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Marcos A.
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2,5
Enviada em 6 de setembro de 2013
Mais um filme com terroristas detonando algo nos Estados Unidos (agora foi a Casa Branca), mas desta vez a patriotada foi longe demais, depois de longos 30 minutos mostrando como os Estados Unidos são os "defensores" do planeta, começa alguma ação que é sempre cortada por mais cenas patriotas. De qualquer forma, tem duas cenas interessantes e mais nada. Pena que a bela Rachelle Lefevre (Melaine) aparece pouco na tela.
O Ataque é daqueles filmes clássicos de uma tarde de inverno, em que você se deita sob os cobertores, faz a pipoca e aperta o play no filme. Você começa a assistir e já sabe quem salvará o presidente no final, e que o presidente vai se tornar um grande salvador e lutador também, pois é, o filme é realmente óbvio e muito previsível; as cenas de luta e tiros são conhecidas por todos os amantes de ação e nem o mais recente amor das garotas Channing Tatum, muito menos o ganhador do Oscar Jamie Fox conseguem nos convencer de que a potência mundial, Estador Unidos, estão em perigo e o futuro da Casa Branca seja incerto. O enredo todo é feito sem muito glamour, nem mesmo preocupação com a verdade. Como já devem ter percebido a direção não foi lá grande coisa, Roland Emmerich deixa mais uma marca de filmes regulares na sua carreira depois de 10.000 A.C. e 2012 o diretor parece comprometido com filmes regulares e muito ruins em roteiro e enredo (sem esquecer de citar o filme que talvez seja seu ícone O Patriota, esse sim de muita estima). Voltando para Washington, os efeitos especiais e cenas como a da perseguição no jardim foram o carro forte da película. Se comparado a Casa Branca ou a capital norte americana o filme não passa de um pequeno ataque de formiga.
Filme muito surreal. Gosto muito dos filmes Roland Emmerich (2012, Independence Day). Ele sempre adota o mesmo estilo dele, de situações catastróficas. E não é diferente em "O Ataque". Um filme repleto de ação, que não como desgrudar um minuto da tela. Infelizmente peca pela história tão surreal e clichê, vide Duro de Matar e Invasão à Casa Branca. Channing Tatum se saiu bem, apesar de não ser uma das suas melhores atuações como ator.
O Ataque é mais um de filme típico de Roland Emmerich, catástrofe, um herói improvável, presidente salvador e todo o patriotismo sem noção. O filme começa monótono, o público conhecendo a vida do militar John Cale(Tattum por sinal sempre com aquela cara de anjos da lei), e sua filha que mora com a mãe divorciada, Emily Cale que é bem inteligente e gosta muito de política. Dos 25 minutos diante, o filme acaba num ritmo frenético, com os terroristas explodindo uma bomba na casa Branca. Aí em diante é o John Cale salvando a vida do presidente americano e de sua filha perdida na casa Branca. O filme é exagerado ao extremo, outra falha ele é muito longo, podia facilmente ter acabado em diversas vezes, mas não enrola, tem algumas reviravoltas e deixa o filme cansativo. O filme tem aquelas falhas de roteiro habitual deste gênero, como os terroristas entrando na casa Branca facilmente (parecendo uma casa qualquer, e não a casa mais protegida do mundo). Jamie Foxx não se esforça muito para fazer este papel, Tattum mais do mesmo, sempre com a mesma expressão, Richard Jenkins bem com o presidente da câmara, Maggie Gyllenhaal nada que emociona faz o seu papel e entre os terroristas nenhum que se destaca. Trilha sonora: é razoável, como as vezes umas trilhas de tensão e outras meio de comédia (não deu muito para entender). O filme é mais do mesmo de filmes legais do gênero. Se você gosta de filmes ralos (pouco roteiro), mas com boa ação, você irá gostar, típico de sessão da tarde.
O diretor alemão Roland Emerich sempre foi conhecido pelas produções com foco voltado a catástrofes, algumas inclusive envolvendo destruições em grande escala, foi assim com 2012 e Independance Day. Nesta produção O Ataque, a situação se dá em escala menor, mas ainda sim com explosões e bom entretenimento.
Ambientado nos dias atuais, o filme segue o dia a dia do protagonista John Cale (Channing Tatum), um oficial da polícia do capitólio. Frustrado com suas tentativas para agradar a filha, uma fanática pela Casa Branca e pelo presidente, o cara consegue dois passes para uma visitação na casa símbolo do governo americano. Durante a visita, o local é invadido por terroristas que tomam conta de toda a segurança, desde portarias até sistemas eletrônicos que controlam a estrutura. É neste momento que entra em cena Cale, o esperado salvador do dia e, porque não dizer, do Presidente norte americano.
É interessante notar que há um toque de alegoria no comando de Emmerich, pois mesmo se tratando de um filme de ação, a sensação que dá é que ele não quis fazer um filme com tom mais sério. Não digo isso pelas pitadas de humor presentes, mas sim pela estrutura narrativa que dá a sensação de algo puramente teatral. Ainda mais quando consideramos que tudo aqui presente é clichê, desde o oficial que resolve tudo sozinho até o objetivo dos terroristas em tomar a Casa Branca e disparar misseis nucleares contra países árabes.
Pelo menos no aspecto entretenimento a produção se sai bem... muito por conta das boas sequências de ação orquestradas pelo experiente diretor e pelo elenco encabeçado por Tatum e Jamie Fox.
Repleto de efeitos visuais em sua composição, O ATAQUE é um filme pipoca que exige zero do cérebro, afinal de contas sua proposta é o mais puro entretenimento. Para quem quer ver tiros, explosões, pancadaria e agitação, o filme é uma boa aposta com suas 2h de duração cheias de correria e Jamie Fox tentando ser irreverente.
FRACO. Mais um filme inimaginavel do Sr. Emmerich, um presidente que tem cara de tudo menos de presidente dos EUA, nem chega aos pés de comparação com Obama, um segurançazinho que mais parece um Chuck Norris e várias coisas irreais de acontecer roteirizadas por um roteirista que devia estar chapado na hora de escrever. Se for comparar com o outro filme de mesmo tema, "Invasão á Casa Branca", esse "O Ataque" perde feio.
O Diretor Roland Emerich é um dos Diretores que mais investem no ritmo de seus filmes, e no caso de seu mais novo filme, ele cria um espetáculo visual ininterrupto do gênero ação. Conta com dois atores de ponta: Channing Tattum e Jamie Fox, sem contar com a participação de James Woods. Mas apesar de tudo isso, ele comete os mesmo equívocos de sempre, os furos... não só de bala - mas de um roteiro raso; a trama repleta de seguranças patetas na Casabranca e uns vilões canastrões que devem ter feito aulas de teatro com Douph Lundgreen, ou Cigano Igor personificado por Ricardo Macci. As situações parecem cópias baratas de outros filmes, como por exemplo: as trilhas clássicas durante a trajetória dos Terroristas nos computadores presidenciais; o sensacionalismo da impressa que quase custa uma vida, e só sobra a originalidade insana de compulsão em assassinar presidentes numa única trama. No final até que algumas cenas de ação são eletrizantes, mas é muito pouco para um filme destinado as massas.
O Ataque é um filme que você simplesmente não ver nada novo.
O filme tem pontos positivos como a história bem elaborada e você entende sempre tudo que esta sendo passado no filme, porém o mesmo que é o ponto positivo se torna o negativo porque a todo instante você tem total certeza do que vai acontecer no filme, sabe que em uma hora tudo vai dar certo que o vilão vai ser preso e que o herói vai ser salvar e tudo vai terminar feliz e contente
O Ataque é um filme que você sai satisfeito, mas não te surpreendi em momento algum na verdade isso não acontece só com esse filme, acontece com muitos filmes desse gênero ele só seguiu o "esperado"
No conjunto da obra, O ataque soa como piada pronta. Para escanteio, então, a premissa do protagonista (Channing Tatum) que pretende servir ao serviço secreto e cai, de paraquedas, num caótico cenário de devastação na Casa Branca. Num filme declaradamente ianque, há um personagem que esbraveja: “Estão vendendo este país (EUA) para os árabes”. Em meio ao degelo que ronda a insensibilidade frente à situação da Síria, O ataque é digno de gargalhadas.
´Filmes como o ataque surgem aos montes em hollywod todos os anos e se você usa serviços de streaming,essa é uma verdade ainda mais nitida.Mas nem de longe esse é o principal problema desse filme e sim a maneira fraca e pouco crivel que o fazspoiler: .Aquela cena,por exemplo, em que a filha do protagonista balança a bandeira para se livrar de um ataque beira ao ridiculo .Fora os vilões, com uma complexidade digna de filme da barbie
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