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Ricardo L.
63.295 seguidores
3.227 críticas
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4,0
Enviada em 15 de maio de 2016
Falam que esse filme é ruim, mas no ver é um bom filme de ação, com cenas muito bem feitas, cenario muito bacana, sua disposição artistica é mais ou menos, mas equivale em desenvoltura e desenvolvimento, um filme pra ver com os filhos na sacada!!
Rolland Emmerich meu filho,seu sonho é detonar a Casa Branca?Já é o terceiro filme,em que ele tenta o tal feito.É tanto ponto negativo nesse filme,que ás vezes fica bem difícil citar quase que a mesma ideia em de transformar amadores,em profissionais não é!O roteiro,é o objeto mas inútil de todo o filme,onde se salva apenas nas ótimas cenas de ação,envolvidos a efeitos de primeira que consegue satisfazer realmente alguma coisa.O resto...é resto.
Será uma cutucada no atual governo americano, e também uma paródia a Duro de Matar?, Se é ou não, sei lá, mas o que eu sei é que O Ataque é uma ótima diversão. Ao mesmo tempo que consegue ser sério em sua trama, diverte com cenas hilárias e bizarras (Ex: os carros andando em circulo no jardim). Roteiro ágil, e surpreendente. Muito bom!
Mais uma grande desculpa para Roland Emmeric destruir tudo,White House Down é uma grande besteira.
Desde as primeiras cenas o filme já assume uma identidade extremamente carona,as pessoas agem como verdadeiros imbecis,o presidente é aquela figura caricata que Emmeric já fez antes - No primeiro Independence Day - Há umas cenas onde ele enquadra a figura do Jamie Foxx citando a paz e Lincon enquadrado no fundo - Meio irônico já que esse presidente que fala de paz usa uma bazuca mais tarde no filme - É aí que entra o Channing Tatum com aquela atuação bastante expressiva de sempre em um arco bem raso com a filha dele e acontece a invasão na casa Branca e o caos surge por completo.
Se o filme assumisse um lado menos compromissado em alguns instantes - Coisa que ele faz muito no segundo ato cheio de piadas manjadas e sem graça - Talvez o estrago seria menor,porém há muitos seguimentos onde ele fica muito melodramático e destoa esse clima "Pipocão Pastelão" no filme.Outro problema evidente é a estrutura muito exaustiva que o filme possui,mais de 2 horas para um filme como esse parece muito exagero.E de fato ele é,quando a pancadaria começa,parece não ter fim quase numa síndrome Michael Bay,e o nível de entretenimento cai consideravelmente.
O ex-miliar John Cale (Channing Tatum) tinha o grande sonho de entrar para a equipe do serviço secreto que protege o presidente dos Estados Unidos (Jamie Foxx), mas vê sua intenção ir por água abaixo quando não é aprovado na seleção. Sem saber como dar a notícia para sua filha, ele a leva para um passeio à Casa Branca. O que John não esperava era que neste mesmo dia o local fosse atacado por um grupo paramilitar fortemente armado. Com o governo tendo que enfrentar o caos na nação e o relógio correndo, cabe a John encontrar algum jeito de salvar o presidente do ataque. O Ataque Lembra Muito Invasao A Casa Branca Onde Tem Quase A Mesma Historia De Que A Casa Branca e Atacada e O Principal Defende O Presidente Mais O Ataque E Um Pouco Inferior , Fillme Contem Boas Atuaçoes , Bons Efeitos De Destruiçao Entao Recomendo Nota 7.5
Uma boa ação com grandes efeitos especiais e um bom elenco. Algumas pitadas de humor deixa o filme mais leve( O que o deixa mais atrativo). Mas ainda sim, preferi Invasão a Casa Branca!
O diretor alemão Roland Emerich sempre foi conhecido pelas produções com foco voltado a catástrofes, algumas inclusive envolvendo destruições em grande escala, foi assim com 2012 e Independance Day. Nesta produção O Ataque, a situação se dá em escala menor, mas ainda sim com explosões e bom entretenimento.
Ambientado nos dias atuais, o filme segue o dia a dia do protagonista John Cale (Channing Tatum), um oficial da polícia do capitólio. Frustrado com suas tentativas para agradar a filha, uma fanática pela Casa Branca e pelo presidente, o cara consegue dois passes para uma visitação na casa símbolo do governo americano. Durante a visita, o local é invadido por terroristas que tomam conta de toda a segurança, desde portarias até sistemas eletrônicos que controlam a estrutura. É neste momento que entra em cena Cale, o esperado salvador do dia e, porque não dizer, do Presidente norte americano.
É interessante notar que há um toque de alegoria no comando de Emmerich, pois mesmo se tratando de um filme de ação, a sensação que dá é que ele não quis fazer um filme com tom mais sério. Não digo isso pelas pitadas de humor presentes, mas sim pela estrutura narrativa que dá a sensação de algo puramente teatral. Ainda mais quando consideramos que tudo aqui presente é clichê, desde o oficial que resolve tudo sozinho até o objetivo dos terroristas em tomar a Casa Branca e disparar misseis nucleares contra países árabes.
Pelo menos no aspecto entretenimento a produção se sai bem... muito por conta das boas sequências de ação orquestradas pelo experiente diretor e pelo elenco encabeçado por Tatum e Jamie Fox.
Repleto de efeitos visuais em sua composição, O ATAQUE é um filme pipoca que exige zero do cérebro, afinal de contas sua proposta é o mais puro entretenimento. Para quem quer ver tiros, explosões, pancadaria e agitação, o filme é uma boa aposta com suas 2h de duração cheias de correria e Jamie Fox tentando ser irreverente.
O Ataque é daqueles filmes clássicos de uma tarde de inverno, em que você se deita sob os cobertores, faz a pipoca e aperta o play no filme. Você começa a assistir e já sabe quem salvará o presidente no final, e que o presidente vai se tornar um grande salvador e lutador também, pois é, o filme é realmente óbvio e muito previsível; as cenas de luta e tiros são conhecidas por todos os amantes de ação e nem o mais recente amor das garotas Channing Tatum, muito menos o ganhador do Oscar Jamie Fox conseguem nos convencer de que a potência mundial, Estador Unidos, estão em perigo e o futuro da Casa Branca seja incerto. O enredo todo é feito sem muito glamour, nem mesmo preocupação com a verdade. Como já devem ter percebido a direção não foi lá grande coisa, Roland Emmerich deixa mais uma marca de filmes regulares na sua carreira depois de 10.000 A.C. e 2012 o diretor parece comprometido com filmes regulares e muito ruins em roteiro e enredo (sem esquecer de citar o filme que talvez seja seu ícone O Patriota, esse sim de muita estima). Voltando para Washington, os efeitos especiais e cenas como a da perseguição no jardim foram o carro forte da película. Se comparado a Casa Branca ou a capital norte americana o filme não passa de um pequeno ataque de formiga.
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