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Simiao C.
9 seguidores
2 críticas
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3,5
Enviada em 14 de fevereiro de 2016
A história se desenvolve quando Carol Aird (Cate Blanchett) conhece Therese Belivet (Rooney Mara) e elas passam a desenvolver uma relação amorosa. Carol vive um casamento frustrado, cuja filha do casal é objeto de disputa entre ela e o seu ex-marido. Pontos altos do filme: fotografia, figurino e atuação. Creio que a única chance de Oscar é pela atuação de Cate Blanchett na categoria de "melhor atriz". Até creio que Rooney Mara pode levar em "melhor atriz coadjuvante", mas torço pela Alicia Vikander (A Garota Dinamarquesa).
Filme maravilhoso! Reunir Cate Blanchett e Rooney Mara foi mais que um acerto, foi reunir duas das melhores atrizes da atualidade em uma verdadeira de arte.
O filme relata a história de duas mulheres, Theresa (Rooney Mara) que possui um relacionamento com um homem no qual não se sente atraída e, por partes, se sente confusa e indecisa com relação a sua vida amorosa e profissional, e Carol (Cate Blanchett), uma mulher atraente e rica, casada e prestes a se divorciar, no qual assume desde o início sua sexualidade e enfrenta um relacionamento abusivo e ciumento por parte de seu marido. No decorrer do filme, os encontros entre as duas mulheres se tornam mais frequentes e a atração entre elas é inevitável. Depois de inúmeras brigas com seu marido, Carol convida Theresa para uma viagem afim de se livrar de todos os problemas, na qual, no decorrer da viagem elas se tornam cada vez mais íntimas que por fim, se relacionam amorosamente e faz com que trama se torne cada vez mais íntima e sedutora. Carol enfrenta ações judiciais contra seu marido, que a acusa de questões relacionados a moral, no qual associa a moralidade à sexualidade de Carol, fazendo que entre em disputa a guarda de sua única filha. Um filme que te prende do início ao fim, com diálogos profundos e atraentes, trilha sonora impecável e atuação magnífica das atrizes.
Carol tem seu baluarte nas excelentes atuações de Cate Blanchett que, embora apareça menos no filme, é com certeza a personagem mais atraente em todos os sentidos e Rooney Mara que também faz o seu papel de representar uma moça ingênua que pouco sabe o que quer da sua vida. Ademais, Carol também se destaca por uma direção de fotografia belíssima auxiliada por um cenário e um figurino bem convincentes. Quanto à trama, ou seja, ao roteiro, pode-se dizer que ele consegue ser concomitantemente progressivo em um tema polêmico, mas sem impactação, isto é, não consegue tocar na ferida e deixar sangrar.
Alguns diretores têm a capacidade de mudar o seu estado de espírito! Te leva pela leveza da câmera, pelos detalhes da cena, pela música. Ai você entra no filme e se depara com a Cate Blanchett mais linda e cativante do que nunca! Que mais você pode querer??
É difícil ver um filme que te faz pensar e repensar sobre seus conceitos, mas esse realmente me 'paralisou' no bom sentido. Filme magnífico, para mim realmente foi diferente, me fez pensar nos pré-conceitos que temos ( que eu tenho). Diferente de tudo que já vi.
Concordo com Vianey D. A direção do filme é perfeita, resultando em um filme tecnicamente muito bem feito. Poderia ter se aprofundando mais e tb acho que o filme se perde várias vezes. Alem disso, nao achei a quimica das duas tão forte assim quanto andam dizendo.
Nossa eu não tenho nem palavras para descrever o que senti a primeira vez que assisti o filme. Tema bem complexo e atual acho que representou bem como era a época onde a mulher era submissa ao marido em todos os aspectos. Tanto que como não consegue mais tê-la como esposa o marido a persegue e nesse período se naturalizava que sua conduta sexual era doença por ela ser homossexual. O diferenciou de muitos filmes com essa temática é que ela consegue ser uma pessoa livre mesmo perdendo a guarda da filha. Mas ela não pode lutar contra quem ela é de fato. Fechamento maravilhoso ela ter procurado seu amor. Muitos filmes que tem homoafetivos terminam a maioria em tragédias. A única ressalva que faço é que queria uma continuação. Perfeito! Assisto sempre.
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