas frias, a frieza da cidade acaba se espelhando na da trama fílmica. [...] O caso é que uma primeira aproximação de "Obra" deixa no ar certo sentimento de pomposidade e vazio.
Apesar de um resultado cinematográfico cuidadosamente arquitetado e visualmente deslumbrante equivalente a folhear um livro de fotografias, o lindo senso visual de Graziozi, sozinho, deverá ser suficiente para atrair [apenas] o interesse de público de festival.
Esteticamente atraente, mas talvez excessivamente enigmático, "Obra" representa um filme de estreia bem-sucedido [...] A lente widescreen em preto-e-branco de André Siqueira Brandão, sozinha, já conquista aceitação no circuito de arte, mesmo que o resultado final não seja totalmente satisfatório.
A crítica completa está disponível no site Variety
Cineweb
por Nayara Reynaud
Os escassos diálogos soam artificiais, não tanto por uma postura antinatural dos atores, mas porque são compostos apenas por falas estruturais, que remetem claramente a várias interpretações da temática. No espaço entre elas, há apenas o silêncio cotidiano...
A crítica completa está disponível no site Cineweb
Pipoca Moderna
por Antonio Carlos Egypto
O longa de estreia de Gregorio Graziosi se ressente da falta de um bom roteiro estruturando uma trama. É bem realizado, plasticamente bonito, tem um grande ator em cena, Irandhir Santos, e um bom elenco, mas a sensação é de que algo essencial continua faltando.
A crítica completa está disponível no site Pipoca Moderna
Folha de São Paulo
por Inácio Araújo
"Obra" nos conduz a um passeio, assim, ao mundo encantador da ressonância magnética, dos corredores de treme-treme, doenças terminais, construção civil. Talvez eu tenha dormido na hora, mas não vi o metrô. Inova-se.
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Cine Festivais
"Obra" é um filme que cria uma atmosfera muito própria e que consegue sustentá-la até o final sem cair em um formalismo vazio. Arquitetura, som, passado e presente se tornam indissociáveis no trabalho, que não deixa de acenar para um futuro mais leve e menos doloroso.
Cinema em Cena
É um filme com ritmo lento, estudado, que reflete a personalidade anestesiada de seu protagonista. É também um longa que usa a maravilhosa fotografia contrastada, com suas sombras duras e opressivas, para criar não só uma atmosfera melancólica, mas também ricos símbolos
Omelete
Pensado para estabelecer relações entre estados emocionais, arquitetura, fisicalidade, moralidade e a cidade em si, "Obra" é um filme cuidadoso, em que nada é deixado ao acaso. Uma visão particular e crítica da maior cidade brasileira...
Quarto Ato
O cinema treme; o susto impressiona. A qualidade estética desliza sob um desenho de som primoroso do início ao fim, sem ceder à opacidade da trama. Gregorio realiza uma verdadeira homenagem à São Paulo, com um bônus grego: somos vítimas da cidade que construímos.
O Globo
Como um belo projeto de arquitetura inacabado, o filme carece do essencial: a complementação do elemento humano. Talvez a intenção seja esta mesma, mas o resultado fica aquém do formalismo virtuoso da obra.
Revista de Cinema
Ao optar por uma realização demasiadamente estilizada que mostra uma cidade fria, com relações humanas frias, a frieza da cidade acaba se espelhando na da trama fílmica. [...] O caso é que uma primeira aproximação de "Obra" deixa no ar certo sentimento de pomposidade e vazio.
The Hollywood Reporter
Apesar de um resultado cinematográfico cuidadosamente arquitetado e visualmente deslumbrante equivalente a folhear um livro de fotografias, o lindo senso visual de Graziozi, sozinho, deverá ser suficiente para atrair [apenas] o interesse de público de festival.
Variety
Esteticamente atraente, mas talvez excessivamente enigmático, "Obra" representa um filme de estreia bem-sucedido [...] A lente widescreen em preto-e-branco de André Siqueira Brandão, sozinha, já conquista aceitação no circuito de arte, mesmo que o resultado final não seja totalmente satisfatório.
Cineweb
Os escassos diálogos soam artificiais, não tanto por uma postura antinatural dos atores, mas porque são compostos apenas por falas estruturais, que remetem claramente a várias interpretações da temática. No espaço entre elas, há apenas o silêncio cotidiano...
Pipoca Moderna
O longa de estreia de Gregorio Graziosi se ressente da falta de um bom roteiro estruturando uma trama. É bem realizado, plasticamente bonito, tem um grande ator em cena, Irandhir Santos, e um bom elenco, mas a sensação é de que algo essencial continua faltando.
Folha de São Paulo
"Obra" nos conduz a um passeio, assim, ao mundo encantador da ressonância magnética, dos corredores de treme-treme, doenças terminais, construção civil. Talvez eu tenha dormido na hora, mas não vi o metrô. Inova-se.