Êxodo: Deuses e Reis
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3,7
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300 Críticas do usuário

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Pedro Neto L.
Pedro Neto L.

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2,5
Enviada em 31 de dezembro de 2014
"Vemos as coisas conforme nosso estado de espírito"...Mas eu penso que o filme como obra cinematográfica é bom, mas como cinéfilo que sou digo que se o diretor explorasse melhor a história bíblica e também o contexto da história a produção "cairia melhor na graça do povo". Sou cristão e para quem deseja assistir o filme com um senso critico teológico eu não recomendo, pois irá se decepcionar.
Alessandro B.
Alessandro B.

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de julho de 2024
Excelente filme,apesar de não conhecer a história de Moisés.
Valeu a pena de assistir, até me emocionei.
Maya LBS
Maya LBS

3 seguidores 18 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2015
Dos filmes baseados em histórias bíblicas é o melhor e mais bem produzido que já assisti, ainda assim, se torna um pouco cansativo lá pelas tantas duas horas.
Aninha D.
Aninha D.

23 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de janeiro de 2015
mto legal mas como sempre mudaram a história. os efeitos são show e os atores estão magníficos
Francisco R.
Francisco R.

18 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de janeiro de 2015
Aspectos negativos a parte, a forma que a história dos hebreus foi retratada no filme é bem "mais convincente" do que a contata na própria bíblia. Aliás, a que é contada no livro sagrado não é nada convincente. Vale a pena assistir
Cesar Foeppel
Cesar Foeppel

3 seguidores 89 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de março de 2024
O filme foi muito mal elaborado, um tema tão rico, mas foi tratado com muita superficialidade e pressa. O filme deixou muito a desejar, principalmente no final! O filme simplesmente não tem final! Kkkkkkkk fica um sentimento de revolta e decepção!
João Pedro C.
João Pedro C.

14 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de janeiro de 2015
História não envolve, e no filme inteiro não conseguia diferenciar hebreus dos egípcios cíveis..muito fraco a história mal contada
Fabianno X.
Fabianno X.

12 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de janeiro de 2015
O experiente Ridley Scott (Gladiador e Cruzada) dirige mais um épico. É hoje sem dúvida o maior especialista em contar histórias clássicas.
O longa foi filmado em IMAX e 3D, então, se possível, assista num cinema com esses recursos. E foi muito bem feito, tudo é grandioso. A fotografia é deslumbrante, o figurino bem escolhido, efeitos sonoros e visuais caprichados, a trilha marcante, o 3D é bem utilizado, enfim o filme é um espetáculo.
Christian Bale, até pelo potencial que conhecemos dele, está normal. Quem rouba a cena é o vilão Ramsés, interpretado por Joel Edgerton (Guerreiro e A Hora Mais Escura), irreconhecível. Aaron Paul (Breaking Bad e Need for Speed), Ben Kingley (Gandhi) e Sigourney Weaver (Alien e Avatar) são coadjuvantes de luxo, pouco aproveitados para enfatizar a dupla principal.
Vale o ingresso.
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Aguinaldo G.
Aguinaldo G.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de dezembro de 2014
Inspirar-se nas histórias da Bíblia para escrever um roteiro de cinema não foi e nunca será das tarefas mais fáceis. Certamente despertará a ira, o questionamento e a admiração em proporções que desconhecemos. Não é diferente com Êxodo: Deuses e Reis, nome para a atual versão da saga de Moisés.
O roteiro escrito por Adam Cooper, Bill Collage e Steven Zaillian tem o mérito de apresentar uma faceta diferente de Moisés: profundo conhecedor das artes da guerra e general à altura de Ramsés, futuro faraó do Egito. O faraó Seti (John Turturro), embora desconfie da capacidade do filho em sucedê-lo, não poderá mudar a ordem natural das coisas. Após a ascensão de Ramsés, descobre-se que Moisés é hebreu. Ele é exilado e a história já conhecida não cai na mesmice porque, ao reconhecer-se líder dos hebreus, Moisés não espera a ação divina e busca por ele mesmo as formas de libertar seu povo.
Ensina e aplica táticas de guerrilha para desestabilizar a ordem instituída, algo bem diferente do filme Os dez mandamentos, de 1956, dirigido por Cecil B. DeMille, em que a personagem Moisés é um mensageiro quase em êxtase que se limita a comunicar as determinações do Onipotente. DeMille captura o público pela emoção, ao passo que Ridley Scott instiga pelo aspecto racional, representado em seu Moisés, homem que não entende as ações da divindade e se permite o direito da dúvida, assim como o homem contemporâneo, repleto de incertezas.
E, se a produção grandiosa de DeMille será sempre lembrada, o diretor Ridley Scott também tem seu lugar garantido na memória do cinema. Scott estudou fotografia no Royal College of Art e sua experiência como designer de cenário para a BBC, nos anos 60, garante um precioso cuidado com a produção de arte. Belíssimos cenários e majestosos enquadramentos se ligam a sequencias de tirar o fôlego. Esse é mais um trunfo do filme. Ao recriar com imenso realismo as cenas em que Deus manda suas pragas ao povo egípcio, o diretor coloca o público no ponto de vista de Moisés, que dúvida da coerência das ações divinas, ao causar tantas desgraças ao povo egípcio apenas para dobrar o faraó Ramsés.
O elenco conta com a convincente interpretação de Christian Bale (Batman), que compõe um Moisés muito humano. O ator australiano Joel Edgerton cria um Ramsés inseguro, como o roteiro provavelmente exigia - porém, o faz sem brilho. Embora o casting tenha boas atrizes, como a israelense Hiam Abbas (Bithiah), a iraniana Golshifteh Farahani (Nefertari), a espanhola María Valverde (Séfora) e a veterana Sigourney Weaver (Tuya, mãe de Ramsés), o elenco feminino não tem a mesma força dramática e importância na trama, conduzida pelas personagens masculinas.
Apesar disso, Êxodo: Deuses e Reis é um bom programa para a sala escura, e aqueles que optarem pela versão 3D não se arrependerão do espetáculo visual. Confira na telona!
Willian P.
Willian P.

3 seguidores 25 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de dezembro de 2014
Mais uma história bíblica que é contada nos cinemas, esta com um toque de ficção, traz um roteiro baseado no segundo livro do antigo testamento da Bíblia. O filme se caracteriza por uma adaptação que se destina a agradar diferentes públicos, isso dependendo do ponto de vista pode gerar controvérsias. Mas, acredito que a essência primordial dos acontecimentos bíblicos foram mantidos e descritos em uma boa cronologia. O toque épico, a boa atuação de Bale e os efeitos especiais engrandecem o filme.
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