Star Wars: Os Últimos Jedi
Média
4,3
1966 notas

181 Críticas do usuário

5
59 críticas
4
27 críticas
3
37 críticas
2
25 críticas
1
16 críticas
0
17 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Phelipe A.
Phelipe A.

63 seguidores 135 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de dezembro de 2017
Star Wars: Os Últimos Jedi (Star Wars The Last Jedi) é um dos filmes mais esperados do ano, continuação direta de Star Wars O Despertar da Força, mas com uma diferença, a direção e o roteiro ficaram a cargo de Rian Johnson que divertiu os fãs com muito fanservice porém não conseguiu entregar uma continuação grandiosa para a nova trilogia.

Geralmente o segundo filme é o destaque em uma trilogia, mas em Star Wars: Os Últimos Jedi o diretor e roteirista Rian Johnson não conseguiu manter a grandiosidade do universo que nos foi apresentado em O Despertar da Força, deixando rasos personagens que nos foram apresentados no filme anterior. Os únicos que foram bem desenvolvidos foram Luke Skywalker (Mark Hamill) e Leia Organa (Carrie Fisher), os demais não foram tratados como no filme anterior com profundidade possuindo duas camadas com um background que fez com que os fãs criassem teorias.

Começando por Rey e Kylo Ren, onde Rey foi diminuída para uma menina que não consegue fazer nada sozinha, diferente da garota destemida que resolvia tudo com as próprias mãos, não esquecendo de que resumiram o passado da personagem com apenas uma fala do vilão. Kylo Ren é um personagem difícil de lidar, e agora com o desfecho que teve em Os Últimos Jedi isso apenas piora, não sabemos se ele é vilão ou um futuro herói, não sabemos se ele é poderoso ou se é apenas um garoto mimado. A falta de carisma de Adam Driver no papel era mascarado por conta da imponência e da caracterização do personagem, e isso foi desconstruído logo no inicio do filme.

Finn (John Boyega) e Poe Dameron (Oscar Isaac) também foram diminuídos a coadjuvantes que fazem side quests e que no final das contas não servem pra nada, enquanto o "poderoso" Líder Supermo Snoke foi apenas um boneco de CGI (muito bem feito por sinal) falava apenas usando palavras de efeito. Um vilão digno de Star Wars que foi deixado de lado sem ao menos nos dizer quem era realmente.

Todos esses pontos negativos ficam na conta de Rian Johnson que nos deu um filme confuso, com muitos furos de roteiro, com uma edição confusa, e momentos que beiram a piadas Marvel Studios, e como fã de Star Wars não era isso que esperava. O que foi mostrado durante a divulgação do filme era algo diferente, mais denso e sério, lembrando que Os Últimos Jedi mostra a Aliança Rebelde sendo dizimada, com o nosso herói Luke Skywalker precisando voltar a utilizar a força para salvar os poucos que restaram.

Mas o filme não foi apenas isso, e contou também com cenas que emocionaram os que estavam no cinema, e cheio de fan services que agradaram aos que viram a sessão. Isso agrada muito, já que somos fãs de Star Wars e queremos sempre o melhor, realmente esperava muito mais dessa continuação e graças à Força o diretor J. J. Abrams volta para finalizar essa trilogia que tem tudo para trazer novos fãs e agradar aos fãs de longa data.

Veja mais em NãoSeiNada
Leonardo B.
Leonardo B.

3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de dezembro de 2017
A saga está perdendo seu encanto. Vários clichês dos outros filmes anteriores mas sem a mesma maestria. Uma pena. Rogue One foi muito melhor justamente porque ousou experimentar mais.
Birovisky
Birovisky

229 seguidores 196 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de dezembro de 2017
E vamos para o oitavo capítulo desta treta familiar intergaláctica e que não é melhor que STRA TREK, leia sem espaços em: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/12/14/rezenha-critica-star-wars-os-ultimos-jedi-2017/ .

Tive o inenarrável prazer de estar em uma “junked” do filme e conferir as mais de duas horas deste aguardado filme. Confiram a “rezenha” crítica de Star Wars: Os Últimos Jedi e descubram se ainda é mais do mesmo ou algo lúdico e inovador foi adicionado a maior franquia do cinema de todos os tempos.

Uma continuação direta de Star Wars: O Despertar da Força com os novos personagens devidamente apresentados no longa anterior, chegou o momento da franquia finalmente explorar mais a fundo cada um deles, mostrando uma jornada bem definida, que não é necessariamente guiada por um único herói. Então, enquanto Rey está tentando encontrar seu lugar no mundo e aprender sobre a Força e sobre ser uma Jedi, os guerreiros da resistência, Poe, Finn e a novata Rose (que na minha opinião foi totalmente desnecessária por querer trazer à tona discussões do mundo real em momentos inoportunos), traçam planos para tentar se defender dos ataques da Primeira Ordem.

Durante suas duas horas e meia o longa faz questão de enfatizar que a cada ato heroico feito sem pensar, recursos e vidas são perdidos e que uma guerra não pode ser vencida apenas explodindo coisas, há também a necessidade de decisões estratégicas e de uma boa liderança que influenciam indireta e diretamente em uma guerra e todo esse peso é explorado.

Se engana que a atuação da General Leia Organa foi apenas um fan service em virtude da morte de Carrie Fisher, sempre com decisões sábias e dignas, mostra a importância de seu personagem e como acender a fagulha da esperança de uma revolução.

Enquanto os heróis da resistência são mais aprofundados neste longa, apenas Kylo Ren é explorado na Primeira Ordem (e ainda nem tanto como deveria). Os vilões continuam sem destaque e muitas questões continuam em aberto, por exemplo Snooker que desde o episódio sete mostrava um poder descomunal mas que neste fica em total segundo plano com total descrédito com uma certa soberba (coisa que não deveria acontecer com seres elevados, independente de que lado está) que digamos decreta o seu fim.

Eu achava que veria apenas um um Porg, e de repente deparei-me com uma ilha cheia deles, já surtei né mas até que foram criados vários momentos cômicos com estes personagens que foram exclusivamente projetados apenas para serem engraçadinhos e vender bilhões de produtos licenciados, não são tão irritantes quanto os Gungans e em alguns momentos conseguem ser mais fofos que os Ewoks, apesar que tem um Gungan em especial que eu adoro e vou contra a maioria, o Jar Jar Binks, que se reinserido de forma correta poderia ser importante para o universo Star Wars (nego lê isso e quer me matar).

O filme possui muitos altos e baixos que quase me fizeram cochilar na sala de cinema, inebriado pelo horário é verdade onde a idade não possibilita mais estas loucuras. Alguns momentos e diálogos do longa tentam nos fazer de idiotas ou simplesmente ignoram a lógica desde quando Ray pisa na ilha onde está Luke que chega a ser irritante o despreparo de um Jedi, não pelo despreparo em si, mas o roteiro mesmo muito mal feito nestes momentos que fazem de Luke mais um coringa do que Jedi.

O jogo confuso que foi inciado no trailer desenvolve-se pelo filme onde há uma espécie de dança entre o lado das Sombras e o da Luz, envolvendo Rey e Kylo Ren. Eles sempre aparecem espelhados e comunicando-se por telepatia, conflitados sobre o seu caminho e origem, interligados de uma maneira emocional que nenhum outro filme da franquia havia ousado fazer. O contraste entre eles também é visualmente interessante e fica ainda mais rico nas cenas em que eles são colocados lado a lado em uma sequência muito bem elaborada.

Falando em cenas de ação são tudo o que podíamos querer, acrescentando um visual exuberante, vide a batalha em Crait, um planeta que tem um solo feito de um mineral vermelho coberto por sal. Quando as naves voam, levantam uma névoa cor de sangue que faz parecer que o cenário inteiro está ferido por conta do embate. É um momento que dá vontade de rever muitas vezes, pena estarmos assistindo em 3D que deixa tudo mais escuro, não vejo a hora de assistir em casa com o contraste “estralando” na tela.

Algumas discussões que são importantes para a sociedade em um geral são discutidas desnecessariamente em Os Últimos Jedi, como por exemplo o maltrato de animais e o tráfico de influência (que acarreta na venda de armas e naves para os dois lados), dormi nessa parte.

Star Wars: Os Últimos Jedi consegue ser melhor que seu antecessor por conta da ousadia e vontade de não ser chamado apenas de um remake mal feito que se utiliza de referências. Neste conseguimos notar uma identidade própria sem perder a essência, e principalmente, para quem realmente é fã emocionar-se com algumas cenas que vão ecoar para sempre na mente.

Iria assistir de novo? Sim, de preferência sem o 3D.

Minha nota é 3/5.
Dudu S.
Dudu S.

21 seguidores 71 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de abril de 2020
bom!
Dois anos atrás a saga Star Wars retornou com o filme Star Wars O Despertar da Força, onde nos trazia novos personagens além de velhos conhecidos e apresentou um novo vilão, Kylo Ren. O Despertar da Força deu o início de uma nova trilogia e no filme Últimos Jedi, os personagens são mais explorados e cita a origem da Rey contando quem são seus pais. Nesse filme retornam personagens que não haviam aparecido no primeiro filme.
A história do filme é boa, as cenas que envolvem naves são insanas, Luke Skywalker retorna nesse filme e está bem diferente. Está isolado em uma ilha e, quando a Rey o acha, não quer voltar. Luke ensina algumas coisas para a Rey e percebe-se os poderes dela aumentando, permitindo ela ter um maior domínio da força.
O filme se aprofunda mais sobre o que aconteceu com Ben Solo, que o transformou em Kylo Ren, o que aconteceu com a nova geração de Jedi que o Luke estava treinando e o que aconteceu entre eles.
Kylo Ren em alguns momentos mostra que ainda pode ser salvo e voltar a ser do bem, como aconteceu com seu avô, Darth Vader. Isso se evidencia na cena que ele não consegue atirar na parte da nave onde sua mãe está. Nesse longa o Kylo Ren e a Rey tem uma ligação, fazendo com que ela vai até ele para tentar traze-lo para o bem. O líder supremo Snoke aparece em sua forma real e não em transmissão, e se mostra ser muito poderoso, impedindo a Rey de pegar seu sabre de luz. Kylo Ren odeia o Luke Skywalker e tem muita raiva e isso deve- se pelo o que Luke tentou fazer.
No filme explora o personagem Poe o melhor piloto da resistência, mostra sua personalidade de ser teimoso e não obedecer ordens muitas vezes por não achar certas, fazendo ele fazer a coisa que acha ser certa, B.B-8 se destaca bastante por salvar geral muitas vezes, o personagem Finn também é explorado, mostrando que ele quer combater a primeira ordem, no filme anterior ele queria fugir, a Capitã Phasma tem raiva dele por ele ter traído a primeira ordem e tenta matá-lo.
Nesse longa sentimos a falta do Han Solo que foi morto por Kylo Ren no filme anterior.
No filme tem uma criatura que habita o planeta onde o Luke está e que embarcou na millennium Falcon, se tornando uma criatura fofa e fazendo cenas engraçadas. O filme tem algumas piadas, que são muito bem utilizadas e em momentos adequados.
Rian Johnson, o diretor, utiliza um estilo próprio, fazendo um filme diferente da saga que alguns fans não vão gostar, mas a maioria vai.
Esse filme é semelhante ao quinto filme da saga, o Império Contra ataca, e há muitas referências de outros filmes da saga Star Wars.
Os atores trabalham muito bem, principalmente Daisy Ridley que interpreta a personagem Rey muito bem. O Mark Hamill faz uma atuação muito boa, sendo uma das melhores atuações que fez na saga Star Wars. Adam Driver também atua muito bem na pele do personagem Kylo Ren, fazendo uma atuação melhor do que em o Despertar da Força. John Boyega também atua bem na pele do personagem Finn e Oscar Isaac também atua bem na pele do personagem Poe. Esse filme é o último filme da saga Star Wars que a atriz Carrie Fisher participará, por ter falecido. Ela consegue fazer uma boa atuação no seu último filme da saga Star Wars. a jornada de um personagem acaba do mesmo jeito que começa.
Eu gostei desse filme, recomendo!
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de dezembro de 2017
Como roteiro em si e nos quesitos técnicos funciona muito bem, só que ele expande coisas demais e deixam algumas abertas de lado, não é redondo como o Despertar da Força.

Para lê a critica completa no link abaixo do blog ParsaGeeks (só juntar a url):
http:// parsageeks.blogspot.com. br/2017/12 /cinema-435-star-wars-episodio-viii-os. html
Vagne L
Vagne L

38 seguidores 63 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de agosto de 2018
Infelizmente (porquê gosto da saga) este é o pior filme da série.
"Rogue One" e "Despertar da força" tiveram ainda a preocupação com a história original, porém o "Ultimo Jedi" foi meramente um meio para bilheteria.
Sidney  M.
Sidney M.

29.815 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de abril de 2018
Não sou um fã assíduo da saga, mas acho os filmes uma boa opção de aventura. Não achei o melhor e nem o pior, mas fica abaixo do Despertar da Força.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de dezembro de 2017
Jedis. Novelesco. Enrolação. Visual. Diferente. Nostalgia forçada. Fuga. Bem contra o mal. Incoerente. Legal.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2018
Um filme cheio de fan service, cenas incríveis, ótima direção de arte e tecnicamente acima do nível, mas também é um filme que tem seus problemas, parecendo por muitas vezes um filme de cenas que funcionam bem isoladamente, "Star Wars: Os últimos Jedi" encanta os fãs mas fieis da franquia pelo seus momentos de "Ahhhh, era isso que queria ver", mas numa visão mais fria, temos problemas de roteiro, ritmo e desenvolvimento. O roteiro faz os dois primeiros atos do filme parecerem grandes fillers, poque não anda, a intenção era desenvolver a personagem da Rey, o que não acontece, vemos apenas 2 atos de discussão, pensamentos e treinamentos, tudo meio jogado e superficial, sem falar na falta de profundidade do lendário Luke Skywallker, ou no personagem do Finn que é maravilhoso no primeiro filme, com dramas e dualidades e aqui ele é jogado numa missão secundaria clichê, com um par romântico clichê, seguindo a tradicional jornada do herói que pouco acrescenta no filme, o unico personagem que você nota algum desenvolvimento é Kylo Ren, mesmo assim, ele termina o filme ainda em certo conflito, não sentimos confiança no mesmo. "Star Wars: Os últimos Jedi" é um legitimo filme de meio de historia, um filme que servirá de terreno para Star Wars episodio IX. O ponto mais alto do filme é sua direção de arte, que explora uma fauna nova, e conta com lindos figurinos, figurante e uma absurda atenção em cada detalhe, alem de contar com a clássica sonoplastia de Star Wars, a trilha sonora é ótima e não para um segundo, ditando por muitas vezes o ritmo da cena, sem medo de planos abertos ou zoom in's, a câmera se comporta muito bem, tentando sempre trazer o máximo de riquezas a aquele mundo que realmente passa uma impressão de ser vivo e o ritmo da montagem do filme da uma compensada no pessimo ritmo do roteiro. As atuações, que no episodio VII são um dos grandes destaques, aqui ficam obsoletas e enjoativas, mas fica um destaque para Oscar Isaac, Adam Driver e Carrie Fischer, alem da ótima presença de tela de Mark Hamill. Por fim, é um filme que fãs de carteirinha irão amar, como eu, e o filme tem coisas muito boas fora a direção de arte, como por exemplo, a exploração da força e todo a simbologia que é exposta em volta da mesma, ou a ponte de comunicação que une os Jedi, ou até mesmo a limpa do passado buscando um renovação para Star Wars, renovação essa, que está acontecendo mesmo que seja difícil se desapegar dos personagens do passado, e esse filme era a onde tinha que acontecer a parte "chata", para servir de base ao que virá. Por fim, "Star Wars: Os últimos Jedi" pode até deixar a desejar, mas mesmo assim, é um filme absurdamente empolgante e divertido.
Jorge S.
Jorge S.

11 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de dezembro de 2017
Assisti a todos os SW e acho que os diretores estão cansando os fãs, não sou especialista em cinema mas acho que foi decepcionante, salvo a atuação da atriz, aquele vilão que não empolga, está na hora de fazer alguma coisa diferente do tipo reviver o Darth Vader ou algo parecido, até as lutas com os sabres desapareceram
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa