Star Wars: Os Últimos Jedi
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4,3
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181 Críticas do usuário

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Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de março de 2018
Não tenho dúvidas que George Lucas se contorce até hoje pela venda dos direitos de sua mais famosa cria. A saga Star Wars tem sido muito bem aproveitada pela gigante do entretenimento Disney, cujo resultado pode ser visto com facilidade pelas cifras monstruosas dos filmes baseados na série principal e seus spinoffs.

Com STAR WARS - OS ÚLTIMOS JEDI a situação não é diferente. Rey (Daisy Ridley) continua sua busca por algo maior e mais poderoso ao encontrar o famoso jedi Luke Skywalker (Mark Hamill) recluso em uma ilha no meio do nada. Os aspectos narrativos traçados durante grande parte da história funcionam muito bem graças à importância de Rey e o que Skywalker tem para mostrar, já que nem de longe recai na simplicidade pelo controle de poder pessoal. O drama que levou Luke a reclusão é destaque mesmo para quem não é fã da saga, visto que temos grandes indagações pessoais sobre o que suas potencialidades docentes podem resultar.

Evidente que um filme com 2h e 30min de duração oferece bem mais que isso, mas em muitas das histórias paralelas fica a sensação de que o tempo é uma alternativa apenas para prolongar o filme, visto que temos diversas sequências longas me demasia, e não falo das contextualizadas pela ação.

Visualmente o filme é um deslumbre técnico, desde o pleno controle das grandiosas sequências de ação espacial e terreste, até as batalhas que envolvem perseguições ou batalhas com sabre de luz, tudo mediado com inteligência e relativa ousadia pelo diretor Rian Johnson.

Admito não ter ficado tão impressionado quanto o filme anterior, mas OS ÚLTIMOS JEDI adiciona grandes expectativas para a conclusão da trilogia, não só pelo choroso Kylo Ren mas pelo que pode se tornar em um eventual confronto com Rey. O jeito é esperar por 2019.
Emanuel
Emanuel

10 seguidores 30 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 30 de dezembro de 2019
Há muito tempo atrás, em 2002, numa galáxia muito, muito distante, minha geração pôde assistir o segundo episódio/quinto filme da saga, que marcou tantas outras gerações. Pudemos assistir pela primeira vez, um episódio nas telonas, de uma história que nossos pais nos mostraram, exibidos em VHS e telas tubos, heranças de aventuras que até hoje são recontadas. Ainda em 2002.
Adoramos as aventuras de Han Solo, Princesa Leia, Anakin e Luke Skywalker, Darth Vader, e tantos outros personagens que fizeram da ficção cientifica mais que histórias surreais, misturando elementos do faroeste com o espaço sideral. Queríamos a todo preço, ter nossos sabres de luz, nos tornar Jedi e combater a galáxia. Era tudo diferente na série: A saga foi contada de trás para frente, por episódios, e estes eram escritos em letras romanas, dando ares de histórias em quadrinhos, mas que na realidade, foram escritos para a telona. Tudo era muito legal, emocionante!
Tudo isso para dizer que a saga de Star Wars tem um lugar especial em nossa infância/adolescência. Crescemos com estes heróis, par a par com os já consagrados Batman e Super-Homem.
Ontem fui me sentar novamente, na poltrona vinho do mesmo cinema que assisti ansiosamente os dois últimos filmes da saga, que fez minha infância mais feliz! Como são felizes os que nunca viram Star Wars e que, estão tendo a oportunidade de pela primeira vez, se emocionar com universo!
Nós, velhos de guerra, Mestres Jedi que fomos guiados com os conhecimentos de Obi-Wan Kenobi, com a sabedoria de Mestre Ioda, e que ainda hoje, gostaríamos de ter uma espada laser como as de Darth Maul, ficamos arrasados com o mal desempenho da série atualmente.
Depois de tirar os óculos 3D, de um longo suspiro, que fala mais do que mil palavras, saí do cinema, ergui a cabeça em direção as estrelas, e pensei: ‘’Há muito tempo atrás, numa galáxia muito distante, assisti os melhores Star Wars da minha vida’’! Mas isso numa galáxia, muito, muito distante!
emanuel r.
emanuel r.

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5,0
Enviada em 15 de dezembro de 2017
(vou falar de uma cena irrelevante, não é spoiler) O filme foi muito bom, comprei o ingresso um mês atrás e assisti ontem, teve muitas cenas engracadas, mas algumas forçadas, por exemplo a cena em que chewie vai comer aquele bixinho lá e os outros ficam olhando, já forçou nisso, entao fica apenas um quase chorando lá, foi extremamente forçado, eu não achei graça mas algumas pessoas riram, cerca de 10 no cinema inteiro... A sala estava cheia
Vinícius F.
Vinícius F.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de dezembro de 2017
O filme é uma obra de arte, com ação a todo momento, possui a real acescência do Star Wars, com certeza valeu cada centavo do ingresso, uma experiência incrível, mesmo meus amigos que não sabiam da história dos outros filmes conseguiram entender td, realmente incrível.
Mateus E
Mateus E

8 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de setembro de 2019
De longe o pior filme da franquia ! Apesar da trama envolvendo o Kylo Ren, Rey e Luke ser bacana, o filme gasta tempo demais com uma trama chata e sem sentido do Finn, Rose e a Resistência ! Além de descaracterizarem até demais o Luke, chegando até ser uma ofensa !
João Carlos Correia
João Carlos Correia

19 seguidores 60 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de janeiro de 2018
Esta é uma história para lá de conhecida, mesmo por quem não é cinéfilo ou nerd ou ambos, mas sempre vale a pena recordar: Há pouco mais de 40 anos, quando um jovem cineasta com apenas dois filmes em seu currículo veio até os produtores de cinema com uma ideia maluca para um filme de ficção-científica, ninguém levou-o a sério e vários estúdios bateram-lhe a porta na cara.

O estúdio 20th Century Fox acabou por concordar em bancar essa ideia, mas, desconfiado com o roteiro (filmes de ficção-científica estavam por baixo na época), agiu como se dissesse "Não me envolva nisso, por favor". Seu desejo foi satisfeito, mas em troca, o cineasta pediu para ficar com os direitos autorais da obra, incluindo o merchandising - camisetas, brinquedos, HQs, etc. O estúdio concordou, pois não levava muita fé no projeto, embora tivesse esperança de, pelo menos, recuperar o investimento.

O jovem cineasta era George Lucas e o projeto maluco que estava a realizar era Star Wars, que, não só recuperou o dinheiro investido, como conquistou sete Oscars; tornou-se, na ocasião, o filme de maior bilheteria de todos os tempos e, com os direitos de autor adquiridos em seu nome, o diretor principiante tornou-se um milionário. Com Star Wars, Lucas consolidou a era dos "Blockbusters" ("Arrasa-Quarteirões", os filmes campeões de bilheteria), transformou-se em gênio do cinema, produtor de sucesso e guru geek. Muito do que se faz na indústria do cinema hoje em dia está ligado, direta ou indiretamente, a esse filme.

A saga que esse diretor imaginativo criou sobre os cavaleiros Jedi, os Sith e o clã Skywalker ultrapassou as fronteiras do cinema, dos estudos acadêmicos e hoje faz parte da cultura mundial. Não existe uma pessoa neste planeta que já não tenha ouvido falar sobre algum dos filmes e seus personagens. Pouquíssimos trabalhos tiveram uma influência tão grande a um nível tão amplo. Por isso, nada mais adequado que, no ano no qual se comemorava os 40 anos do lançamento dessa película genial, fosse lançado mais um episódio da odisséia ocorrida há muito tempo atrás em uma galáxia muito, muito distante, Star Wars: Os Últimos Jedi.

A tirânica Primeira Ordem encontra o planeta onde estão escondidos os integrantes da Resistência liderados pela General Leia Organa (a estadunidense Carrie Fischer, de Loverboy - Garoto de Programa) e lança-se ao ataque. Um contra-ataque liderado pelo Comandante Poe Dameron (o guatemalteco Oscar Isaac, de Ex Machina: Instinto Artificial) é bem sucedido, mas a um preço muito alto, o que faz com que seja rebaixado pela General Organa.

O Líder Supremo Snolke (o inglês Andy Serkis, da saga O Senhor dos Anéis), castiga o General Hux (o irlandês Domhnall Gleeson, da franquia Harry Potter) por ter deixado os resistentes fugir, mas o oficial usou um rastreador para seguir as naves e a perseguição começa. Kylo Ren (o estadunidense Adam Driver, de Paterson), lidera um novo ataque, mas hesita em atirar na nave onde está sua mãe, Leia. Caças da Primeira Ordem atiram e a nave explode. Graças à Força, Leia consegue sobreviver, mas fica muito ferida. A Vice-Almirante Amilyn Holdo (a também estadunidense Laura Dern, de Coração Selvagem) assume o comando e ordena a fuga em naves de escape, o que contraria Poe.

Poe e Finn (o inglês John Boyega, de Detroit em Rebelião) consultam Maz Kanata (a queniana Lupita Nyong'o, de Doze Anos de Escravidão) para saber se há alguém que possa quebrar o código do rastreador da Primeira Ordem. Maz diz que há um na cidade de Canto Bight. Finn, o dróide BB-8 e a mecânica Rose Tico (a estadunidense Kelly Marie Tran, de XOXO: A Vida é Uma Festa) vão até Canto Bight, são presos e, na cadeia, encontram o vigarista DJ (o porto-riquenho Benicio de Toro, de Che) que afirma saber como quebrar o código.

Rey (a inglesa Daisy Ridley, de Assassinato no Expresso do Oriente) chega à ilha do isolado planeta Ahch-To e lá encontra o Mestre Jedi Luke Skywalker (o estadunidense Mark Hamill, de Kingsman - Serviço Secreto). Rey pede a Luke para juntar-se à Resistência contra a Primeira Ordem. Mesmo após Rey contar-lhe sobre o assassinato de Han Solo por Kylo Ren, Luke, ainda assim, recusa o pedido da moça. Porém, ao perceber como a Força é grande nela, decide ministrar-lhe o treinamento Jedi.

Ao ler-se o resumo da trama acima, a impressão que passa é a de um filme comprido. A impressão é correta, aliás este é o mais longo de toda a saga. Mas, Star Wars: Os Últimos Jedi flui tão bem na tela que não se sente o tempo passar, mesmo com tantas tramas paralelas.

A saga sempre criticou, seja de modo aberto ou sutil, a ordem estabelecida, as ditaduras, o imperialismo, a corrupção e o sistema capitalista que geram problemas como intolerância, preconceito, racismo e xenofobia e levam os seus personagens não apenas a uma batalha do Bem contra o Mal, mas a uma verdadeira guerra de classes. Basta lembrar da cena na qual a Capitã Phasma (a inglesa Gwendoline Christie, de O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus) chama Finn de "escória rebelde".

Em pleno século XXI, o mundo - e, em particular, o Brasil - está novamente às voltas com o trabalho escravo e Star Wars: Os Últimos Jedi não deixa de criticar essa prática odiosa (o que já havia sido feito no Episódio I) mostrando os escravos, a maioria meninos e meninas, de Canto Bight, uma cidade-cassino frequentada por "coxinhas do espaço" e bandidos de todo o tipo, inteiramente corrompida e decadente que disfarça essa corrupção e decadência com um manto de luxo feito com o suor e o sangue dessas crianças escravizadas e com o dinheiro da jogatina. E, ainda assim, consegue seduzir os tolos com a miragem da riqueza.

Como é de praxe, acompanhando o sucesso, vem as polêmicas e a saga Star Wars as têm, em particular as de cunho religioso como o esoterismo da Força, o nascimento de Anakin Skywalker sem a presença física de um pai, o que fez muitos seguidores de crenças diversas - principalmente os fundamentalistas - protestarem; e a semelhança do personagem Chirrut Imwe, de Rough One - Uma História Star Wars, com a figura bíblica Nicodemos.

Em Star Wars: O Último Jedi, o Mestre Jedi Luke Skywalker juntou doze discípulos para ensinar-lhes o caminho da Força. Dentre esses discípulos estava Ben Solo, que traiu seu mestre indo para o lado negro e tornou-se Kylo Ren. Um mestre, doze discípulos e um traidor entre eles? Soa familiar...

Porém, Star Wars: O Último Jedi não é apenas denúncia e polêmica, também é diversão no mais alto nível com suas cenas de ação, humor harmoniosamente intercaladas e entrosadas com as de comoção e romance, o que mostra que a decisão de chamar o cineasta estadunidense Rian Johnson (de Looper: Assassinos do Futuro) para dirigir o filme foi acertadíssima. Rian conduz a direção com maestria, sendo fiel ao que foi feito nos anos anteriores e colocando, também, seu toque pessoal (é o autor do roteiro). Foi um trabalho tão bem feito que fica difícil escolher um momento marcante entre tantos que a película tem.

George Lucas baseou a sua obra, desde o primeiro filme, na leitura do livro O Herói de Mil Faces, do professor universitário e mitologista (especialista em mitos) Joseph Campbell (1904-1987). Foi nesse livro que Lucas descobriu o conceito do "Monomito", também conhecido como "Jornada do Herói", que pode ser resumido assim: o herói vive tranquilamente em seu mundo quando lhe é dada uma missão. A princípio, ele reluta - ou mesmo recusa - em assumir essa responsabilidade, pois não quer abandonar sua zona de conforto. Porém, ao encontrar um mentor, ele atende ao chamado. Em sua jornada, encontra aliados e enfrenta testes, provações, inimigos e até mesmo a morte, mas, após passar por grandes sofrimentos, vence, cumpre a sua missão e retorna ao seu mundo transformado.

Simples, não é? E profundo. E essas simplicidade e profundidade são a linha-mestra de Star Wars: Os Últimos Jedi. Mas se você pensa que o herói, ou melhor, heroína, é Rey, está redondamente enganado. O herói é justamente aquele que iniciou a sua jornada 40 anos atrás, Luke Skywalker - mais especificamente o seu intérprete, Mark Hamill.

Mark Hamill é um daqueles casos nos quais o grande sucesso alcançado pelo personagem interpretado tornou-se o seu dilema. Fora da saga, Mark não teve muito destaque, apesar de bons trabalhos como em Agonia e Glória (1980). É verdade que o acidente de carro ao final das filmagens de Star Wars, atrapalhou, mas ele estava tão identificado com o aprendiz de cavaleiro Jedi, que ficou difícil arrumar bons filmes para atuar. Nesses anos todos, o seu principal trabalho foi como dublador, especialmente em Batman, a Série Animada (1992-1995), na qual fazia a voz do arqui-inimigo do Cavaleiro das Trevas, o Coringa.

Em Star Wars: Os Últimos Jedi, Mark - e o Mestre Jedi que encarna - exorciza seus demônios. Ele está simplesmente magnífico como um envelhecido e amargurado Luke Skywalker, que se auto-exila em uma ilha isolada longe tudo e de todos atormentado pelas lembranças, mas, ao mesmo tempo, mostra um senso de humor refinado, bem diferente do jovem Luke dos filmes anteriores. E, ao enfrentar de coração e alma a grande batalha, encerra um ciclo e obtém a redenção, tanto na vida real quanto no universo da saga.

Por essa brilhante atuação, Mark Hamill merecia ao menos uma indicação ao Oscar, mas, ao que aparece, o lado negro da Força influenciou os membros da Academia de Hollywood...

A atlética, bonita e talentosa Daisy Ridley prova a cada episódio que é uma digna sucessora de Hamill. Sua personagem, Rey, tem a mesma coragem e impetuosidade de Luke Skywalker em sua juventude. Porém, ao contrário do fazendeiro de Tatooine, tem uma alma mais complexa, a qual está em uma jornada de autoconhecimento e constante batalha com seu lado sombrio. Graças a Daisy, Rey já é uma das grandes heroínas de Star Wars.

Sempre que John Boyega surge em cena, as pessoas percebem que ele não é, como já disseram, apenas uma versão mais jovem do grande Sidney Poitier (Ao Mestre Com Carinho). Ele tem seu próprio estilo, que melhora a cada trabalho realizado e não são poucos aqueles que acham que será o grande astro dos próximos anos.

No mesmo nível está Adam Driver, que fez com que o vilão Kylo Ren não se tornasse um outro Darth Vader, mesmo sendo seu neto. Uma grande sacada do filme está em provar que um vilão, para ser sinistro, não precisa usar máscara. Mérito de Adam, que mostra Kylo Ren como um personagem atormentado e dividido, sempre em um terrível combate interno contra seu alter-ego, Ben Solo.

Entre os coadjuvantes, há três que são considerados "de luxo" e, portanto, se destacam: Oscar Isaac, Laura Dern e Benicio del Toro.

O personagem de Isaac, Poe Dameron, é como uma mistura do jovem Luke Skywalker com Han Solo e está cada vez mais popular entre os admiradores da saga.

A Vice-Almirante Holdo, interpretada por Laura Dern, é uma mulher forte, independente e que não hesita em usar sua autoridade sempre que necessário, mesmo com aqueles com quem simpatiza e, para mim, pelo impacto que causa, é uma personagem que poderia ter sido melhor aproveitada.

Benicio del Toro tem experiência em interpretar marginais nojentos - já o havia feito em 007: Permissão Para Matar (1989) - e o seu personagem DJ é daqueles que a platéia ama odiar e que dá vontade de estrangular, mas, por outro lado, sempre dá vontade de saber qual será a sua próxima maldade.

É claro que não poderia deixar de falar de uma mulher fundamental da saga: Leia Organa e sua intérprete, Carrie Fisher. Assim como em Rough One, sua presença em Star Wars: Os Últimos Jedi é comovente e sua atuação é serena e marcante, também digna de um Oscar, como se soubesse o que iria acontecer em breve. Assim como Hamill, Carrie também encontra sua redenção no filme. Ao vê-la em cena, é difícil acreditar que não se encontra mais entre nós. De minha parte, prefiro pensar que, tal qual a Princesa de Alderaan, Carrie foi salva pela Força e encontra-se nos braços de um grande amor.

Rian Johnson chamou um velho chapa com quem trabalhou em seus outros filmes para realizar a fotografia: Steve Yedlin (Terremoto: A Falha de San Andreas), que faz jus à confiança depositada seja mostrando a natureza exuberante da bela ilha de Skelling Michael (pertencente à Irlanda, que possui um mosteiro construído no século VI d.C., e foi nomeada Patrimônio da Humanidade pela ONU), ou na aridez rígida de Salar de Uyuni (o maior deserto de sal do mundo, localizado na Bolívia).

O que posso falar do grande mestre das trilhas sonoras, John Williams (Superman, o Filme) que já não tenha sido dito? Muito da identidade de Star Wars se deve à soberba trilha sonora composta por ele. Aos 85 anos de idade, nem pensa em se aposentar e já confirmou que irá compor a trilha do Episódio IX (que, novamente, terá a direção de J. J. Abrams, do Episódio VII). O fãs de cinema do mundo inteiro agradecem.

Assim como no filme anterior, em Star Wars: Os Últimos Jedi há várias referências ao episódios anteriores, principalmente aos Episódios V e VI. Homenagens? Talvez. Mas, acredito que seja também uma ligação tanto para os episódios anteriores quanto para a próxima trilogia, cuja produção já foi confirmada pelos estúdios de Walt Disney e com datas de lançamento ainda a serem confirmadas.

Alguns fãs mais radicais chegaram a criar uma petição na internet para que Star Wars: Os Últimos Jedi seja retirado do cânone de Star Wars por ser "diferente demais". Bobagem. Este Episódio VIII é um daqueles filmes que se tornam clássicos instantâneos e, para mim, após os Epísódios IV e V (não necessariamente nessa ordem), é o melhor de toda a saga. Porém, eu até compreendo essa atitude. É o medo da perda, de não poder ver mais todos aqueles personagens que tanta alegria trouxeram às nossas vidas.

Embora seja triste não poder ver mais pessoas a quem se ame ou se afeiçoe, seja na realidade ou na fantasia, é preciso seguir adiante. A vida é assim. Em Star Wars: Os Últimos Jedi certos personagens lembram a lenda do pássaro que, pouco antes de morrer, entoa um canto tão belo que o mundo inteiro interrompe o que está a fazer para ouvir a linda melodia e Deus sorri no céu.

E nós, aqui na Terra (ou mesmo em uma galáxia longínqua), continuamos a ir em frente, sem olhar para trás e ouvindo, cada vez mais longe, o canto nostálgico desse pássaro.
Maiko D
Maiko D

1.659 seguidores 303 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 13 de maio de 2018
O filme é chato, maçante.
Gastei 3 dias para terminar, nos 2 primeiros eu dormi depois de 20 minutos de filme. No 3o, parei para jantar, isso demonstra o quanto filme estava envolvente.

No fim, dá uma melhorada, o suficiente para o filme não ser ruim.
Rômulo L
Rômulo L

249 seguidores 261 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de dezembro de 2021
Diretor Rian Johnson defecou na direção do Star War mudando por total seu cânone. Quem esperava ver luta de sabre de luz entre Jedi vai decepcionar e durante filme todo o rebelde é perseguido, culminando no seu desfecho num planeta coberto por sal que foi rodado na Bolívia. Nem vou contar como o vilão Snoke foi derrotado facilmente.
Vagne L
Vagne L

38 seguidores 63 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de agosto de 2018
Infelizmente (porquê gosto da saga) este é o pior filme da série.
"Rogue One" e "Despertar da força" tiveram ainda a preocupação com a história original, porém o "Ultimo Jedi" foi meramente um meio para bilheteria.
Vittor M.
Vittor M.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de dezembro de 2015
eu achei o filme legal e interessante mas ao mesmo tempo achei que o diretor preferiu não se arriscar ao produzir esse filme já que se você comparar esse primeiro filme da terceira trilogia com o primeiro da segunda trilogia você vai notar muitas coisas parecidas e/ou semelhantes,além do filme ter varias questões não respondidas *que provavelmente vão ser respondidas nos episódios 8 e 9* além de fazer você querer ver os próximos filmes pra entender melhor a historia dos personagens.Gostei bastante do filme e estou ansioso pros próximos...
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