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Um visitante
3,0
Enviada em 13 de novembro de 2019
Sempre tive uma relação de amor e ódio com esse filme. Às vezes eu assisto e acho o melhor filme já feito, outras acho uma completa bosta. Veja bem, David Fincher já é um diretor cerebral, seus filmes são frios e seus personagens não soam humanos. Aí ele vai e adapta uma história fria, sombria que em última análise fala sobre vários aspectos podres da humanidade...Todavia, o filme é uma crítica contundente às formas de viver que mantém os homens atados à insatisfação. É um filme intencionalmente brutal e demente, uma crítica ácida ao homem moderno, uma análise fatalista da masculinidade em suma(apesar de em última análise todas essas mensagens que o filme se propõe a passar sejam tolas e hipócritas, mascarando anarquia selvagem com um discurso burguês de libertação das amarras opressoras da vida segura de classe média alta, as atitudes e discurso do personagem Tayler Durden ilustram bem isso). Enfim boa parte das críticas que se pode fazer e do porque muita gente não curti muito é que ele foi elevado para um patamar do qual nem pretendia pertencer, várias teorias mirabolantes e elogios desproporcionais. O filme pode ter tido um impacto na época mas hoje em dia todos os temas que aborda já estão datados e não fazem mais sentido. Ótimas atuações do elenco principal e técnica apurada fazem valer apena. Recomendo, mas foi bem superestimado. Junto com O Iluminado, o filme mais ridiculamente superestimado das últimas décadas. Está longe de ser ruim, mas a exaltação quase religiosa à esta bobajada é foda. E estou falando isso como quem gosta do filme e já o assistiu várias vezes. Gosto muito do humor e da atuação de Norton, além da direção sempre tecnicamente competente de Fincher. Um filme divertido, mas chamar isso aqui de maravilha do cinema é forçar demais. Brad Pitt está constrangedor, aliás...Seu personagem já é uma piada mesmo, então encaixa bem.
Depois de tanto se falar desse filme, esperava muito. Achei apenas razoável. É um filme que tende a virar um cult, adorado por alguns e detestado por outros. Fico no meio, nem é ótimo e nem é péssimo. Algumas pretensas frases de efeito, na minha opinião são apenas óbvias e já batidas, nada criada para o filme, mas que fazem eco apenas na cabeça de algumas pessoas. Durante o filme já fica claro que tudo fará sentido em alguma sacada genial no final do filme que explicará tudo, alguma coisa tipo o Sexto Sentido. Quando o autor pensa que explicou o filme é decepcionante, não tem o efeito surpresa esperado.
Superestimado esse filme, tem seus momentos bons sim, mas pra falar a verdade esse filme pode ter sido um sucesso para a época, mas esses temas de depressão, esquizofrenia talvez, já hoje no ano de 2016 que foi quando assisti, já são filmes com temas já saturados.
O que mais impressiona em o Clube da Luta,são os bons momentos que rondam as pessoas com algum tipo de problema.Confesso que nessas partes,o filme toca em assuntos bem sérios,que deveriam está cotados para filmes de drama.Deixando isso de lado.O bom personagem que Edward Norton faz é sensacional.Ele nos passa uma leveza e tranquilidade ao dá a vida a Jack.Onde narra a sua medíocre vida,que não aguenta mais viver na mesmice.O encontro dele com Marla (Helena Bonham) e Tyler (Brad Pitt) são os principais momentos também.O humor faz valer as cenas,já que temos experientes no assunto.
Sempre tive uma relação de amor e ódio com esse filme. Às vezes eu assisto e acho o melhor filme já feito, outras acho uma completa bosta. Veja bem, David Fincher já é um diretor cerebral, seus filmes são frios e seus personagens não soam humanos. Aí ele vai e adapta uma história fria, sombria que em última análise fala sobre vários aspectos podres da humanidade...Todavia, o filme é uma crítica contundente às formas de viver que mantém os homens atados à insatisfação. É um filme intencionalmente brutal e demente, uma crítica ácida ao homem moderno, uma análise fatalista da masculinidade em suma(apesar de em última análise todas essas mensagens que o filme se propõe a passar sejam tolas e hipócritas, mascarando anarquia selvagem com um discurso burguês de libertação das amarras opressoras da vida segura de classe média alta, as atitudes e discurso do personagem Tayler Durden ilustram bem isso). Enfim, boa parte das críticas que se pode fazer e do porque muita gente não curti muito é que ele foi elevado para um patamar do qual nem pretendia pertencer, várias teorias mirabolantes e elogios desproporcionais. O filme pode ter tido um impacto na época mas hoje em dia todos os temas que aborda já estão datados e não fazem mais sentido. Ótimas atuações do elenco principal e técnica apurada fazem valer apena. Recomendo, mas foi bem superestimado. Junto com O Iluminado, o filme mais ridiculamente superestimado das últimas décadas. Está longe de ser ruim, mas a exaltação quase religiosa à esta bobajada é foda. E estou falando isso como quem gosta do filme e já o assistiu várias vezes. Gosto muito do humor e da atuação de Norton, além da direção sempre tecnicamente competente de Fincher. Um filme divertido, mas chamar isso aqui de maravilha do cinema é forçar demais. Brad Pitt está constrangedor, aliás...Seu personagem já é uma piada mesmo, então encaixa bem.
Filme super estimado demais, não é exatamente horrível, mas sinceramente tanto o livro como o filme não são tudo isso, não me acrescentaram muita coisa e eu não assistiria novamente. É interessante a crítica e a ideia, mas só isso. Essa modinha e idolatria por esse filme realmente não tem sentido.
Ideia genial e super importante crítica ao consumismo do mundo capitalista, porém as bizarrices em excesso acabam prejudicando a experiência. O plot twist realmente é um dos mais inovadores já criados no cinema, vindo a influenciar vários filmes que vieram depois, sendo estes inclusive bem melhores. O problema principal do Clube da Luta pra mim foi que todos os personagens e as situações em que são colocados são os mais absurdos possíveis. A violência extrema lembra muito os filmes do Tarantino, mas sem a mesma genialidade de diálogos.
Jack (Edward Norton) é um executivo jovem, trabalha como investigador de seguros, mora confortavelmente, mas ele está ficando cada vez mais insatisfeito com sua vida medíocre. Para piorar ele está enfrentando uma terrível crise de insônia, até que encontra uma cura inusitada para o sua falta de sono ao frequentar grupos de auto-ajuda. Nesses encontros ele passa a conviver com pessoas problemáticas como a viciada Marla Singer (Helena Bonham Carter) e a conhecer estranhos como Tyler Durden (Brad Pitt). Misterioso e cheio de ideias, Tyler apresenta para Jack um grupo secreto que se encontra para extravasar suas angústias e tensões através de violentos combates corporais.Bom Filme, tem drama, violencia e suspense, tem otimas cenas, Edward Norton e Brad Pitt estao excelente, principalmente o Edward Norton, boa direçao de David Fincher, recomendo. Nota 8.8
um filme muito bem feito. a história é irreverente e muito bem contada. os atores são contracenam muito bem. O tema aborda diversas questões desde mais intangíveis como a solidão, depressão e angústia pela vida como também mescla as conspirações e sociedades secretas, além de claro um bom toque de submundo. no geral o filme é um bom indicado a CULT. Talvez o único ponto que não me agradou foi a evolução da história e o uso de algumas soluções vazias para um início e meio de filme que estavam muito bem concentrados e complexos.
Os espectadores desse filme tem de ter uma sensibilidade grande, pois ele vai além das aparências, ele retrata o que há por trás das lutas, aliás é muito mais do que isso. Trata de uma cultura social criada no submundo da mente. O poder de influência e de desenvolvimento pessoal.
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