Carol
Média
4,3
793 notas

66 Críticas do usuário

5
25 críticas
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Jake D.
Jake D.

101 seguidores 109 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2016
Carol... o filme conta a história de Therese Belivet (Rooney Mara) que trabalha em uma seção de brinquedos em uma loja de departamentos, um dia ela conhece Carol Aird (Cate Blanchett), que procura um presente de natal para a sua filha, as duas não estão felizes com suas vidas, e Carol após de divorciar de Harge (Kyle Chandler), convida Therese para fazer uma viagem pelos Estados Unidos. O roteiro desse filme é extremamente bem escrito, com diálogos muito bons, principalmente entre Therese e Carol. A direção de Todd Haynes é muito boa, posso até dizer que é melhor de sua carreira. As atuações em geral são incríveis ótimas, principalmente a de Rooney Mara, ela está impecável no filme. A cinematografia é linda em todos os aspectos e a trilha sonora é incrível. Um problema do filme que encheu um pouco o saco, foi o personagem Dannie, interpretado pelo John Magaro, ele é completamente desnecessário, e as suas cenas não precisavam estar no filme. Carol é um filme belíssimo que infelizmente, foi esnobado no óscar de melhor filme, mas de maneira geral, o filme é maravilhoso e vale a pena ser assistido. Recomendo!
Tatamorosa B.
Tatamorosa B.

6 seguidores 18 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2016
Amei a fotografia e o filme em si.
A história é linda e maravilhosa. ...
tem um que de mistério em tudo... e nos deixa sempre querendo mais......
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de janeiro de 2016
Nova Iorque dos anos 50. Um inesperado caso de amor. Um filme cuja força reside nas sutilezas de olhares, intenções e toques singelos.
A história é centrada no romance de duas mulheres, a dona de casa Carol (Cate Blanchet), rica e prestes a se divorciar, e da jovem Therese (Rooney Mara), descobrindo sua sexualidade. Ambas se veem presas às convenções de uma época que ainda reverberam nos dias atuais, onde pessoas do mesmo sexo escondem suas sexualidades em namoros, casamentos de fachadas.
A direção é elegante, mesmo em situações tensas. Numa delas, Carol abre mão da guarda da filha desde que possa vê-la com frequência, ao ter que se submeter à uma vida falsa e negar a sua essência. Neste momento Blanchet mostra o monstro de atriz que é.
Poderoso!
Curiosidade. Concorreu a 5 prêmios no Globo de Ouro e deverá repetir as indicações nesta edição do Oscar. As nomeações saem esta quinta, 14/01/16, data da sua estreia nos cinemas brasileiros.
Nota do público: 7.6 (IMDB)
Nota dos críticos: 94%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $7 milhões*
Mundo - $15 milhões*
* e contando
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.286 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de agosto de 2019
Filme indicado a seis óscar! Roteiro que conta uma história de amor fulminante entre duas mulheres totalmente distintas e unidas pelo acaso, atuações ótimas da bela Cate Blanchett e Rooney Mara merecidamente indicadas, destaque também para trilha sonora limpa e estonteante, dando um ar de descoberta e suspense. Grande filme.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de fevereiro de 2016
Um lindo e excelente filme. Um drama sobre sexualidade, envolvendo o romance de duas mulheres. O filme é leve e bem ajustado para não causar impacto, bem próprio para a época, 1948. Muito bem dirigido e com momentos fantásticos de expressão facial, só possíveis por se tratarem de duas das melhores atrizes, do momento. Cate Blanchett e Rooney Mara. Jeniffer Laurence, muito bem em Joy, corre o risco de perder. E acho que vai ser barba e cabelo. Carol leva melhor atriz e melhor atriz coadjuvante, com Rooney Mara, surpreendente. É um filme para amantes do bom cinema, e as sessões estão sempre lotadas de apreciadores. Imperdível.
Luiz C.
Luiz C.

49 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2016
Amor, essa doce inspiração
...
Um filme doce, sutil, delicado, sobre uma penetrante história de amor, nos finos anos 50 novaiorquinos, que vai te fazer flutuar. Essa é a minha definição para "Carol", do diretor Todd Haynes, indicado a seis categorias do Oscar 2016. A trama conta a história de Carol Aird (Cate Blanchett), uma mulher chique e apaixonante, que está para se separar do possessivo marido Harge (Kyle Chandler), com quem tem uma adorável filha. Ela foi levada a esse casamento pelas condições sociais da época, já que, naquele tempo, era quase que impossível traçar um caminho de vida que não fosse o tradicional. Até que um dia, perto do feriado do Natal, ela conhece Therese Belivet (Rooney Mara) em uma loja de brinquedos, e as duas começam a se relacionar. Só que aquela amizade vai além, claro: a mais velha se encanta com a simplicidade e pureza da mais jovem... E a mais nova descobre na mais experiente o real motivo para as palavras: curiosidade, fascínio, amor. Elas se apaixonam, e um intenso romance surge naturalmente como um botão de rosa se transformando na mais fina flor.
 
Mas nem tudo são flores. Se um romance dessa magnitude já é complicado em tempos mais modernos, imagine no retrógrado e familiar anos 50. Além dos preconceitos da época, o ciúme excessivo do futuro ex-marido, aliado à pressão de Carol ter uma filha, dificultam a relação das duas. E, justamente por esses motivos, o enredo ganha ares sensíveis de desilusão, mas com sensibilidade poética retratada com maestria e perfeição. Sem pressa, o roteiro mostra o que realmente precisa ser mostrado. A começar pelo papel que cada uma das atrizes desempenha em cena. A protagonista tem o dom da serenidade, da elegância, do glamour. A coadjuvante tem no olhar e na expressão facial a maneira mais exata para a procura pela liberdade. E Cate Blanchett e Rooney Mara, indicadas às estatuetas de melhor atriz e melhor atriz coadjuvante, respectivamente, atingem o ápice em cena. Como não reparar na forma como Carol toca os cabelos loiros enquanto a neve cai lenta e deslumbrantemente? Ou como não se emocionar quando Therese treme de desejo ao tocar sua amada pela primeira vez? Impecáveis, as duas atrizes se entregam tanto, que mais parece que os papéis foram feitos especialmente para elas.

Se as duas personagens encantam dessa forma, o diretor e sua equipe fazem um trabalho sagaz, para dar o completo ar de obra-prima à produção. O figurino (o charme da época em casacos de pele, luvas, joias...), a trilha (o som transformado em pura poesia), a fotografia (as paisagens do Oeste norte-americano; as ruas, os carros e os prédios de Nova York; o tom calmo e amarelado de uma era de ouro), e o roteiro (adaptado do livro "The Price of Salt", de Patricia Highsmith), todas as outras indicações ao Oscar, dão o tom célebre merecido.

Bem, já posso finalizar, pois não há mais o que se falar... Apenas da delicadeza do amor como menu, da paixão tão sensível a olho nu, do enriquecedor momento desse sentimento cru. A viagem no tempo e a inspiração melódica que "Carol" proporciona surge como um presente aos olhos, à mente, ao coração. É tudo aquilo que pode ser definido como admiração.
Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 339 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de abril de 2019
Um belo romance embalado por um irreparável rigor técnico. Aos que sabem o que é passar por esse tipo de preconceito, não terão dificuldades em se identificar com a dor, a incerteza, a raiva dos personagens, assim como não deixarão de se envolver com a maravilhosa sensação de triunfo em poder viver aquilo que se é, mesmo com todas críticas e julgamentos.
Mário Sérgio P.Vitor
Mário Sérgio P.Vitor

96 seguidores 138 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de janeiro de 2016
Fiquei encantado por CAROL. Li, em algum lugar, que o filme só era bonito plasticamente, mas, em contrapartida faltava uma relação comprometida com o amor. Engano de quem escreveu a crítica. CAROL esbanja olhares, sutilezas, climas sedutores. As atrizes estão soberbas em papéis que poderiam soar caricatos. A reconstituição de época, os figuros e a trilha sonora são de babar. Só faltou um pouco para se aproximar de outro filme do diretor, LONGE DO PARAÍSO, que considero uma obra-prima. Mas, faltou pouco .
Nelio M.
Nelio M.

22 seguidores 82 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de janeiro de 2016
Quanta elegância, quanto requinte, quantas coisas bonitas em um filme... Minha vontade era acompanhar pra sempre esse romance. Achei a química delas forte. Simplesmente cativante!!!!!!
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de julho de 2016
Paixão: sentimento provocador, impulsivo, desesperado, inquieto. Faz perder noites de sono em sua ausência, faz valer cada minuto em sua presença. Dói, mas também constrói. Não há como saber, não tem como perceber, não podes escolher. Que mistérios existem ao se apaixonar? E pensar que tudo começa com um simples olhar.....Que bela adaptação do livro “The Price of Salt” de Patricia Higsmith, publicado em 1953 e que o diretor Todd Haynes teve todo o cuidado e delicadeza de trabalhar. Que linda trilha sonora, suave aos ouvidos de quem escuta e certeira nos momentos em que é tocada. Que fotografia primorosa, que charme da equipe deste filme em poder nos fazer viajar no tempo com tamanha perfeição. E que elenco! Nunca achei Cate Blanchett (atriz famosa em CINDERELA de 2015, O CURIOSO CASO DE BENJAMIN BUTTOR de 2008, AVIADOR de 2004 entre outros ) bonita, mas aqui ela está sedutora, elegante, sexy, onipotente, incrível! Sua sedução é quase a lá 007, faltou se apresentar como Aird, Carol Aird, após pedir o clássico drink Martini (sim, ela é a personagem que da nome ao título). E que atuação fantástica! A outra protagonista é a atriz Rooney Mara (fez PETER PAN de 2015, MILLENNIUM: OS HOMENS QUE NÃO AMAVAM AS MULHERES de 2011, A REDE SOCIAL de 2010 e outros) que interpreta o par romântico de Carol, Therese Belivet. Sem palavras para descrever a química entre as duas em cena, que traduzem seu amor sendo simples, sutil, gracioso. Em resumo, um romance, nada mais, nada menos. Nada explícito, nada complicado. Pela época, proibido, mal visto, um escândalo (não só naquela época.....) e mesmo tais dificuldades são apresentadas de maneira leve, como para que não atrapalhasse a admiração crescente entre elas e lógico, o espectador. Carol é uma mulher madura, mãe, prestes a se divorciar por saber exatamente o que quer. Therese é uma jovem que está descobrindo o mundo e se encanta com o olhar de Carol (o que é bem claro pelo diretor ao colocar em cena sempre a personagem de Blanchett com um brilho a mais, pois é assim que é enxergada por sua amada). Um filme bonito, com algumas coisas que ficaram no ar (como ela sabia o quarto do "espião? Ou quem chegou na casa a noite? Talvez desnecessárias, não sei), mas que nos diz que o amor não é apenas entre homens e mulheres, e sim entre seres humanos. O quanto é belo amar, a quem seja, sem se importar. Devemos se entregar mais, ao invés de roubar, matar, prejudicar e sentir a felicidade que isso pode nos dar...
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