Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
críticas da imprensa
Cinema em Cena
por Pablo Villaça
Mostrando-se surpreendentemente contido pela primeira vez em muitos anos (mesmo exibindo um ou outro cageísmo pontual), Nicolas Cage oferece aqui uma das melhores performances de sua carreira [...]. Sem medo de enviar o público para fora da sala de exibição tomado pela mesma angústia que corrói seus personagens, [David Gordon] Green cria em "Joe" seu melhor trabalho.
A crítica completa está disponível no site Cinema em Cena
Papo de Cinema
por Marcelo Muller
Acusado justamente de escolher “errado” muitos papeis, volta e meia esbanjando canastrice, Nicolas Cage prova, mais uma vez, seu valor quando bem dirigido.
A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema
Rolling Stone
por Hamilton Rosa Jr.
Hollywood já contou diversas vezes histórias desse tipo, mas em poucas ocasiões com tanta autenticidade. O filme tem o clima de um poema tosco, encharcado de álcool e desilusão, e o desempenho de [Nicolas] Cage abriga uma grandeza crua, aparentemente apoiada nos tombos que ele levou da vida, que emprestam um ar desencantado ao protagonista.
A crítica completa está disponível no site Rolling Stone
Cineplayers
por Bernardo D.I. Brum
Toda a primeira hora de filme é dedicada a criar um universo em particular, com seus personagens brutais, porém solitários. Em uma estrutura visível e esquemática, não muito diferente dos típicos “buddy movies” onde de miséria surge esperança, Green fez de Joe um personagem carismático, para dizer o mínimo...
A crítica completa está disponível no site Cineplayers
Rubens Ewald
por Rubens Ewald Filho
O filme é lento, sombrio e seu desenlace é extremamente previsível. Para ser justo, Cage esta melhor do que costume, o que na verdade não é um grande elogio.
A crítica completa está disponível no site Rubens Ewald
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Cinema em Cena
Mostrando-se surpreendentemente contido pela primeira vez em muitos anos (mesmo exibindo um ou outro cageísmo pontual), Nicolas Cage oferece aqui uma das melhores performances de sua carreira [...]. Sem medo de enviar o público para fora da sala de exibição tomado pela mesma angústia que corrói seus personagens, [David Gordon] Green cria em "Joe" seu melhor trabalho.
Papo de Cinema
Acusado justamente de escolher “errado” muitos papeis, volta e meia esbanjando canastrice, Nicolas Cage prova, mais uma vez, seu valor quando bem dirigido.
Rolling Stone
Hollywood já contou diversas vezes histórias desse tipo, mas em poucas ocasiões com tanta autenticidade. O filme tem o clima de um poema tosco, encharcado de álcool e desilusão, e o desempenho de [Nicolas] Cage abriga uma grandeza crua, aparentemente apoiada nos tombos que ele levou da vida, que emprestam um ar desencantado ao protagonista.
Cineplayers
Toda a primeira hora de filme é dedicada a criar um universo em particular, com seus personagens brutais, porém solitários. Em uma estrutura visível e esquemática, não muito diferente dos típicos “buddy movies” onde de miséria surge esperança, Green fez de Joe um personagem carismático, para dizer o mínimo...
Rubens Ewald
O filme é lento, sombrio e seu desenlace é extremamente previsível. Para ser justo, Cage esta melhor do que costume, o que na verdade não é um grande elogio.