Um análise mais aprofundada do filme permite notar vários pontos da doutrina marxista incutidos em suas passagens. A narração melancólica do "indivíduo alienado" pela "divisão social do trabalho", da "exploração do homem pelo homem". Aborda todos estes pontos a partir do conceito de "materialismo histórico", a qual diz tentar explicar a evolução histórica da humanidade através de fatores práticos, tecnológicos e relacionados ao método de produção. Eufemiza-se ao longo do filme a imposição de igualdade econômica com termos como "diminuição de desigualdade econômica".
"As coisas que você possui acabam possuindo você"
"Temos empregos que odiamos para comprar coisas que não precisamos"
"Apenas depois de perder tudo somos livres para fazer qualquer coisa"
Essas são algumas citações do filme que endossam o escrito anteriormente. A última, em especial, é muito similar a frase que Lênin proferia a seus servos revolucionários, supostamente proletários sem posse alguma, dizendo que eles eram aptos à revolução por não ter nada a perder.
Aborda também a emancipação espiritual, porém o viés extremamente marxista da narrativa impede a coexistência entre paz de espírito e sucesso financeiro.