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Adriano Côrtes Santos
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1.229 críticas
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4,0
Enviada em 16 de abril de 2019
Escrito e dirigido por S. Craig Zahler, que estilizou o filme entre um Ford glamourizado e um Leone sujo sem retoques e poeirento. Uma bela mistura de faroeste com toques de terror em meio rasgo de violência inesperada. O xerife Hunt (Kurt Russell) é chamado pelo delegado assistente Chicory (Richard Jenkins) para falar com um forasteiro suspeito (David Arquette), que acaba de chegar à cidade de Bright Hope. Como ele tenta escapar, o xerife dá um tiro em sua perna e logo chama a enfermeira Samantha O’Dwyer (Lili Simmons) para tratá-lo. Entretanto, durante a madrugada a delegacia é atacada por uma tribo de índios selvagens, que sequestra Samantha, o prisioneiro e ainda o subdelegado Nick (Evan Jonigkeit). Logo o xerife reúne uma equipe de resgate, formada por Chicory, pelo marido Arthur O’Dwyer (Patrick Wilson), o conquistador e especialista em armas John Brooder (Matthew Fox). Entretanto, além dos perigos da travessia o quarteto precisa lidar com o problema de Arthur, seriamente ferido na perna, o que prejudica sua locomoção. Estética toda de western em meio a muita agonia.
Pra quem gosta de filmes do velho Oeste o filme é bom , o começo me deu sono , mas o decorrer do filme empolga , cenas fortes chega a impressionar , vale a pena assistir, atuações dos atores muito boa !
Western a moda antiga, com ótimas atuações, aqui temos conceitos bem definidos nos 3 atos, apesar de ter um primeiro ato lento, mas de qualidade. Elenco que conta com Kurt Russell, Patrick Wilson, Matthew Fox, Richard Jenkins, onde trazem ao público ótimos diálogos e cenas de ação de tirar o folego e traz um realismo cru em assassinatos pesados, vale salientar o ultimo ato, que leva duvidas ao telespectador, o diretor poderia ter fechado com chave de ouro algo que estava funcionando muito bem.
Que filme macabro, teve momentos que eu não acreditei que estava vendo tal cena. Fato é, que Bona Tomahawk é um dos melhores filmes desse ano, mesmo que tenha sido lançado oficialmente em 2015. A direção é excelente, com um roteiro muito bem escrito, com belos diálogos e ótimas interpretações. Chocante e fortemente bem feito. Filmaço!
Excelente filme. O Matthew Fox deu um show particular. Chamou toda a responsabilidade e, pra mim, foi o que mais se destacou no filme. O Patrick Wilson (a agonia do seu personagem me contagiou) e o Richard Jenkins também tiveram destaque nas suas participações. Filme com muitas cenas fortes e muito sangue. Parecido com filmes do Quentin Tarantino, hahahaha. A fotografia também chamou a atenção. Vale a pena assistir !
Rastro de maldade é um filme de faroeste que foi dirigido e roteirizado por S. Craig Zahler. Ambientado no velho Oeste, Arthur ( Patrick Wilson) teve a sua esposa Samantha (Lili Simmons) sequestrada por uma tribo de canibais. Para isso, acaba unindo forças com o xerife (Kurt Russell), seu ajudante de meia-idade Chicory (Richard Jenkins) e um pistoleiro John Brooder (Matthew Fox) pra resgata-la. Nesse filme somos apresentados a uma das mais cruéis e tenebrosas missões de resgaste do Velho Oeste. O terror vai aumentando a medida em que os cavalheiros vão chegando perto do covil da tribo. Mesmo sendo um filme longo, a narrativa encontra-se bem dividida em seus arcos sem se tornar cansativa e boa de se assistir. Toda a construção de uma narrativa longa é válida, pois faz com que o público fique do lado da civilização e contra os canibais. Mesmo com algumas cenas impactantes, a direção soube bem o que mostrar e o que não mostrar. Os personagens fora todos muito bem trabalhados dentro de suas características (não atoa que o cast do filme é sensacional), mas a doutora Samantha poderia ser mais bem aproveitada. O roteiro foi inteligente, pois diante do revisionismo histórico, em especial passado na década de 2010, o filme não se comprometeu a tal diante da proposta de levar o horror para o faroeste.
O filme tem um elenco de peso e a mistura do estilo de filme antigo de faroeste como toda a essência pacata e com adição de canibais deu muito certo, sem falar em várias cenas memoráveis com a cena agonizante da morte de Nick por exemplo.
Uma idéia diferente surge aqui nesse longa metragem,um faroeste que mistura terror e western e que se sai até bem pela proposta diferente.O delegado Hunt é chamado pelo cherife assistente pois um indivíduo desconhecido chegou a cidade,o desconhecido acaba sendo baleado e precisa de socorros que serão feitos pela enfermeira Samantha O'Dwyer,mas as pessoas que estavam na cadeia a noite são sequestrados pelo que parece ser uma tribo indígena fazendo com que o cherife começe uma procura a eles com um grupo formado por ele ,seu assistente, John Brooder(um especialista em armas)e Arthur o marido da enfermeira.O filme tem uma ideia bacana,mas parece que o diretor não usa muito o horror aqui e portanto apenas flerta,mas no gênero western se sai bem principalmente se você curte a pegada.O diretor é o S. Craig Zahler que faz sua estreia na direção e ele não opta por muito bang bang portanto pode decepcionar alguns,ele usa o roteiro que é escrito por ele com muito mais diálogo,a estrutura é legal mas se vê em constante oscilação de ritmo e atrapalha um pouco em especial o final que é meio decepcionante.As atuações são muito boas e o elenco é muito bom:Kurt Husserl está bem como o delegado ele tem um bom relacionamento de amizade com seu assistente que é interpretado pelo Richard Jenkins que está ótimo e é o melhor personagem e ainda temos Patrick Wilson e Matthew Fox que estão comprometidos no papel.
Fico chateado de ter que dar menos de três estrelas a um filme western. Sou muito, muito fã do gênero, mas esse longa - bem longo! - ficou abaixo do desejável, para mim. Salvaram-se as atuações de Kurt Russel e seu velho auxiliar, já bem ancião e muito tagarela. No mais, vários diálogos, prolixos e desnecessários. A ideia nem é ruim, mas um tanto exagerada no argumento. Havia boa perspectiva no início, mas a história se perdeu e o desfecho até se perde um pouco do contexto. Leva 2,5 estrelas.
Bom filme, nos faz sentir tensos. Trabalho sonoro primoroso. Fotografia espetacular, uma das melhores que vi. Misto de faroeste, suspense policial e pitadas de risadas no roteiro. Vale a pena ver.
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