A Pele Fria
Média
3,2
17 notas

3 Críticas do usuário

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Marco Silva
Marco Silva

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3,5
Enviada em 14 de agosto de 2020
Lembra H P Lovecraft... Mas o grande toque não é propriamente um argumento de horror. Fica bem mais num drama fantástico. A ambientação no início do séc. XX é ótima e se coaduna bem com o clima da história. O cinema espanhol é muito bom. Ainda tem a Magia que os americanos simplesmente já não conseguem mais encontrar. Bom!
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

23 seguidores 818 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de julho de 2025
A pele fria é um filme da Espanha/França de ficção científica/terror que foi dirigido por Xavier Gens e roteiro de Jesús Olmo e Eron Sheean. A trama é ambientada no ano de 1914, e acompanhamos um jovem sem nome “friend” (David Oakes), um jovem que vai para uma ilha na qual tem um farol isolado para substituir durante 1 ano o técnico. Ao chegar lá, encontra o seu assistente Gruner (Ray Stevenson) que a princípio decide não ajuda-lo. Porém, ao anoitecer, a ilha possui um terrível segredo que pode colocar a vida do jovem em perigo. Podemos dizer que os ataques das criaturas fazem lembrar muito os filmes de zumbis e até que a caracterização ficou boa para o baixo orçamento do filme. Além disso, o filme não fica apenas no terror/suspense, abraça em certo grau uma carga dramática, pois Gruner possui uma criatura fêmea (Aura Garrido) com quem mantém uma relação carnal. Por meio desse vínculo com Friend, o mesmo passa a enxergar as criaturas de forma diferente. Essa relação trás um simbolismo muito forte de humanos x criaturas, pois logo associamos o colonizador x colonizado, a ideia que Gruner pensa não apenas de se proteger ou de que ele seja uma ameaça, até porque os humanos estão em território que é das criaturas, mas de exterminar todos. No fundo, o filme quis demostrar que os humanos são as verdadeiras feras.
Gil Nascimento
Gil Nascimento

7 seguidores 48 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de dezembro de 2020
O filme adentra no consciente de pessoas que se deparam com a necessidade de sobreviver a criaturas que até então nunca viram em suas vidas, sobre a dinâmica entre o colonizador que é o homem e o colonizado que são as criaturas. O longa trabalha em cima de sentimentos, sobre qual é nosso ponto de ruptura, importância de nossas relações e o que estamos dispostos a entregar em prol do outro.
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