Chatô - O Rei do Brasil
Média
2,9
117 notas

21 Críticas do usuário

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Alvaro S.
Alvaro S.

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4,0
Enviada em 29 de fevereiro de 2016
Uma das mais conturbadas produções nacionais, é um filme onírico sobre o midiático Assis Chateaubriand.
Focando no último dia de vida do Chatô, a obra faz uma análise sobre a trajetória dele, do início de sua carreira como jornalista até o magnata das comunicações, e as várias fases vividas por ele, de uma forma romantizada. Está tudo ali, mulheres, paixões, conspirações, grandiloquência e morte.
Marco Ricca dá vida ao personagem principal e está ótimo no papel. O filme é dele e só dele, sem destaque especial para os demais atores e atrizes que desfilam pela obra.
Quanto aos mais de R$10 milhões de reais gastos na produção? O diretor Guilherme Fontes mostra que eles estão todos ali, visíveis, em cena. E mais, entrega um filme com muitos méritos.
Curiosidade. Uma das mais longas produções de cinema mundial, mais de 20 conturbados anos até o seu lançamento ano passado. Demorou mais que a produção de todos os filmes da saga Harry Potter.
Nota do público: 6.5 (IMDB)
Nota dos críticos: 3.6 (Adoro Cinema)
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Mário Sérgio P.Vitor
Mário Sérgio P.Vitor

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4,0
Enviada em 30 de novembro de 2015
Movido mais pela curiosidade do que pelo amor ao cinema (que também exerço), fui ver CHATÔ, o filme de Guilherme Fontes que parecia inacabado, quase uma lenda urbana. E não é que o filme é legal? Pois é, claro que essa classificação 'legal' é puramente movida pela minha inquietação relacionada a qualquer produto ou manifestação artística. E, condição essencial, é preciso gostar de cinema pra gostar de CHATÔ. Explico o que penso ser o 'gostar de cinema' : apreciar um filme pelo que ele tem de revelador, quando ele, de algum modo, dialoga com a gente. Para mim, cinema não é só entretenimento. E, com isso, ouso afirmar que cinema não é só comédia. Sim , há dias em que precisamos daquele filme despretensioso, entrar numa sala de cinema e esquecer de tudo lá fora, rindo de qualquer bobagem. E há dias em que até uma comédia precisa ser, minimamente, inteligente. E quem poderá dizer que a comédia QUANTO MAIS QUENTE, MELHOR de Billy Wilder (com Marilyn Monroe, Tony Curtis e Jack Lemmon) não é um daqueles sublimes exemplos de comédia inteligente?
CHATÔ pertence a uma outra categoria, é como uma ópera bufa (versão italiana da ópera-cômica): farsesco, mas dramático, grandiloquente, mas comezinho. O diretor, apesar de sua empáfia e ambição (coisas de um galãzinho da Globo à época do início da realização do filme), conseguiu realizar um filme palatável e divertido e, acima de tudo, tremendamente irônico.
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