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Nelson J
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1.978 críticas
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2,0
Enviada em 15 de dezembro de 2017
Daisy Ridley é atriz fenomenal e junto com Adam Drive, salva este filme com muito, mas muito mais do mesmo e indicado apenas para quem é fanático na série, ou que gosta muito de comer pipoca no cinema, sem se importar com o que passa na tela, curtindo apenas os efeitos sonoros e visuais. O filme parece um faroeste com o mocinho portando um revólver velho e enfrentando um exército super armado, cujos líderes se emocionam na hora de liquidar e fatura e meia dúzia destrói a maior parte do exército invencível. Uma piada.
A tranquila e solitária vida de Luke Skywalker sofre uma reviravolta quando ele conhece Rey, uma jovem que mostra fortes sinais da Força. O desejo dela de aprender o estilo dos Jedi força Luke a tomar uma decisão que mudará sua vida para sempre. Enquanto isso, Kylo Ren e o General Hux lideram a Primeira Ordem para um ataque total contra Leia e a Resistência pela supremacia da galáxia.
Como já disse em outras críticas minhas eu não sou o maior expert em Star Wars eu assisto todos os que aparecem mas não sou daquele tipo viciado às vezes me perco com tanta informação e não sei nem para quem estou torcendo, mais a única coisa que não tem discussão é que o filme Sempre tem os melhores efeitos e esse mais uma vez se supera, um grande filme⭐
Uma série de filmes que mantém uma mitologia sobre uma energia vital no Universo por décadas precisa ser atualizada de tempos em tempos para não perder o compasso com a Ciência. Se na primeira trilogia a Força era algo mais espiritual e na segunda trilogia algo mais biológico, essa terceira trilogia acertadamente a coloca como nem uma coisa nem outra: é algo metafísico. E com isso estabelece pela primeira vez uma base que se pode trabalhar com as diferentes camadas de realidade. Não só mais falamos sobre política em SW (essa dualidade esquerda/direita já cansou), mas sobre filosofia, moral, valores, etc. Quem diria que Star Wars chegaria em sua fase adulta?
Como roteiro em si e nos quesitos técnicos funciona muito bem, só que ele expande coisas demais e deixam algumas abertas de lado, não é redondo como o Despertar da Força.
Para lê a critica completa no link abaixo do blog ParsaGeeks (só juntar a url): http:// parsageeks.blogspot.com. br/2017/12 /cinema-435-star-wars-episodio-viii-os. html
Não tenho dúvidas que George Lucas se contorce até hoje pela venda dos direitos de sua mais famosa cria. A saga Star Wars tem sido muito bem aproveitada pela gigante do entretenimento Disney, cujo resultado pode ser visto com facilidade pelas cifras monstruosas dos filmes baseados na série principal e seus spinoffs.
Com STAR WARS - OS ÚLTIMOS JEDI a situação não é diferente. Rey (Daisy Ridley) continua sua busca por algo maior e mais poderoso ao encontrar o famoso jedi Luke Skywalker (Mark Hamill) recluso em uma ilha no meio do nada. Os aspectos narrativos traçados durante grande parte da história funcionam muito bem graças à importância de Rey e o que Skywalker tem para mostrar, já que nem de longe recai na simplicidade pelo controle de poder pessoal. O drama que levou Luke a reclusão é destaque mesmo para quem não é fã da saga, visto que temos grandes indagações pessoais sobre o que suas potencialidades docentes podem resultar.
Evidente que um filme com 2h e 30min de duração oferece bem mais que isso, mas em muitas das histórias paralelas fica a sensação de que o tempo é uma alternativa apenas para prolongar o filme, visto que temos diversas sequências longas me demasia, e não falo das contextualizadas pela ação.
Visualmente o filme é um deslumbre técnico, desde o pleno controle das grandiosas sequências de ação espacial e terreste, até as batalhas que envolvem perseguições ou batalhas com sabre de luz, tudo mediado com inteligência e relativa ousadia pelo diretor Rian Johnson.
Admito não ter ficado tão impressionado quanto o filme anterior, mas OS ÚLTIMOS JEDI adiciona grandes expectativas para a conclusão da trilogia, não só pelo choroso Kylo Ren mas pelo que pode se tornar em um eventual confronto com Rey. O jeito é esperar por 2019.
Se foi Luke, Han e Leia, e após o episódio oito é difícil acreditar que essa nova leva de personagens vai conseguir carregar os próximos episódios nas costas. Não que esse filme seja ruim, é um bom filme, mas não tem o mesmo brilho dos outros, até mesmo do episódio sete, é um bom filme mas que a franquia deve abrir o olho.
Que Saga é está? Simplesmente, a a cada filme, sendo um melhor doq o outro, dá pra entender o porq desse sucesso, por gerações, filme mais doq espetacular! A luta do bem contra mal é épico, mágico e envolvente, a esperança sempre renasce, não importa como as coisas estão, sempre haverá a esperança! Quero ser cada vez mais fã dessa saga extraordinária, Amei.
O filme é chato, maçante. Gastei 3 dias para terminar, nos 2 primeiros eu dormi depois de 20 minutos de filme. No 3o, parei para jantar, isso demonstra o quanto filme estava envolvente.
No fim, dá uma melhorada, o suficiente para o filme não ser ruim.
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