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B.Boy Jc
2.969 seguidores
762 críticas
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3,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2018
Nos três filmes eles contam histórias paralelas... Ficou um pouco forçado que é quase impossível associá-lo ao primeiro, parece que se está vendo um filme independente e não parte de uma franquia
Filme segue a premissa do anterior, não é uma sequência, mas spinoff O filme comparado ao os 2 últimos achei muito futurístico, só 2 coisas que conecta ao 1, o tempo que acontece explosão e o acontecimento. Filme foge muito da história principal, por mais que tentam explicar o que aconteceu no final, achei mais um spinoff do que mesmo universo. Personagens são bem atuados, mas não tem nenhuma relação com os demais das outras séries. Por mais que cloverfield fala sobre monstros que invadiram a Terra, apenas últimos segundos aparecem ou aparece. Tornando assim filme sem sentido, já que mexeu com universo paralelo, no qual não teria necessidade de trazer esse tema, só se os monstro vieram de outro universo quando aconteceu acidente do reator, mas ficaria algo sem sentido, já que teríamos 3 universos paralelos. É filme que não valeria a pena ver no cinema por causa do universo cloverfield,mas pela qualidade das animações, cgi e fotografia, valeu a pena ver
Ainda bem que não li os comentários antes de assistir. Falaram tão mal que teria desistido. Eu não assisti os outros que comentam mas, então achei que esse prendeu a atenção . É um filme clichê. Não é um filme excelente mas não é ruim. A gente ficou curioso e querendo assistir pra saber o desfecho . Uma diversão pra uma quarta a noite ou domingo a tarde #Spoiler Pena que o desfecho não seja legal. Divirtam-se
Sem espaços tá? - h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2018/04/11/rezenha-critica-o-paradoxo-cloverfield-2018/
Na vibe de seus excelentes e surpreendentes antecessores há um tempinho assisti ao terceiro filme do universo Cloverfield. Demorei para escrever sobre porque nem o tempo valia a pena ser perdido para tal. O que fica de curioso e o Paradoxo nos traz explicado é de como originou-se este universo maluco, confiram a “rezenha” crítica de O Paradoxo Cloverfield.
Em órbita sobre um planeta prestes a entrar em guerra, cientistas testam uma possível solução para a crise de energia, mas acabam em uma realidade alternativa.
Sim, a origem de tudo é aí, por conta de um experimento de energia renovável alternativa. Depois de um trágico teste é aberto um portal onde várias dimensões entrelaçam-se entre si, inclusive aquelas no qual os personagens vivem em outra linha do tempo, daí de onde conseguimos entender o porquê do monstro do primeiro filme e da treta do segundo filme.
Fora isso o filme é uma decepção no ponto de vista do suspense, atuações e efeitos visuais. Nada cativa fora os easter eggs espalhados pela obra, no caso, as ligações com os dois primeiros no qual peguei alguns e depois pesquisando descobri outros. Dinâmica muito arrastada. Algumas cenas são muito vergonhosas no meu ponto de vista e o final apesar de ser plausível é bem exagerado.
Na mão de um diretor do ramo o filme teria sido muito mais bem desenvolvido, munição tinha, infelizmente chegou perto disso.
O pior filme da franquia, mas um filme bom de ser assitido, ainda mais para quem acompanhou os antecessores e/ou quem gosta de filmes de ficção sobre universos paralelos. O primeiro longa trouxe elementos interessantes, como a coisa desconhecida que aparece no meio da cidade e está destruindo tudo e a câmera em primeira pessoa, a qual trouxe muita imersão ao filme. O segundo é ainda mais misterioso e ninguém sabe o que está acontecendo até o final, que, por sinal, é bem brochante, porém é o melhor filme da trilogia. Já esse último filme é até legal, tem alguns elementos de ficção científicas, mas exagera na dose com coisas que puxam mais para o lado sobrenatural do que o da ciência. As cenas na terra são só para encher linguiça, porque o que nos mais interessou mesmo foi a cena final, a qual trouxe a explicação por trás dos eventos que desencadearam o que vimos até aqui no universo Cloverfield.
Cloverfield ainda tem muito pano pra manga. Os eventos do terceiro filme abriram praticamente um mar de possibilidades para a franquia. Por um lado isso pode ser perigoso, fazendo com o que os diretores se percam, mas por outro pode trazer ideias muito criativas. Esperemos para ver,
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